Henrik

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Narrador

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Narrador

​— Oi, amor! Como vai? — Era aniversário de Henrik, o filho de Freya e Keelin, e Aylanna tinha acabado de chegar para ver seu primo. — Eu estava morrendo de saudades.

​— Eu também, Lanna! — Com seus pequenos bracinhos, ele a abraçou o mais forte que pôde. — Tem que vir me ver mais.

​— Eu vou! Nem acredito que já está fazendo seis anos. Está muito grande!

​— Sim. Já sou um homem grande — Aylanna riu da fala do primo. — Mas então, trouxe meu presente?

​— Bom saber que estava doido para me ver... mas sim, eu trouxe — Ela disse, levantando-se para pegar o pacote que estava na mesa e entregando-o a ele. — Não conte para as suas mães.

​— Pode deixar! — E assim o garoto saiu correndo para abrir seu mais novo presente, enquanto Aylanna continuava observando-o de longe.

​— É bom que não tenha um arco e flecha dentro daquele pacote em forma de arco e flecha.

​— Olá, tia Keelin.

​— Estou falando sério. — As duas se abraçaram; já não se viam há quase um ano. Aylanna não os visitava constantemente; a última vez que os tinha visto fora no aniversário anterior do garoto.

​— Os olhos dele brilharam para mim, fiquei sem ter o que fazer — Keelin revirou os olhos, mas riu.

​— Não se deixe enganar: atrás daqueles olhos brilhantes, há um garoto de seis anos terrível. Enfim, vai ficar para a festa?

​— É melhor não.

​— Não é só ela que vem. Há quanto tempo não vê Rebekah e Marcel? Ou até mesmo o Klaus?

​— Você sabe há quanto tempo. Depois de toda aquela situação, ela não quis mais falar comigo; todos se afastaram. Um ano depois, o Elijah estava na França. Há quanto tempo ele não dá notícias?

​— Nós ligamos no Natal do ano passado; ele disse que estava bem. E você também é da família. É o aniversário do meu filho, seu primo. Quero que fique para a festa, mesmo que ela venha.

​— Agradeço o convite, mas prefiro evitar qualquer confusão.

​— Tudo bem, mas espere a Freya chegar primeiro; ela não vai me deixar em paz se não te ver.

​— Certo, eu espero. Ele já está enorme.

​— Sim, logo já vai estar maior que eu.

​— Logo será um grande lobo.

​— Eu espero que ele não se transforme tão cedo; não posso lidar com um lobinho correndo pela casa. — Aylanna virou-se em direção à voz, encontrando uma Freya sorridente caminhando em sua direção.

​— Então vamos torcer para demorar bons anos.

​— Então vamos torcer para demorar bons anos

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Aylanna MikaelsonHistórias para pegar e não largar. Descubra agora