Um ano depois
Um ano havia se passado desde que o Henry e eu voltamos da Inglaterra.
Havíamos adiado nosso casamento pois não era mais possível comemorar logo após a morte do pai dele, eu principalmente não achava certo, era melhor esperar mais um pouco apesar de que seis meses depois ele ficava me importunando.
- Vamos casar.
- Não! Estou atolada com com o projeto da escola. - Dizia mas ele sempre trazia o assunto de volta.
E foi assim que acabamos aqui.
Comigo de trás de uma porta dupla, com as mãos tremendo segurando um buquê de flores coloridas, com o meu pai ajeitando meu véu.
- Você consegue. - Ele disse antes, mas logo sussurrando em seguida. - Se quiser fugir eu dirijo.
- Paaai!! - Reclamo e ele apenas dava uma risada. - Obrigada, por estar aqui comigo.
- Não perderia esse dia por nada. - Ele diz pegando minha mão e passando meu braço no dele, dando um tapinha para me acalmar. - É a hora do show.
E assim as portas duplas se abriram e eu encontrei os olhos de Henry Cavill do outro lado do corredor, parado em pé no altar me esperando, nossos olhos se encontram naquele momento e o nervosismo que eu sentia, simplesmente desaparecia.
Só restava aquela necessidade urgente e caminhar até ele, de o encontrar do outro lado do altar.
Essa necessidade me faz caminhar até ele, até o momento em que meu pai me soltava e colocava minha mão sobre a do Henry, ouvia suas bênçãos mas não podia tirar os olhos do homem com quem eu iria me casar.
Nossas mãos unidas enquanto o padre proferia as palavras sagradas, após um ano adiando o casamento havíamos concordado com duas cerimônias. A primeira fora rápida, no cartório, mas agora eu sentia que era para valer, entendia porque ele queria tanto casar na Igreja e sinceramente quem conseguiria dizer não para Henry Cavill?
Com um sorriso no rosto eu dizia Sim. Sempre.
Não podendo demorar mais para que seus lábios toquem nos meus, quando nossas alianças eram colocadas e nossos votos recitados, nada inovador, dizíamos os votos tradicionais da igreja.
Na saúde e na doença.
Na riqueza e na pobreza.
Até que a morte nos separe.
Sim.
Sim.
Sim.
Henry sorria para mim, seus olhos azuis brilhando com as lágrimas enquanto segurava o choro, minhas mãos subiram para a gola de seu smoking e eu o puxava para mim, o beijando com todo o ardor do meu coração. Deixando nossos lábios se unirem assim como nos unimos em matrimônio, com as lágrimas salgadas deslizando por nossas faces.
Não lembrando de nada da festa, pois eu só queria jogar aquele homem na cama do hotel que iríamos passar aquela noite.
Victor estaria sob os cuidados de sua avó materna enquanto os pais estariam ocupados.
Muito bem ocupados.
- Clara! Vai de vagar. - Cavill dizia enquanto eu saia correndo pelos corredores do hotel, segurando na saia do longo vestido branco e o puxando até os quadris para que eu não tropece na barra.
Ele corria logo atrás de mim, tentando me alcançar.
- Tente me pegar, garotão! - O provoco. Virando no corredor e podia ver a porta do quarto se aproximando.
Nossas risadas eram altas e ecoavam pelas paredes, não me importando com quem pudesse nos ouvir.
Minha mão quase alcançando a maçaneta da porta quando sinto um corpo enorme se chocando contra o meu, Henry me botava contra a porta, me prendendo entre ela e seu corpo, eu virava olhando para ele, nossos peitos ofegantes se tocando.
- Te peguei. - Ele diz com sua voz grave e sussurrada.
A porta se abria atrás de mim e ele me erguia em seus braços, era carregada e jogada contra a cama. Nesse momento ele se afasta para tirar sua gravata e o paletó.
Minhas mãos deslizando pelos lençóis da cama, quando eu digo.
- Isso é seda?
Minha fala faz ele gargalhar balançando a cabeça quando retorna a cama somente de cueca, seu corpo cobrindo o meu. Nossa esse homem sempre foi tão grande assim? O olhava sedenta, percorrendo minhas mãos por seu peitoral e deslizando para dentro de sua cueca, segurando sua ereção enquanto os lábios dele se ocupavam em beijar meu pescoço e descer para os meus seios.
