2°Capítulo

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Acordo com Christian ao meu lado. Sinto me segura com ele por perto. Tento não me mexer muito para não acorda lo. Passo meus dedos por seu rosto e beijo suas bochechas.

-Bom dia. -ele está acordado. Será que sentiu meu beijo? -adoro ser acordado desse jeito, sentido seus lábios no meu rosto. -ele sentiu! Ele aproximar se e beija me na testa.

Sinto minhas bochechas queimando. Devo estar vermelha que nem um tomate.

-Você está a sentir se bem?

-Hum hum. -não me saem palavras, estou demasiado envergonhada, estou petrificada que nem uma pedra na sua frente.

-Não precisas de estar envergonhada. Anda vamos tomar o pequeno almoço.

-Posso dar um banho antes, por favor?

-Claro entre naquela porta. Quer ajuda? -e deixar te me ver nua... arrr não!

-Não precisa.

-Ok, grita se precisares. -aceno com a cabeça e fecho a porta.

Abro o chuveiro e tomo um banho rápido. Quando saio seco meu cabelo e visto a camisola.

Entro no quarto e vejo Christian só de boxers.

-Err... desculpa. -viro me engolindo em seco e mordo meu lábio inferior.

-Não têm mal, não vê nada que não possa.

Encaro o e ele dá me uns calções muito curtos da irmã e uma t-shir preta justa ao corpo e um sutiã e uma cueca.

-Vista isto, não vai andar com suas roupas de ontem. -ele sai do quarto e entra na casa de banho.

Tiro minha roupa e visto tudo, epero por Christian sair da casa de banho, não quero andar pela casa sem ser minha.
Entretanto ele sai e encontra me com seus olhos cinza.

-Vamos descer? Que quer almoçar?

-O que você comer...

-Tudo bem, venha meus pais ainda não chegaram.

Comemos panquecas e bacon com chá. Estava maravilhoso, eu nunca comi nada assim, o pedaço de carne nojento dáva me só arroz e salsichas. Todos os dias, quando me portava bem.  Sim eu tentei fugir várias vezes, mas após 15 anos, consegui. E arranjei pessoas para me proteger dela. Ela batia me desde que nasci, dizia sempre o mesmo.

Flash back on

-Tu és a causa dos problema... -uma... chicotada. -teu pai se soubesse de ti matava me sua porca. -dua... chicotadas. -és um traje que eu uso para fazer minha raiva sair. -três... chicotadas. -ah... como eu te odeio... eu mato te. Eu mato te. -berra ela e... quatro... chicotadas.

Ela saía e deixava me presa ao teto, nua. Com dores. Eu contava todos os dias. Este foi o que teve menos chicotadas. O máximo foi 124 e o mínimo foi hoje de 4. Choro, as lágrimas caem no meu rosto e descem pelo meu corpo. Dói tanto e estar pendurada faz doer mais. Dormir é a solução.

Flash back off

Ainda sinto a dor nas costas e braços... mas tenho que estar feliz, ela não vai te ver nunca mais. Nunca mais. Abraço me e Chris beija me na bochecha.

-Está tudo bem, eu protejo você de tudo e todos, ouviu?! -aceno com a cabeça e ele leva me ao jardim por trás da casa. -Então Anastasia, conte sua história, alguém machucou você violentamente!

-Desculpa, mas eu não quero falar, está um dia lindo para estragar com meu passado. -eu não quero que tenha pena de mim, ou nojo. Não posso contar para ninguém, eu fazia chi-chi na cadeira que sentava e dormia durante dias. Eu não posso falar com ninguém. "Nem ninguém ia te querer depois disso, sua porca." É duro ouvir meu subconsciente, mas eu sei que é verdade tudo que ele diz.

-Tudo bem, eu não quero que fique se machucando com seu passado. Vive o presente, Anastasia.

-Trate me por Ana. Só Ana.

-Tudo bem, Ana. -ele abraça me e planta um beijo casto em meu cabelo. -sente se. -ele aponta para uma espreguiçadeira em frente da piscina.

-Então você mora aqui?

-Não, eu sou da Califórnia. Venho passar férias durante três meses. -nesse momento eu sinto uma tristeza que me agoniza o corpo todo.

-Então três meses... hum. -só me apetece chorar e beijar aquela boca devidamente formada, deve ter sido feita por deuses, aquela boca... perfeitamente esculpida.

-Ey, não fique assim, você ficará sempre comigo. Para sempre! -ele puxa me para o seu colo e abraça me.

-Mas sua mãe...

-Não importa, nada nos vai separar. -ele planta um beijo no canto da minha boca.
Encosto a cabeça a seu peito e descanso. Sinto me bem, segura, feliz e amada. Desde que cheguei tenho lutado com estes sentimentos profundos.

Ouço o carro dos pais de Christian, salto do seu colo e deito me na espreguiçadeira ao lado. Christian solta uma gargalhada.

-Então meninos, esta é Britney, irmã de Christian.

Ela apresenta uma rapariga alta, negra, bem vestida. Seus cabelos encaracolados pretos, realçam seus olhos azuis. Ela veste um vestido vermelho que lhe só lhe cobre metade das pernas, é bastante justo e têm um fecho dourado de lado, o que personaliza o vestido.

-Olá, você deve ser a Anastasia. Britney, prazer. -ela estende uma mão e eu aperto a. Ela solta um sorriso acolhedor e eu retribuo.

-Prazer.

-Mamã, vou desfazer as malas e dormir, Itália dá cabe de mim.

-Tudo bem Britney.

Ela sai do jardim e entra na casa, a Sra. Grey manda um sorriso para Christian e segue Britney.

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