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Me chamo Zoey Lemos, tenho vinte anos e estou prestes a começar a faculdade de artes cênicas, isso mesmo, quero ser atriz, só que de teatro

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Me chamo Zoey Lemos, tenho vinte anos e estou prestes a começar a faculdade de artes cênicas, isso mesmo, quero ser atriz, só que de teatro. 

Acho o mesmo simplesmente perfeito e isso se deve pelo fato de durante toda minha adolescência, ter passado lendo William Shakespeare e suas belas histórias as quais muitas viraram peças teatrais.

Sou nascida e criada em uma pequena cidade da Espanha, mais precisamente, Buitrago del Lozoya, com dois mil habitantes e suas arquiteturas medievais de castelos de antes do ano mil. 

Não sei se é o fato de morar em Lozoya, mas sempre fui completamente apaixonada por minha cidade e seus costumes, é um amor puro, de sentimentos fortíssimos a este lugar.

Sempre fui uma típica espanhola que cumprimentava, sorria e abraçava a todos que conhecia e os que não conhecia também. 

Sempre me considerei muito receptiva a conhecer e cultivar amizades, a ajudar meus amigos, me preocupar com pessoas, por isso e claro a sorte, todos gostam de mim. 

Sempre tive um lema "seja gentil, pois o mundo dá voltas" e através disto sempre o segui até hoje. 

Porém, o real motivo de estar escrevendo essa história não é para me apresentar ou me favorecer diante de vocês caros telespectadores que estão aí em seus possíveis sofás, ou cadeiras, ou camas, ou até caminhando.

A verdade é que quero contar a vocês a grandiosa sorte que tive em realizar meu sonho de infância. 

Como em um conto de fadas nada de fadas admito, vou começar lá do começo, mais precisamente em ... 


21 de abril de 2019

Estava eu começando a faculdade de artes cênicas, quando meu professor ditou que teríamos que bolar uma cena da história de Jane Austen, pelo título "Amor e Inocência" e apresentar para um convidado especial que segundo o próprio educador, passava pela cidade à procura de novos prodígios para contracenar com ele. 

Segundo o professor Edmundo Salt, esse convidado havia feito um contrato com um diretor de teatro para apresentar amor e Inocência no palco. 

Quando ouvi aquilo só faltei pular da cadeira que estava e começar a pular e dançar ao mesmo tempo. 

Estava extasiada pela possibilidade de poder em fim atuar em um palco de verdade e ainda de quebra com alguém experiente. 

Como dito antes, sempre gostei de romances de Willian, só que não era somente dele, eu amava as histórias dramáticas de Jane Austen também, como as de Júlia Quinn. Elas eram perfeitas! 

Na sala de aula na época, eu era nova, deste modo não conhecia ninguém, e para meu azar a classe inteira se conhecia de outros cursos, ou seja, eu era o patinho mais que feio. 

Só que isso não me abalaria e sendo carismática e de fácil convivência, tratei logo de me enturmar e o resultado tinha sido esse... 

— O que você quer conosco Zoey? 

Contos da Gel ReevesOnde histórias criam vida. Descubra agora