Essa história contém conteúdo que pode ser sensível a algumas pessoas, e narrações inapropriadas para menores de 18. Se você tem uma mente sequelada em certo nível, essa fic pode ser tranquila. Lembrando, ao decorrer dos capítulos, serão colocadas a...
Desde a notícia do açougue, já se passaram 12 dias que nada mais acontece envolvendo esse assassino, isso só pode significar duas coisas: ou ele parou com os crimes, ou algo está se aproximando de acontecer, como uma flor desabrochando. E é com essas 2 hipóteses na cabeça que eu ainda permaneço atenta ao ir e voltar do escritório.
Hoje é dia 15 de abril, aniversário do Dominik, vi ele nascer, e não foi uma cena tão agradável... Hoje também coincidiu com o dia da minha folga semanal, passei o dia todo em casa.
-- Meu nenémm, hoje é seu diaaa. - falo com uma voz fina, comum para animais domésticos - Mamãe vai te fazer um bolinho, tá bom? - faço um longo carinho nele.
Ok, hoje é uma exceção, eu vou ao mercado a pé comprar alguns sachês, petiscos e outras coisas pra montar um mini bolo. Tenho que ser rápida o suficiente pra ele não dar falta e pra evitar riscos também. Olho para o relógio e vejo que já ia bater 22:00.
PORRA o mercadinho fecha as 22:30, MERDA
O local que me direcionei apressadamente é uma mercearia de tamanho médio que fica ao lado da estação. Estava fora de cogitação voltar ao mercado grande depois do ocorrido, já basta ser longe, e ainda mais a essa hora. Dei passos largos entre as prateleiras procurando rapidamente as coisas do Dominik, antes que fechassem o comércio. Dito e feito, fui ao caixa e ele começou a passar as coisas. Enquanto passava pelo scanner, o sino em cima da porta de entrada toca e eu vejo um homem entrar.
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Haha quem diria que só eu tenho coisas a comprar essa hora da noite.
O homem tem aproximadamente 1.90 m de altura, um pouco menos talvez. Ele é extremamente alto, mas não o suficiente pra um jogador de basquete. Também usa um capuz cobrindo toda a sua face, não é tão estranho... afinal todos dessa cidade se protegem ao extremo do frio, até mesmo eu estou com capuz. Mas ele anda com a cabeça direcionada para baixo, o capuz de seu moletom preto cobre absolutamente tudo, eu consegui ver apenas a ponta de seu queixo. Ele também usa luvas acinzentadas, não entendi o por quê mas quem sou eu pra julgar. Isso é comum aqui no Reino Unido, pessoas andando de capuz, máscaras e luvas, o frio não brinca.
Enquanto eu guardo as compras na sacola, o velhinho do caixa pergunta se eu quero CPF na nota, e eu aceito, meu banco dá benefícios quando faço isso. Pego a nota e saio da mercearia direto pra casa. O homem tinha ido pra sessão de bebidas da última vez que o vi. Sinceramente eu fiquei com um pouco de medo, poderia ser um bandido ou qualquer coisa assim, mas ainda bem que já estou aqui em casa.
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Ela saiu. Muito bem então...
Coloco minha máscara e vou em direção ao caixa.
-- Pois não senhor? - Joseph me pergunta olhando com uma cara gentil e meio desconfiada, ele é dono desse local.