Essa é a parte dois da história, então se você não leu a 1º, recomendo que leia para que tenha melhor compreensão. Beatriz agora tem 22 anos e é convencida por sua prima a sair de sua zona de conforto e ir trabalhar fora.
ATENÇÃO!!
> Possui palavra...
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Acordei mais cedo que o normal hoje, e pela primeira vez eu estava com vontade de levantar cedo, hoje poderia ser um dia produtivo.
Levantei da minha cama e fui direto tomar uma banho e lavar meus cabelos.
Quando terminei de me arrumar, fui para a cozinha e preparei um café da manhã bem reforçado com pão, queijo, ovos, suco e uma barra de cereal.
Charli me daria carona até a esquina da advocacia já que ela passa por lá todos os dias, então fui até seu apartamento chamá-la.
– Parece que alguém está bem humorada hoje.–
– Estou normal, só acordei um pouco mais afim de existir.– Falei e ela riu.
– Vamos, tenho que passar no Dunkin ainda.–
Passamos em um drive-thru para pegar um café gelado para a Charli e logo ela me deixou na advocacia.
Percorri um pequeno caminho da esquina até meu destino e já fui recebida por Beth e Kelly que tinham olhares curiosos.
– Bom dia meninas!– Falei e elas disseram o mesmo.
Conversei um pouco com elas e depois fui para minha sala.
As portas do elevador se abriram e eu rapidamente me direcionei até a porta da minha sala, que não estava trancada...eu tinha a trancado antes de viajar...
– Aí que susto!– Quase berrei assim que vi Vinnie sentando na minha cadeira com os pés em cima da minha mesa.
– Tira os pés da minha mesa seu folgado!– Falei rindo.
– Bom dia pra você também, tentei te fazer uma surpresa mas parece que alguém não está tão humorada assim.–
– Muito pelo contrário, hoje eu acordei mais humorada do que o normal. Eu só não esperava que você estivesse aqui, e principalmente com os pés na minha mesa.– Vinnie soltou uma risada baixa.
– Afinal, o que está fazendo aqui?– Perguntei e Vinnie se levantou da cadeira, vindo em minha direção.
– Já te disse. Uma surpresa.– Vinnie chegou tão perto que eu conseguia sentir sua respiração quente contra meu rosto.
– Eu..–
– Shiiiii...– Vinnie me interrompeu colocando seu indicador sobre meus lábios.
– Você achou que ia se livrar de mim quando chegássemos?– Ele perguntou.
– É, eu achei.– Brinquei.
– Sinto em te informar, mas você achou errado.–
Em um ato ágil, Vinnie puxou meu rosto em direção aos seus e atacou meus lábios. Suas mãos se direcionaram a minha cintura, a apertando e me puxando mais para si. Nossas línguas travavam uma guerra por espaço, e quando a falta de ar se fez presente, Vinnie juntou nossas testas enquanto recuperávamos nosso fôlego.