26° Meu Pesadelo

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Caroline

Afundando no fundo daquele breu, enquanto sentia meu corpo ser puxado e or ar acabando. Tudo parecia estar finalmente calmo, mas então eu sinto meu corpo ser puxado para cima de volta.

Nunca Encontro Paz.

Voltei praticamente sem ar, meu peito doía para respirar por conta da água que eu havia engolido, ainda não conseguia raciocinar direito oque estava acontecendo.

-Ei, Carol, acorde!-Uma voz masculina diz

-Quem é você?-Me esforço para o olhá-lo

-Sou eu, Nate-Ele diz

Há, que porra.

-Vai terminar de afogar?-Pergunto ironicamente

Ele me solta e eu caio no chão bruscamente.

-Aí porra!-Falo sentindo uma dor em minhas costas

-Eu te salvo e é assim que me agradece?-Ele me olha

-Não pedi nada!-Grito

-Você ia se matar?-Ele pergunta

Eu ia?

-Obrigada-Pego minhas coisas e começo a caminhar

-Espere, você está bem?-Ele me segura e me olha preocupado

O olhei sem entender, porque ele estava preocupado comigo?

-Porque está preocupado?-Pergunto e ele abaixa

-Porque você era minha amiga-Ele dispara e eu me surpreendo

-Você que me trancou lá não é?-Disparo e ele desvia o olhar -Com onze anos, no escritório do seu pai?-Falo esperando por uma responda

Nate olha para o lado, e respira fundo.

-Sim, eu queria que soubesse-Ele fala nervoso -Queria que todos soubessem

Ele passa a mão em seu cabelo impaciente.

-Achou que eu fosse falar para todo mundo?-Pergunto confusa

-Achei, você era mais corajosa que eu na época— Ele diz e enfim me olha.

-Seu pai me dava medo, não devia esperar muito-Dou de ombros colocando meu sapato

Me levanto e começo a caminhar até minha bicicleta.

-Carol, ei-Ele me chama

-Eu tenho que ir-Falo subindo a rampa que dava acesso a rua

-Sinto muito-Ele diz me olhando-Você quer...

O corto antes de terminar de falar.

-O TBT foi ótimo, mas já acabou-Falo sem paciência e saio

Nate fica parado me olhando sumir nas ruas escuras.

Voltando para casa enquanto tentava digirir tudo que havia acontecido a alguns minutos antes, um carro para em meu lado.

-Porquê você tá toda encharcada?-Ele abaixa o vidro

Fezco.

-Fezco, oi-Sorri simples-Piscina, sabe como é né?-Dou de ombros

-Quer carona?-Ele pergunta

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Parecia que ele sabia que eu não estava bem, o caminho inteiro ele segura minha mão e a acaricia.

Durante o caminho ficamos em silêncio, mas não calados, nossos olhares significavam muito mais que palavras.

-Você quer ir para sua casa?-Ele pergunta

-Quero sim-Sorri simples

Então assim ele fez.

Parando o carro em frente a minha casa, vejo Steve espiar bela janela da casa.

-Se cuida-Fezco me diz

-Você também-O beijo

-Não faça nada que eu não faria-Ele diz e sorri de lado

-Certo!

O ruivo arranca com seu carro sumindo.

Entro em casa e Steve estava no sofá lendo algo.

-Carol-Ele me chama e eu me viro para olhá-lo-Seu namoradinho?

Ele ri.

-Acho que sim, nunca falamos sobre isso

eramos namorados?

-Bom, pareciam ser-Ele dá de ombros

-É eu percebi você olhando

Ele fica envergonhado.

-Não era eu....-Ele diz-Deixei comida para você

Ele muda de assunto.

-Obrigada

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Depois de me desfazer daquela roupa molhada e tomar um banho quente me jogo em minha cama.

Oque eu e Fezco tínhamos?

Nunca havia me perguntado se era um rolo ou algo a mais.

Deveria perguntar?

Não queria pressioná-lo nem nada, mas definitivamente eu perguntaria.

Amor e Caos - FezcoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora