Open Sesame

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{DESCULPEM O SUMIÇO, faz bastante tempo que eu não venho atualizar essa fic, mas aqui estou eu, oi, tinha perdido a vontade de escrever e quase abandonei a fic por uns motivos ai, vou deixar no ar,,,,,,,,,,,,,

Mas eu voltei e com a cara de pau de ficar tanto tempo sem escrever e depois aparecer com um capitulo tão pequeno, enfim, leiam e comentem por que comentar é legal e popular x}

[Louis' POV]

Estou em choque, Eleanor, ela foi incrível, liderando aquela batalha com aquela coisa, aquele, monstro, mas agora ela está deitada nos fundos do ônibus de Niall.

Cara me disse que com uma hemorragia daquelas, ela não duraria muito tempo, provavelmente até o amanhecer ela já vai estar morta, e eu me sinto na obrigação de ir falar com ela, ela foi realmente muito incrível salvando a gente, eu mal conseguia me mexer na presença daquela coisa, ela salvou todo mundo e agora eu me sinto culpado de ter tratado ela tão mal por tanto tempo, afinal, ela só queria ajudar e ser uma boa pessoa. No fim ela conseguiu. Eu subo no ônibus e vou na direção dela, ela ainda esta desmaiada.

- Eleanor - eu começo - eu sei que eu não fui a melhor pessoa que já cruzou seu caminho. Na verdade eu fui um merda e eu me sinto muito culpado por isso, você é incrível e se não fosse por você eu não estaria aqui agora - eu pego a sua mão que ainda existe e a aperto entre as minhas - então... eu gostaria de pedir desculpas e dizer obrigado, obrigado mesmo, por me salvar e por salvar todos que eu amo, se eu pudesse fazer alguma coisa como retribuição eu juro que eu faria, mas mesmo que nós não estivéssemos em pleno apocalipse zumbi, eu ainda estaria de mãos atad... - paro no meio da palavra quando percebo que a expressão que escolhi não é a mais apropriada - desculpe - me levanto e dou um beijo em sua testa, em seguida saio andando, me preparando para acender a fogueira.

[Harry's POV]

Quando acordo eu estou em plena queda, entre a porta de uma câmara hidrogenada e o chão, mas felizmente eu nunca chego ao chão, ao invés disso, eu paro nos braços de uma mulher, ela é magra e loira, cabelos curtos e segura uma sub-metralhadora, ela me parece familiar.

- Hmm - gemo, ainda estou tonto por causa da câmara - onde eu estou? Quem é você?

- Oi, amiguinho - ela diz com um sorriso - meu nome é Miley, estes são: Demi - ela aponta para uma mulher da mesma idade que ela de cabelos castanhos com as pontas lilases - Adam - um homem um pouco mais velho e bem atraente - e por ultimo, Greg - um homem loiro que me lembra muito Theo. - nós estávamos na mesma caravana que você, fazemos parte do grupo de pessoas que ficou para trás, não queríamos vir para cá - ela explica e tudo faz sentido na minha cabeça, é de lá que eu os conheço, menos Greg, Greg não estava lá.

- Não me lembro de você lá - digo para Greg .

- Nos encontramos depois - ele explica - em um super-mercado.

- O que vocês fazem aqui? - pergunto.

- Longa historia - Greg é interrompido pelo soar de um alarme - tempo curto, vamos sair daqui agora. Onde está Theo?

- Na cela dele, eu acho - respondo, ainda tonto.

- Temos que ir - Demi grita antes de ter a cabeça estourada por um tiro.

- DEMI! - Miley grita em plenos pulmões - NÃO!

- VAMOS - Greg grita puxando o braço de Miley e pulando o corpo de Demi enquanto eu pego a arma dela, uma pistola, Louis não está mais em meu cinto - Temos que ir.

Saímos da sala e entramos em um corredor, corremos em qualquer direção em busca de um elevador para poder ir até as celas e pegar Theo.

Depois de muito tempo correndo e atirando em guardas fortemente armados, nós chegamos à cela onde Theo está encolhido em posição fetal, gemendo de dor.

- Theo - Greg o chama - vamos embora desse buraco agora.

Theo se levanta, mas aparentemente ele está sentindo muita dor porque ele cai novamente no chão com um gritinho de dor.

- Que foi Theo? - pergunto - o que aconteceu enquanto eu estava preso?

- H-Harry - ele tenta falar - e-eu... - e desmaia.

- Pode deixar comigo - Adam diz, pegando Theo e colocando nas costas - se segure bem Theo.

Saímos da cela e damos de cara com um fluxo de guardas, uns 50, se não forem mais, estão todos armados, e apontando para nós, vamos todos morrer, estou quase perdendo a esperança quando um fino alarme atravessa meus ouvidos.

- O QUE ESTÁ ACONTECENDO? - Grito.

E então todas as celas se abrem...

Dead SurvivorsOnde histórias criam vida. Descubra agora