- Droga! Você está vestida de mais. - Ele dizia gemendo e olhando meu vestido, então via um sorriso lerdo em seus lábios.
- Henry? Não! Henry! Não! - Começo a gritar quando ele coloca as mãos no tecido branco. - ISSO FOI CARO! - Mas já era tarde.
Aquelas mãos enormes do meu marido, rasgam meu vestido na altura de meus seios, os deixando exposto já que não usei nenhuma lingerie além da calcinha.
- Eu te compro outro. - Ele diz terminando de rasgar o vestido de noiva e me deixando quase nua, somente a peça delicada de renda cobrindo minha intimidade. - Deus! Minha esposa é linda.
- Linda e brava! Isso era especial! Sabe quanto custou? Você tem ideia de quantas horas passei....
- Shhh!! Cala a boca, Clara. - Henry me mandava, pondo um dedo entre meus lábios, então seu dedo deslizando por eles, acariciando e eu não resisto e beijo seu dedo longo e grosso. O sugando com meus lábios enquanto ele ainda dizia. - Só cala essa boquinha gostosa.
Soltava seu dedo um som estalido. - Então me cale.
Ordeno e ele vinha me calar com sua boca, seus lábios tomam os meus de forma bruta no início, enquanto ele retirava minha calcinha com uma mão e a outra procurando a minha mão na cama, nossos dedos se encontram, ficando enlaçados. Não demoro a sentir o próprio membro dele encostando em minha entrada, ele apenas me provocando, me tocando lento. Sentindo que eu estava molhada e pronta a ele, abrindo bem as pernas e prendendo seu corpo entre elas, levando a mão livre para as costas malhadas do mesmo.
- Henry..... Eu te amo. - Sussurro olhando em seus olhos quando ele se afastou o bastante apenas para se encaixar.
Eu o amava com todo o meu ser. De forma bem piegas.
Eu amava como ele chamava meu nome sempre que eu o irritava.
Eu o amava mesmo quando rasgava minhas roupas.
Nosso amor podia ser clichê.
Podia ser uma Fanfic mal escrita.
Mas não importava.
Apenas que eu realmente o amava e estava disposta a lutar pela gente. Mesmo que o nosso maior inimigo fosse eu mesma.
Ele apenas sorria daquela forma linda e perfeita, descendo seu corpo contra o meu enquanto seu pau entrava em minha buceta, me preenchendo.
- E eu te amo, sua bobinha maluca. - E era tudo o que eu queria ouvir.
Seus movimentos começam de vagar, saindo e entrando dentro de mim, até ele aprofundar e ficar mais rápido, fazendo com que eu grite a cada estocada forte e bruta. Quando se esvazia dentro de mim, estou exausta, mas ele apenas saia e me virava de lado na cama, erguendo uma de minhas pernas em seu braço e entrava novamente em mim, com um braço por baixo de minhas costelas, pondo uma mão em meu seio e provocando meu mamilo em riste.
Seus lábios depositando beijos molhados em meu pescoço e nuca.
Fechava os olhos e levava uma mão para trás, tocando em seus cabelos e o puxando quando sentia meu corpo trêmulo com o prazer que me percorria. Ele estava parecendo uma máquina de sexo que não estava disposto a parar agora.
Mesmo quando decidiu ir beber água e me deixou dar somente alguns goles para me refrescar, naquela noite. Na nossa lua de mel.
Na nossa noite de núpcias.
Henry me colocou de quatro e depois de joelhos.
Fodendo meu corpo, minha boca.
Me marcando como sua.
Enquanto eu o marcava como meu.
Reivindicando um ao outro na nossa união matrimonial.
Nada mais poderia nos separar.
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O Casamento do Chefe do Meu Pai (+16)
FanficTODOS OS DIREITOS RESERVADOS. Maria Clara acabou de ter um filho com Henry Cavill, o homem que foi responsável pelo seu primeiro beijo e por muitas dores de cabeça. Agora estão planejando um futuro juntos, Henry a pediu em casamento e após muita in...
