⌗𑇛 (🖇️) 𝙁𝙖𝙣𝙛𝙞𝙘 𝙈𝙞𝙣𝙨𝙪𝙣𝙜 [𝘤𝘰𝘯𝘤𝘭𝘶𝘪𝘥𝘢]יִ ⺌
⺀Onde Jisung, um garoto que tinha de tudo para ser um jovem normal, nasceu com o dom da imortalidade. Seus pais se aproveitavam disso para permitir que o governo fizesse milhares de teste...
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[...]
— AH, EU DEVIA TER QUEBRADO A CARA DELE QUANDO EU TIVE OPORTUNIDADE! — Jisung anda de um lado para o outro dentro de uma sala na qual foi preso com Jeongin.
— Melhor nos acalmar-mos... — diz nervoso. — Eles não podem fazer nada com a gente, né? Diz que não!
— Na realidade eu não tenho certeza, mas eu vou te proteger a qualquer custo.
— Promete?
— Prometo. — sorri. — Por que ele nos prenderia aqui? Não tem motivo....
— Jisung! O Huening! — levanta do chão desesperado. — Ele tinha dito algo sobre o Noah antes de sumir!
— ARGH! — bate na parede. — O que ele tinha dito mesmo...? — tenta se lembrar.
— ELE ERA O ATIRADOR DA FESTA! — Jeongin diz nervoso. — Meu Deus aonde eu fui me meter... Ei, me promete que eu vou sair vivo daqui... por favor...
— Eu... eu não sei... — diz magoado enquanto olha para o mais novo desesperado.
— A gente tem que sair daqui o mais rápido possível!
[...]
Por um lado saber que Huening não estava mentindo naquela hora era um alívio e por outro saber que ele provavelmente estava morto por contar a informação era deprimente.
Ambos precisavam de ajuda mais se recusavam até o último momento em avisar aos outros.
— Pensa Jisung, pensa... — o garoto olhava para todos os cantos do local.
— Tem que ter um jeito de escapar.
— A gente tem que descobrir onde fica a saída.
— Pelo teto. — uma voz ecoa pelo cômodo.
— Quem disse isso?
— Você sabe que eu não te deixaria preso aqui. — Minho diz aparecendo de repente.
— Vai embora. — Jisung fiz irritado. — Ninguém aqui precisa da sua ajuda.
— Você sempre fala isso para mim e para os outros mas na realidade você é o que mais precisa de ajuda para enfrentar tudo que passou.
— Para de falar bobeira! — diz irritado mais ainda.
— Você foi mais longe do que eu pensei...
— Do que está falando? — Jeongin diz intrigado.
— Nada. — reponde brevemente. — A única saída daqui é o teto.
— Como sabe disso? — Jisung questiona.
— Já fiquei preso aqui.
— Hum...
[...]
Ambos subiram pelo telhado e logo chegaram até o chão.
— O que você tá fazendo aqui? — pergunta seco.
— Você sabe que eu não te deixaria facilmente eu já disse.
— Para com isso. — responde. — Não quero mais ouvir mentiras em minha vida.
— Mas infelizmente não tem como você evitar isso meu amor. — puxa Jisung pela cintura o que fez o mais novo se aproximar mais de Minho.
— Que ridículo. — Jeongin continua andando e ignorando os outros dois lá trás.
— Me larga. — Jisung manda irritado.
— Sua boca diz para eu te largar mais seus olhos não estão pedindo o mesmo. — sorri ladino.
— Tá ficando maluco?
— Por você, pequeno.
— Era só o que me faltava! Eu não vou te perdoar nunca por te acreditado naquelas filmagens.
— Quem disse que eu acreditei? — ri do mais novo.
— Você deixou isso bem claro quando subiu as escadas e disse bobagens.
— Você sabe que eu sou um pouco temperamental... Mas logo depois eu vi que realmente não podia ser você.
— E porque?
— Simples, o primeiro passo para o amor é a confiança, sem isso não tem como ninguém amar.
— Quer palmas? — olha para o mais velho com desprezo.
— Ah, não me olhe assim! Eu vim te ajudar e reparar o meu erro.
— E os outros?
— Foda-se eles. O que importa sou eu e você. — encosta sua testa na do menor. — Me perdoa?
Jisung ficou em silêncio por alguns instantes pensando no que deveria fazer.
Não era fácil perdoar alguém que desconfiou de você o tempo todo.
Mas algo dentro de si implorava para o que vinha depois.
— Perdoo.
Minho sorriu ao ouvir aquilo.
— Posso?
Jisung assentiu com a cabeça e logo sentiu os lábios de Minho sobre os seus.
Ele estava se sentando aliviado de tal forma. Jisung viu que realmente podia contar com o mais velho.
Sua confiança estava sendo depositada ali.
Aquele beijo não era só um ato de amor e sim de confiança e lealdade.
— Eu não vou esconder nada de você. — Minho diz interrompendo o beijo por falta de ar.
— E eu não vou mentir nunca mais. — sorri com os olhos ao ver o mais velho atento em cada palavra que dizia.
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