Essa é a parte dois da história, então se você não leu a 1º, recomendo que leia para que tenha melhor compreensão. Beatriz agora tem 22 anos e é convencida por sua prima a sair de sua zona de conforto e ir trabalhar fora.
ATENÇÃO!!
> Possui palavra...
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A música já não era mais romântica. Continuava lenta, mas tinha um tom mais sexy..sei lá.
Vinnie distribuía beijos pelo meu pescoço. Me virei de costas para ele e rebolei devagar, no ritmo da música, fazendo com que ele apertasse minha cintura e me pressionasse contra ele.
– Não começa o que você não vai terminar Bea..– Ele sussurrou no meu ouvido, o que me fez arrepiar.
– E quem te garante que eu não vou terminar?– Me virei de frente para ele.
Ele sorriu e juntou nossos lábios novamente. O beijo agora era rápido e necessitado. Eu puxava alguns fios de cabelo seus enquanto ele pressionava minha cintura com força.
– Vamos sair daqui.– Vinnie sussurrou e eu assenti segurando em sua mão.
Vinnie saiu me puxando, íamos esbarrando em alguma pessoas, mas Vinnie fazia pouca questão, diferente de mim, que a cada um passo murmurava um "desculpa".
Vinnie abriu uma porta que revelou um banheiro bem grande. Ele me puxou para dentro e trancou a porta.
O loiro segurou na minha nuca e me puxou para para perto de si, logo iniciando uma beijo. Nós dois estávamos desesperados por isso.
Eu u arranhava as costas de Vinnie por de baixo de sua roupa, que logo fiz questão de tirar uma parte, deixando ele apenas com a blusa branca de mangas cumprida e sua calça.
Vinnie abaixou um pouco o tronco e segurou nas minhas coxas, me dando impulso para sentar na grande pia de mármore.
Ele levou suas mãos até minha coxa, apertando o local e subindo meu vestido devagar. Vinnie foi descendo seus beijos até meu pescoço.
– Você tá muito gostosa nesse vestido, mas acho que ficaria mais ainda, sem ele.– Vinnie falou enquanto puxava o meu vestido, fazendo ele subir e logo foi arremessado no chão do banheiro.
O loiro se ajoelhou, ficando na altura da minha intimidade. Ele começou dando beijos na parte interna das minhas coxas e depois na minha intimidade ainda coberta pela calcinha.
– Vai logo com isso Vinnie.– Murmurei e ele sorriu, logo puxando minha peça íntima de uma só vez.
Quando sua respiração quente bateu contra minha intimidade, senti meu corpo contrair e sem querer soltei um gemido.
– Mas eu nem fiz nada.– Ele disse com um sorriso de canto em seus lábios.
– Vai logo Vinnie.–
– A senhora que manda.–
Rapidamente, Vinnie aproximou seu rosto e começou a distribuir beijos pela minha intimidade, depois introduziu sua língua e os dedos ao ato. Ele pressionava meu pronto G e me fodia com sua língua enquanto eu gemia e clamava por mais.