0.7

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Vegas me beijava com urgência, como se precisasse daquilo para respirar.
Sua língua encontrava a minha em movimentos profundos, molhados, cheios de desejo bruto.
Tentava acompanhar sua fome, mas era quase impossível. Ainda assim, me entregava.

Sentei em seu colo sem romper o beijo.
Suas mãos exploravam meu corpo até agarrar minha bunda com força, arrancando de mim uma arfada baixa.
Porra… sempre desejei isso. Sempre quis ser tocado assim por ele.

Ele deixou minha boca e desceu pelos beijos até minha mandíbula, depois meu pescoço.
Sentia seus dentes arranharem a pele, seus lábios sugando e marcando.
Se ele deixasse marcas, eu não me importaria — na verdade, adoraria acordar com elas amanhã.

Sem perceber, comecei a me mover em seu colo, roçando meu corpo contra o dele.
Seu pau duro pressionava contra o meu e isso me arrancou um gemido fino, involuntário.
Ele respondeu com um tapa estalado na minha bunda.

— Não, baby… — ele murmurou, firme.

— Por favor… — sussurrei, encostando nossas testas, ofegante.

Ele me olhou nos olhos, o desejo queimando por trás de sua expressão contida.

— Não quero que você se sinta forçado…

— Eu quero. — Rebolei novamente. — Seu pau tá duro por mim, não tá?

Vegas apertou minha cintura, tentando me impedir de continuar.

— Pete. Para.

— Please… —[Por favor...]  supliquei, sem vergonha alguma. — Eu só quero ser fodido… é pedir demais?

Com um movimento brusco, me jogou no sofá.
Subiu sobre mim, ficando entre minhas pernas.
Roçou o nariz na minha bochecha e deu uma leve mordida, me fazendo arrepiar inteiro.

— Why do you do this to me? — [Por que você faz isso comigo?] ele murmurou perto da minha orelha. — I think I’m a cannibal… because I want to eat you, baby.
[Eu acho que sou um canibal… porque quero devorar você.]

Soltei um suspiro pesado. Porra, por que isso é tão bom?

Seus dedos invadiram a barra da minha blusa e a arrancaram com um único puxão.
Ele se afastou um pouco e me olhou. Observava meu corpo com atenção, como se quisesse decorar cada parte.

Fiquei envergonhado, cobrindo o rosto com as mãos.

— You are so beautiful… — [Você é tão lindo...] ele sorriu antes de descer beijos pelo meu peito.
Suas mãos alcançaram a calça de moletom e, por cima dela, agarraram meu pau com firmeza.

— Você se toca pensando em mim, Pete? — perguntou, enquanto me masturbava lentamente por cima da roupa.
— Olha como eu fico por você… acha isso justo, baby?

Eu só gemi como resposta, perdido no prazer.
Ele arrancou minha calça, jogando junto da blusa no chão.

— Olha pra mim… vê como minhas mãos foram feitas pra isso.
Engoli seco. Vegas era sujo. Pervertido.
E eu amava isso.

Tirei as mãos do rosto e encontrei seus olhos, escuros de desejo.
Sua mão agora me masturbava rápido, precisa, cruel.

— Ahnnn! — gemi alto quando sua boca envolveu meu membro.
Chupava minha glande com lentidão, fazendo sons molhados e obscenos que me deixavam insano.
Depois desceu até a base, me engolindo por completo.

Teacher - VegasPeteHistórias para pegar e não largar. Descubra agora