Capitulo 27

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Oii gente??? Vim aqui pedir uma coisinha pra vocês.
Notei que no último capítulo as pessoas que sempre comentavam não fizeram isso. Eu não acho muito legal ficar cobrando isso de vocês, mas é uma forma deu saber o que estão achando, se eu preciso melhorar em alguma coisa. Então se puderem, não esqueçam não. ❤️

Boa leitura .
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9 de Agosto de 2022
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro 📍
Libertadores - Segundo jogo das Quartas de Final
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Raiva, era o que eu sentia nesse momento. A filha da puta daquela Mariana colocou no chão toda a porra do setor que eu demorei três horas pra fazer. Só podia ser brincadeira com a minha cara!!

Tinha muitas coisas que eu odiava na vida, uma delas era fazer duas vezes a mesma coisa. À toa ainda por cima. Sério, não tem sensação pior.

Me segurei ao máximo pra não voar na cara daquela garota, não me importava que eu estava no horário de serviço, ou que ela fazia parte da equipe do DV que o Jean trouxe, ela estava tirando onda com a minha cara de propósito. Eu não tinha culpa que entendia mais de leout do que ela que trabalhava apenas com isso.

Só respirei um ar puro quando cheguei no hotel.

"Tô estressada, se eu pudesse dar apenas um murro naquela garota." Reclamo jogando as coisas pelo quarto.

"Respira o Belatto." Carla zoa minha cara.

Belatto é um retardado que a empresa contratou pra "ajudar" os funcionários a lidar com a pressão do dia, "ensinar" a controlar os sentimentos e a respiração. Uma merda, porque as coisas que aquele cara fala me da sono e me deixa mais irritada ainda. Temos que estar bem conosco pra tratar os outros bem, piada. Como eu conseguia fazer isso se o próximo me deixava puta as vezes? O cara ganha uma nota fazendo um grande nada, apenas a diretoria não via isso.

Agora porquê eles não gastam esses 10 mil de mentoria todo mês, com alguma coisa realmente útil para os funcionários? Isso eu realmente gostaria de saber.

"Não dá palco pra essa louca não ." Carla começa a arrancar a roupa. "Bora se arrumar, vai, se não vamos chegar atrasadas."

Concordo com a cabeça, pegando uma toalha e entrando no banheiro pra tomar um banho primeiro, já que minha amiga sempre demorava mais do que eu. Banho gelado se possível, pra ver se esse stress todo saia de mim. Acho que não é só por causa daquela garota não.

Pedro, mais uma vez, nos deu a oportunidade de assistir o jogo no Maracanã. Depois que o jogador nos deixou no hotel, domingo depois do CT, ele perguntou se eu e meus amigos queríamos ir. Claro que ninguém ia negar, jogo importante de quartas de final da libertadores, oportunidade que talvez eu nunca mais teria na vida, até porque morava em São Paulo.

Então agora tínhamos que nos arrumar para conseguir chegar lá cedo, já que o Maracanã não é perto daqui.

Dessa vez coloco a camisa que o jogador tinha me dado, fica bem maior que eu e da pra notar que é masculina, porém eu coloco um pouco pra dentro de um short jeans e acaba ficando bonito. Prendo o cabelo em um rabo de cavalo pelo calor e faço uma make básica pra não derreter toda lá.

Quando eu e Carla ficamos prontas, mando mensagem pra Flávia e pro Pablo perguntando se estavam também, e quando tenho uma resposta positiva, nos encontramos no hall do hotel.

NÃO FOI SONHO- PEDRO GUILHERME Onde histórias criam vida. Descubra agora