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Já passava das sete quando Clary passou pelos portão do hospital depois de um turno de doze horas. Ela amava o trabalho, mesmo que mal conseguisse ficar em pé quando chegasse m casa. Ela pegou a moto nos estacionamento e se jogou no trânsito.

A essa hora da noite foi rápido chegar em casa, oque ela não pode dizer o mesmo sobre subir todos aqueles degraus. Quando abriu a porta, Simon estava jogado no sofá.

-Está atrasada.-Ele levanta o olhar do telefone.

-Eu sei.

-Você tem 30 minutos.-Ele jogou uma das almofadas estampadas nela, mas obviamente errou.

-Eu sei.-Ela revirou os olhos e fechou a porta do quarto. Ela tirou o telefone do bolso, dezenas de mensagem se acumulavam, ela o jogou sobre a cama.

A agua quente caindo era como estar nas nuvens, ela sentia o corpo todo relaxa.

Ela colocou o secador sobre a cama e se olhou no espelho. O vestido verde musgo fazia constrate com o tom de vermelho do seu cabelo, que se encontrava perfeito essa noite. A maquiagem, leve.

-Você demorou 45 minutos.-Clary pegou a almofada no chão e tampou nela de volta.

-E você que esta sentado.-El caminhou em direção a porta, Simon atrás. Ele estendeu a mão para pegar as chaves.

-Carro. Não quero estragar o cabelo.-Ela o escutou resmungar alguma coisa, mas ja estáva descendo a escada.

Simon passou dez minutos reclamado que queria ir de moto, mas aqui estava ele dirigindo em alta velocidade com a música no último volume. Ele cantava a música totalmente fora do tom enquanto coloca a mão fechada na frente do rosto de Clary para que ela terminasse refrão. Ela negou nas primeiras vezes, mas depois não resistiu.

Foi difícil achar vaga, mas finalmente estavam entrando na boate. A luz, a música, o cheiro de bebida e suor fez com que qualquer cansaço saísse do corpo de Clary. Simon começou a caminhar fazendo sinal para que ela a seguisse, e assim ela fez.

Clary se chocou contra as costas de Simon. Ela ouviu um pedido de desculpas no meio do som alto e deu um passo para o lado, mas paralisou ali mesmo.

-Sem problemas.-A voz de Simon era um sussuso, mas não pela música, mas pelos olhos pretos a encarando.-Vem
-Ele a pegou pelo braço. Eles deram alguns passos, Clary ainda enxergava as coisas em um borrão.-Nossa, ela era linda.-Ele gritou no ouvido dela enquanto continuava continuava a levá-la para mais dentro da boate. Ela olhou para tras mais uma vez e aqueles pares de olhos pretos estavam no mesmo lugar a encarando de volta no meio da multidão.

-Eu não acredito que vocês vieram.-Gritou Maia e correu até Simon e se jogou nos braços deles, depois nos de Clary.

-Eu não perderia isso por nada.-Maia afrouxou o abraço e a partou de novo.

-Feliz aniversário.-Susurrou Clary.

-Obrigada.-Maia saiu do abraço. Simon pegou seu braço e a puxou para um canto. Clary viu quando ele a entregou uma caixinha, quando ela abriu ele sorriu e o beijou. Clary havia ajudado a escolher a pulseira a dois dias em uma loja no centro. Ela respirou e olhou para a pista antes de se lançar para o bar.

Ela afastou dois carros no dar antes de pedir mais um drink e se jogar na pista.
Os quadris ao som da música, os cabelos cabelos balançando de um lado para o outro. Ela bebeu um gole do seu drink quando seus olhos se encontraram com os de Izzy do outro lado do salão. Depois do que havia acontecido ontem, depois do que Izzy havia dito para ela, Clary ao menos deveria estar ali, no mesmo lugar que ela. Clary se virou e continuou a dançar.

Ela sentiu uma mão sobre a sua cintura, primeiro raiva e desespero a tomou, e então ela relaxou ao reconhecer o toque. Clary voltou a dançar com um sorriso no rosto e Izzy, atrás dela, seguiu seu ritmo.

Ela odiava isso, odiava não conseguir odiar Izzy.

Clary sentia cada centímetro do seu corpo junto ao de Izzy e aquela a melhor sensação que ela ja havia sentido na vida. Aquela respiração em seu ouvido, esse encaixe perfeito que seus copos tinham. Ela se movimentava de um lado para o outro e inclinou sua cabeça no ombro de Izzy, elas se encaravam agora. Um segundo depois Clary estava de frente para Izzy, seus lábios um no outro. Aquele beijo, o jeito que Izzy pegava sej pescoço. A música parou, gritos e palmas soaram, Clary se afastou bruscamente.

As palavras de Izzy soavam em sua cabeça, aquele olhar na noite anterior estampado no rosto dela outra vez. Clary não iria fazer isso de novo, não podia. Ela de afastou e foi em direção a saída.

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Clary se sentou na cama, parecia que um trator havia passado por cima dela, cada músculo do seu corpo doía. Ela sentiu o telefone vibrar na cama em algum lugar e se perguntou se ele nunc descarregaria. Ela passou a mão pelos rostou antes de levantar.

Ela andou até a cozinha, o cheiro do café e vozes a atingiram assim que a porta do quarto foi aberta.

Simon estava na cabeceira da mesa, Maia de um lado, um garoto loiro do outro. Eles tinha livros e mais livros espalhados pela mesa. Ela andou até a bancada e se serviu de café.

-Você esta horrível.-Zombou o irmão.

-Tenta ficar acordada por 15 horas seguidas.-Ela se aproximou da mesa e se apoiou em uma das cadeiras. Clary sentia um olhar sobre ela o tempo todo. Então ela sustentou o olhar.

-Ah, esse é Jonathan.-O homem sorriu. Ele era pelo me os uns quatro anos mais novo que ela, era magro, mas parecia fofo.

-É um prazer.-Clary se desncostou da cadeira.-Vejo vocês em breve.-Ela virou para Maia.-Tem que me falar o segredo para ficar assim depois de uma noite como ontem. Você esta perfeita.-Clary deu um gole no café.

-Ah, obrigada, mas eu só sou assim.

-Ahh, eu te odeio.-Clary ja estava de costas andando pelo corredor.

-Ah não odeia não.-Ela sorriu para eles antes de voltar para o quarto.

Destino Histórias para pegar e não largar. Descubra agora