Boa notícia pessoal, este não será o último capítulo :)
Beijos
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Juro que na hora em que a ví, quase desmaiei.
- O que faz aqui? - pergunto tremendo.
- Filha, você está tão linda. - diz se aproximando de mim e tentando me tocar, mas eu recuava.
- Não me chame de filha.
- Por favor...
- O que está fazendo aqui? - grito. - Como me achou?
- Se acalme e eu...
- Me acalmar? Você viu meu pai me expulsando de casa e não fez nada, você dizia que me amava, mas eu estava completamente enganada não é?
- Maya...
- Nunca ví uma mulher tão submissa assim ao marido. Por uma filha a gente devia enfrentar a todos, não importa quais são os obstáculos.
- Você não entende, foi muito difícil para mim também.
- Difícil? Isto porque não sabe pelo que eu passei!
- O que está acontecendo aqui? - olho para trás e vejo Alex. - Quem é essa senhora Maya?
- Sou a mãe dela.
Alex se aproxima de mim e me abraça.
- Saia dessa casa.
- Eu preciso falar com você Maya, por favor.
- Não tem nada para falar com ela. - diz Alex respondendo por mim.
- Tenho sim. - ela se ajoelha diante de mim. - Por favor filha, precisamos conversar.
- Não tenho tempo, vou me casar daqui a poucos minutos.
- Eu prometo que vou levar menos tempo, eu prometo.
- Tudo bem, mas quero que Alex fique aqui comigo. - digo olhando para ele.
- Formam um casal lindo.
- Por favor mãe, levante-se, vamos conversar.
Ela faz o que peço e caminhamos até o sofá. Eu e Alex sentamos de um lado, enquanto ela se senta do outro.
- Sei que deve ter muitas perguntas mas...
- Para onde vocês foram? Eu tentei entrar em contato com vocês depois, mas não os achei.
- Depois que seu pai a espulsou, nós brigamos...muito, ele foi muito...agressivo.
- Bateu em você?
- Sim.
- Não o denunciou?
- Não.
- Porque?
- Porque não sei onde ele está.
- Como assim?
- Ele saiu de casa, levando... - começa a chorar.
- Levou meus irmãos?
- Sim, infelizmente. Não pude fazer nada. Depois que me bateu, eu desmaiei. Quando acordei nâo estava mais lá.
- Temos que acha-lo, rápido, quem sabe o que ele está fazendo com eles. Meu deus!
- Como eu estava...sem nada, sem dinheiro. Não podia pagar contas, nem a casa, então eu saí de lá.
- Foi para onde?
- Digamos que vivi na rua por um tempo, eu não tive sorte. Ninguém me ajudou, ninguém.
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Quero que me ensine (De volta dia 15/01/17)
RomansaACONSELHAVEL PARA MAIORES DE 18 ANOS PLÁGIO É CRIME DIAS DE POSTAGEM: DOMINGO DE VOLTA DIA 15/01/17
