6 - não preciso da sua ajuda

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O clima estava cada vez mais tenso no mundo dos ordinários. Os pais de Jisung já não faziam mais ideia do que fazer, já que o seu filho já estava desaparecido há dois dias.

Eles no momento estavam no laboratório no qual faziam os testes no jovem, para ter certeza de que o garoto não estava escondido por ali.

— Aonde esse vagabundo se enfiou? — o homem diz cada vez mais irritado enquanto vasculhava cada canto do local.

— Você sabe muito bem que Jisung fugiu! — a mulher grita.

— TEMOS QUE ACHAR ELE! — o homem derruba um quadro no chão. — AQUELE INFELIZ!

— Sem Jisung, sem dinheiro. — o cientista responde.

— Isso não vai ficar assim. A polícia vai achá-lo e tudo voltará a ser como era antes! — diz furioso antes de fechar a porta com força do local e sair.

• • •

Em Oddinary, as coisas estavam cada vez mais agitadas, já que o dia de inauguração da cidade estava chegando aos poucos e os cidadãos sempre faziam questão de fazer uma grande festa em comemoração.

Irene estava caminhando pelos corredores da mansão, e resolve passar no quarto de Jisung para vê-lo e ter certeza de que ele estava bem.

Ela adentra no quarto tentando não fazer muito barulho e logo se aproxima da cama do mais novo com um sorriso hostil.

— Bom dia, meu bem! — Irene sorri enquanto observava Jisung acordar. — Como foi sua noite?

— Ah, noona! — exclama animado. — Dormi bem, eu acho. — responde ainda um pouco sonolento e surpreso com a presença da mulher.

— Hoje, todos os vampiros irão para uma festa, ou seja, você ficará sozinho aqui. — a mulher fala. — Espero que não se importe. Você terá total liberdade para fazer o que quiser.

— Sério mesmo? — questiona. — Eu posso sair? — sorri animado.

— Claro que sim! Porém tem de tomar bastante cuidado com as criaturas que encontrar. — Irene sorri de volta achando adorável a reação do mais novo.

— MUITO OBRIGADO NOONA! — o garoto abraça Irene.

— De nada meu amor! Tome muito cuidado com os demônios, eles são as criaturas mais traiçoeiras desse mundo e nunca vão quer o bem. — retribui o abraço do menor. — Agora se arruma e não volte tarde. — beija a testa do menor antes de desfazer o abraço.

— Tá bom, Noona! — diz indo para o banheiro animado.

Irene sorri olhando o garoto adentrar bem animado no banheiro para se trocar e logo diz:

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