Quando o médico aparece horas depois querendo dar notícias sobre Joana, meu coração aperta mais ainda, temendo más notícias, temendo sua morte.
- E então? Como ela está doutor?
- Felizmente ela sobreviveu, embora esteja em um estado muito delicado.
- Corre muito risco de vida?
- Sim.
- O que devemos fazer agora?
- Faremos alguns exames, e vamos esperar.
- Posso vê-la?
- Ainda não.
- Mas...
- Deixe ela descançar, vai ser melhor. Álias, ainda nem acordou.
- E quando vai acordar?
- Não sabemos. O que recomendo agora é que vá para sua casa e descance, passe na recepção, assine os papéis e entraremos em contato assim que houver alguma melhora ou quando puder vir visita-la. Podem me dar licença? Se precisarem de algo me procurem, meu nome é Leandro.
- Claro, pode ir. - responde Alex.
O médico vai embora, me deixando desolada com sua notícia.
- Joana vai ficar bem, não se preocupe Maya.
Neste momento, algo ferve dentro de mim. Eu só pensava que iria perde-la, que Joana iria morrer e eu nunca mais a veria. Ela fez tanto por mim, nunca serei capaz de recompensa-la. Não, ela não podia morrer agora.
- Quero ve-la! - grito.
- Amor, Leandro disse para...
- Não interrassa o que ele disse, já falei que quero ve-la. - digo, começando a ficar desesperada e correr em qualquer direção, tentando encontrar o quarto onde Joana estava.
Como havia entrado naquela área restrita, vários enfermeiros apareceram, me agarrando e tentando me tirar de lá, enquanto eu gritava e fazia de tudo para me livrar deles. Teve um momento em que há ví, estava na sala no final do corredor, como tinha uma grande placa de vidro eu pude ve-la lá dentro. Deitada naquela cama, e nós aqui fora, preocupados e querendo saber quando e se iria acordar.
Esta é a última coisa de que me lembro, antes de desmaiar.
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Acordo meio perdida, sem saber onde estou. Instantes depois me lembro do que aconteceu e de que eu estava no hospital.
- Como se sente Maya? - pergunta Alex.
Ele estava ao meu lado, com sua mão sobre a minha.
- Cadê a Joana? Ela já acordou?
- Ainda não, mas já dei minhas informações pessoais e me garantiram de que se acontecer alguma coisa eles me ligam.
Olho para meu corpo e vejo algo estranho, estava com uma camisola branca de hospital.
- Eu mesmo mandei retirarem seu vestido e botasse outra roupa mais confortável.
- Me desculpe.
- Pelo o que?
- Por ter estragado esse dia tão especial.
- Nâo se preocupe com isso, o importante no momento é que você esteja bem e saudável.
Sorrio para ele, estico levo minha mão até seu rosto e o acaricio.
- Eu te amo. - sussuro.
- Eu te amo mais ainda.
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Quero que me ensine (De volta dia 15/01/17)
RomanceACONSELHAVEL PARA MAIORES DE 18 ANOS PLÁGIO É CRIME DIAS DE POSTAGEM: DOMINGO DE VOLTA DIA 15/01/17
