Apenas o contexto: Você é nova no inferno, e está perdida, até você esbarrar em alguém que lhe chamou atenção.
[S/n] pov•°
Chuto a latinha em minha frente enquanto andava com a mão no bolso, com a cabeça baixa, relembrando da cagada que fiz. Algumas vezes erguia a cabeça para não esbarra em alguém, e pensarem, que eu fiz aquilo por pura espontânea vontade. E, então, reparo que no inferno não é muito diferente lá em cima, só que aqui têm suas peculiaridades.
"Porra! Não poderia ser um lugar mais limpo, não?!" -Pensei. Os cheiros fortes se instalavam em meu nariz, eram lixos, corpos... Ook... Tudo bem!Estamos no inferno, pensou que estaria em conto de fadas? É bem provável que você encontraria pessoas que cometeram tráfico de anões aqui.
Mas retornando a realidade, eu me lembro de ter me metido em uma briga antes mesmo de ser baleada. Eu estava apenas ajudando um amigo, nada demais... Certo?
Ele me disse que estava devendo para um agiota filha da puta, e eu estava com uns dos seus capangas no local que o agiota havia combinado, bem distante da civilização, só nós. A gente trocava umas ideias, até que o filha da puta chega em sua limose, logo atrás dele seus comparsas.
Fizemos um acordo, mas acontece que o filha da puta não concordo, e, queria seu dinheiro imediatamente, e que meu amigo só tinha duas semanas apenas para entregar o dinheiro em uma quantia altíssima. Então, decide usar minha mentira ao meu favor -quase que o cara caí igual patinho- . Mas tudo desanda quando um dos nossos capangas atira no ombro esquerdo do cara. Então, houve trocas de balas.
Eu rapidamente pego meu taco de beseball e começo a massacrar seus crânios. Os caras pediam por misericórdia, dizendo que tinham família, mas não gorjetei, e esmaguei suas cabeças. Eu estava toda ensanguentada. Enquanto eu finalizava um dos seus comparsas, ele me baleou em meu abdômen, eu encaro o agiota que segurava o revólver com as duas mãos; eu largo o taco de baseball, e cambaleio para trás, logo caindo no chão. Após ter tido contato com o chão, o agiota que estava em meu campo de visão, morre logo depois, com um tiro na cabeça, caindo no chão ao meu lado espalhando sangue em todo canto, até em mim.
Levanto-me com uma mão em meu abdômen, e caminho vagarosamente até um carro opala vermelho. Abro a porta, e sento-me no banco do volante, ainda tentando estocar o sangramento. Estava tudo turvo, e em minha frente, vejo pessoas morrendo brutalmente; uns sendo decapitados, e outros sangrando até a morte.
Não parava de sangrar. Estava suando frio, frustrada, com medo da morte, meus olhos pesavam. Após piscar uma ou dois vezes, eu finalmente os descanço......
Eternamente.
"Então... Esse é o meu fim!?"
-Merda... -Esbarro em alguém- Tá vendo não, caralho? -Esbravejo o encarando seriamente.
-Porra! -O mesmo resmunga- Você me fez derramar café quente em mim, sua corna!! -Disse o mesmo olhando sua roupa toda exarcada de café.
-Como você me chamo? -Franzi o cenho. O mesmo que antes tentava limpar a mancha de café que acabará de caí em sua roupa, me olha de imediato, de cima pra baixo.
-C-O-R-N-A! Corna! -O mesmo soletra.
"Ah! Esse cara tá de gozação com minha cara!" -Pensei.
-Filho de uma prostituta!! -Murmurei cerrando o punho.
-Quem faz cara feia pede beijo. -O mesmo se levantou, batendo em sua roupa- O que foi? Perdeu... -Dou um soco na sua fuça. O mesmo grunhiu de dor, pondo a mão no rosto- Você tem merda na cabeça?! -Disse o mais [alto/baixo].
-Isso é pra você aprender a nunca mais me chamar de corna, ouviu? -Indago.
-Tá bom. Eu entendi. -Afirmou com a cabeça ainda com a mão em seu rosto.
-Uhum. Espero mesmo. -Murmurei pra mim mesmo de braços cruzados passando meu peso para minha outra perna, o encarando de cima a baixo.
-Nossa garota, você tem força! Gostei de você! -Disse o mesmo brevemente, sorrindo de canto logo em seguida- Ah é, eu sou Blitzo. -Disse, estende a mão. Não hesito e o cumprimento em um aperto de mão.
-Prazer Blitzo, sou [S/n][S/s]. -Desfaço o aperto de mão.
-Você deve ser a novata, estou certo? -Disse franzindo o cenho apontando o indicado para mim.
-Não. -Disse simplista, dando de ombros.
-Você precisa de alguma ajuda? -Disse Blitzo, ignorando totalmente o que eu disse- Você me parece perdida. -Indagou o mesmo.
-É, eu realmente tô perdida. -Coço a nuca.
-Venha comigo! -Pega em meu pulso, e saí me arrastando.
-Mas e o soco que eu te dei? -Disse, confusa.
-Não foi nada. -Disse, ainda segurando meu pulso.
"Cara louco!!" -Pensei.
jump in time•°
-[S/n]! -Minha atenção é desviada pela Millie, que acabará de sair do escritório do escroto do Blitzo.
-Sim? -Encaro a mesma, que sorria.
-O chefinho tá te chamando. -Disse se sentando ao lado de Moxxie. Levanto-me e vou até a porta. Abro a porta vagarosamente, e coloco a cabeça pro lado de dentro do escritório, e o chamo.
-Chefe? -Após chamar o mesmo, adentro em seu escritório e fecho a porta atrás de mim. Me aproximo de sua escrivaninha. O mesmo está de costas com sua cadeira giratória.
-Poderia fazer um favor para mim, [S/n]? -Indagou o mesmo se virando para mim, com seu semblante neutro.
-Depende. -Afasto uma cadeira e sento-me na mesma.
-Ok. -Se aproxima, e se apoia em sua escrivaninha- Poderia dá pra mim... Digo... -Engata a garganta- Poderia comprar o almoço para mim? -Disse sorrindo ladino.
-Como se eu tivesse outra opção. -Bufo, e reviro os olhos. Levanto-me.
Antes que eu fosse sair, Blitzo me chama.
-Ah! Eu quero o mesmo de sempre, ok? -Blitzo se levanta e caminha em minha direção, e me olha de cima a baixo com um sorrisinho suave, esperando resposta minha- Ok? -Indagou.
-Ok, ok. -Me retiro. Caminho furiosa, batendo os pés no chão até o elevador.
"Merda! Se soubesse, não teria aceito, mas não tinha outra escolha mesmo." -Pensei.
Aperto o botão do térreo, e encosto de frente com braços cruzados, fechendo-se as portas logo em seguida.
Notas finais
Espero q gostem.
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Imagines of Helluva Boss
FanfictionConteúdo sexual, violência e palavras de baixo calão. ɐɹnʇıǝן ɐoq💕 Esta imagine não tem a intenção de alterar no enredo da história da websérie do YouTube. 👍
