Acordo, pensado se sonhei, mas eu sei que não, isso me dá uma grande dor no peito. A tv ainda está ligada, eu desligo a, e subo para tomar um banho. No corredor ouço Caroline e Carl falarem com um homem no escritório. Aproximo me da porta e tento perceber a conversa.
-Ela está com o corpo num tremendo horror, ela têm sintomas de que algumas feridas que têm anos, ela nunca tomou vacina, ela sobreviveu àquele monstro, mas ela está em pedaços. -eles estaram a falar da mãe da Ana? Aproximo mais o rosto da porta e ouço atentamente. -ela, está numa desgraça e vocês meteram se numa alhada por não terem avisado a polícia no dia do seu aparcimento.
-Eu percebo, mas eu quero lutar por essa menina. Ela precisa de uma mãe e um pai. E eu queria esperar para ela não ter medo.
-Por favor, Jonh. -Jonh! É o advogado do meu pai.
-Ainda por cima Christian não vive sem ela. -Caroline tem razão eu não vivo, ela tomou meu coração.
-Então vai ter que ir à guerra, Sra. Grey, vai ter que lutar por essa menina.
-Eu vou lutar, e espero ganhar, não sei o que vai ser do Christian se ela for para Portland.
Portland? Mas isso fica a 3 horas de Seattle! Meu deus ela... ela... ela vai estar tão longe de mim, como vou protege la?! Eu entro no meu quarto, atiro me à cama de barriga para baixo e processo tudo o que ouvi. Mas eu e ela estávamos tão bem, porquê ela tinha que chamar a polícia, merda. Ah minha Ana, espero que estejas bem.
Pov. Anastásia
O cheiro do hospital me faz despertar do meu terceiro sono. Eu acordei três vezes suando e tremendo, eu tenho sonhado o dia todo com aquele pedaço de carne podre, ela me tortura mesmo nos sonhos. Uma batida na porta faz meu coração subir à boca, meus músculos endurecem eme fazem ficar aleta. A cabeça da Dra. Philipa entra no quarto deixando o corpo por de trás da porta.
-Ey, posso entrar? -ela diz num sussurro.
Eu aceno com a cabeça e ela entra completamente.
-Eu preciso que fales comigo, doce.
Eu simplesmente a olho atentamente, eu não quero falar com ela, eu quero o Christian.
-Se você não quer falar pronto, mas eu só quero que vás para casa o mais rápido possível.
Nesse momento eu subo o olhar para a médica e inspiro forte.
-Qual casa?
-Bom, o gato devolveu a língua, oh minha doce, me diga quem te fez estas feridas, eu preciso entrgar um relatório à polícia.
-Não quero falar com a polícia, eu... eu tenho medo. -minha voz está rouca eu aindo estou a suar, meus dedos entrelaçam em uma dança, eu brinco com eles por que estou nervosa.
-Fale comigo. Conte o que aconteceu na casa dos Grey's?
-Dos... dos Grey's? Eles foram os pais que não tive, durante estes dois dias.
-Então apareces te no jardim deles à dois dias.
-S... sim. -eu engasgo me toda, eu tento falar mas dói me muito.
-Bom, e que aconteceu ontem à tarde, você desmaiou, porque? O que sentiu?
-Eu... eu vi a polícia, pensei que... -eu fecho os olhos lembrando me desse momento doloroso. -eles, devolveram me não foi, eles não me querem. -as lágrimas salgadas rolam por meu rosto suado e quente.
-Não foi isso que aconteceu, meu doce.
-E... então? -ela que estará a falar? Que eles não me entregaram? Então que fizeram?
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50 toneladas do Amor
FanfictionAnastásia tem 15 anos quando fugiu da cabana aonde sua mãe a chicotiava desde o seu primeiro dia de vinda ao mundo. Ela correu e acabou dormindo num jardim de uma casa a 80km da cabana. A família da casa voltou para passar as férias em Seattle. O ra...
