Quando a filha de Kol e Davina, resolve viajar para o passado com uma única intenção, se matar antes de nascer, para que consiga impedir mortes que em seu tempo não conseguiu.
Entre diversas reações a notícia e a negação de muitos sobre o assunto...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Tempos de paz reinavam em Nova Orleans. Depois de uma verdadeira guerra contra Dahlia em uma busca incontrolável pelo poder da pequena Hope Andrea Mikaelson, os Originais e seus parceiros desfrutavam da tão desejada tranquilidade.
Cada um à sua maneira, mas nunca se separando — foi o que decidiram após tantas mortes, dores e decepções. Concordaram em deixar os conflitos do passado para trás e permanecerem unidos. Juntos como nunca.
Todos estavam felizes. Hope crescia de forma saudável; Freya estava se casando com sua amada Keelin; Kol vivia seu final feliz com Davina; Elijah estava melhor do que nunca ao lado de Hayley; Klaus finalmente podia cuidar da filha; Rebekah e Marcel seguiam sem complicações e até mesmo Finn, apesar de ainda recluso, estava vivo e em paz. Era como um reino dos sonhos; tudo o que sempre desejaram estava, finalmente, ao alcance.
Mas Kol Mikaelson não era homem de sossegar. Uma de suas especialidades como o "Original psicopata" era meter-se em problemas, o que geralmente o levava a um caixão. Não desta vez. Agora, ele aprenderia que não se deve mexer com bruxas que estão quietas. Um feitiço bem executado tem o seu valor e, assim, Kol foi amaldiçoado a viver como humano por meses, até que conseguisse se redimir com o clã e voltar a ser um Original. Nem mesmo sua esposa e sua irmã, juntas, puderam desfazer a magia. Afinal, sempre há consequências para a inconsequência.
Três meses como humano: foi o necessário para ter uma esposa grávida. Davina estava assustada; era jovem e não planejava ter filhos. Kol, por sua vez, sequer cogitava a paternidade. Já lutava o bastante pela sobrinha e custou a acreditar que um ser estava sendo gerado por sua esposa. No entanto, era real. Durante os seis meses seguintes, ele se acostumou com a ideia e passou a amar a criança, assim como toda a família. Até que algo aconteceu.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.