Diego era o mais maduros do filho do novo visconde Bloomwood. Isso sem discussão. Porém atrás de sua seriedade estava um jovem alegre e sedutor. Londres além de ser misteriosa e fria, traria para ele e sua família uma nova vida.
Ele tinha razão em...
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Conforme a madrugada de Kent havia sido fria, a manhã também havia sido nebulosa e gélida.
Após o desjejum de todos em Aubrey Hall o céu estava límpido, mas o frio permanecia fazendo todos exibirem roupas de inverno, apesar de ser meio da primavera.
Diego não havia sorrido por um momento no café da manhã, fato que não passou despercebido por Rafael. — Desabafa, Diego. — o mais novo sugeriu colocando o indicador na tempora, ele se encontrava na poltrona do quarto dele e de Diego, ele observava o mais velho terminar de arrumar as botas com a ajuda do valete.
— Me esquece, Rafael. — grunhiu mal humorado.
— Você estava feliz ontem à noite, irmão. Animado. Quando fui dormir você estava rindo atoa. Hoje acordou mais azedo que limão. O que aconteceu depois que eu dormi?— insistiu Rafael.
— Me deixa, Rafael! Que droga! — exasperou Diego.
Quando o valete finalmente saiu, Rafael se levantou, colocou as mãos nos quadris e perguntou:
— Algo a ver com a senhorita Charlotte Bridgerton?
Diego parecia estar em ebulição de tão vermelho que estava sua face.
— INFERNO! NÃO! MALDIÇÃO! Deixe-me em paz, Rafael! — Diego gritou e saiu do aposento batendo a porta com força.
Rafael soltou um risinho.
— Com certeza tem a ver com a senhorita Bridgerton. — murmurou com ele mesmo.
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Camila Martínez reaprendia a caminhar por causa da luxação em seus pés, dava passadas curtas e lentas, ela já podia se mover, porém precisava de ajuda.
Diego a aguardava pacientemente no corredor. Depois de um tempo enquanto duas criadas desciam com as bagagens da Martínez, Diego a apoiava para que não forçasse seus pés enquanto descia a escada principal.