Não sabia o que fazer, meu coração quase saltou pela boca, e na minha cabeça só se repetia, Enzo. Eu estava ao mesmo tempo surpresa, mais ao mesmo tempo assutada. Comecei a associar as coisas, e talvez tenha sido plano do Lorenzo.
- Você tá bem? - Enzo perguntou
O encarei - Enzo - falei baixinho - Eu te mato - sussurrei
- Porque, Ayla? - perguntou - Eu estava morrendo de saudades.
Quando ele falou, só veio a confirmação. Ele era o Enzo, que cuidou de mim, que me desafiava e o mais importante, fazia meu coração acelerar. Minha voz não saia, eu não conseguia dizer uma palavra se quer. Ele levantou e se sentou na cadeira ao meu lado. E me abraçou. Eu retribui o abraço, só que um pouquinho mais apertado.
- Respira fundo - pediu - E não chora.
Sorri de lado - Porque você não me falou?
Ele estava segurando minha mão - Seu irmão pediu para não contar nada - respondeu
- Como você soube.. - não consegui terminar a frase.
Ele sorriu - Que você estava aqui? - Eu assenti - Lorenzo me falou - fez uma pausa - E eu acho que você me viu no outro dia. E ele disse que você estava perguntando de mim. E então ele armou tudo isso.
- Eu procurei seu nome na lista de advogados e estagiários da empresa e não achei?
- Não trabalho pra a empresa Ayla - deu uma pausa - trabalho para o seu irmão.
- Certo. - falei - Eu amei os presentes - afirmei - Mas acho que faltou uma coisa.
Ele sorriu - Gostou mesmo? E o que faltou, Dona Ayla?
Sorri - Você.
- Mas eu estou aqui - afirmou - Juntinho com você.
- Mas só estamos aqui, por que eu vim para cá - afirmei - Porque não tinha uma foto sua?
Ele me olhou nos olhos - Porque era difícil imaginar - fez uma pausa - Eu nunca mais estando ao seu lado.
Quero agara-lo - Enzo.
Ele ri. Eu fiquei sem palavras, não sabia o que dizer, muito menos o que fazer. Era tão bom poder te ver. Ver aqueles olhos castanho dele, vidrados em mim.
- Eu não quero sobremesa - sussurrei
- Quer o que, Ayla? - ele me perguntou, entendo o que eu queria.
Eu sorri - Não posso falar agora - afirmei.
Enzo, pediu a conta. E fomos embora.
Não queria ir para o hotel onde meus pais estavam ficando. Queria ficar sozinha com ele, como sempre ficamos.
- E a sua visão, Ayla? - perguntou enquanto dirigia para seu apartamento
- Está melhor - falei - Agora eu consigo te ver, mais ainda tem alguns borrões.
- Isso é ótimo.
Eu sorri - Eu trouxe a Dara comigo - afirmei sorridente
Ele me olhou de lado - Ayla, quem é Dara?
Eu nem me liguei que ele não sabia o nome da minha cachorrinha, que ele tinha me dado - A cachorrinha, que você me deu.
- Dara - Eu assenti - Chegamos.
Ele desceu do carro e esperou que eu chega-se ao seu lado. Ele entrelaçou nossos dedos e caminhamos até o elevador. Saímos do mesmo e ele me levou até seu apartamento. Abriu a porta e deixou que eu entra-se primeiro. Ele estava de terno, ele tirou o mesmo e jogou no sofá. E abriu os primeiros botões da sua camiseta social.
- Ayla - ele me chamou - Posso fazer uma coisa, que eu queria fazer faz tempo?
Eu sorri - Pode.
Ele caminhou em minha direção e colocou suas mãos em minha cintura me puxando para si. Eu sorri. Ele colou nosso lábios. E mordeu meu lábio inferior. E iniciou um beijo calmo. Envolvi minhas mão em torno de seu pescoço. Ele apertou minha cintura de leve. O beijo ganhava intensidade. Mordi seu lábio inferior. Enzo sorriu. E intensificou mais o beijos estávamos ofegantes. E desceu os beijos para meu pescoço. Ele resolveu deixar sua marca ali, me dando um pelo chupão e leve mordidinhas. Ele voltou a me beijar. E foi parando com selinhos demorados.
- Eu estava morrendo de vontade de fazer isso - admitiu
- Eu também.
Ele me abraçou. Ele olhou no relógio.
- Está tarde - afirmou - Vamos dormir.
Ele me mostrou o quarto. E eu peguei uma de suas camisas. E fui para um banho. Saí do mesmo e me vesti. Fui para o quarto e Enzo já estava deitado me esperando. Caminhei em sua direção e me deitei na cama. E me aconcheguei em seus braços.
- Eu estou feliz.
Ele me olhou - Eu também estou.
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Louco por você
Romance#970 - superação "Sofrimento é o destino inevitável, porque é fruto do processo que nos torna humanos. O grande desafio é saber identificar o sofrimento que vale a pena ser sofrido. - Se hoje a vida lhe apresenta motivos para sofrer, ouse olhá-los d...
