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Aviso ⚠️ 📌

Esse capítulo contém conteúdo sensível, tortura, palavras de baixo calão, se você for sensível a esse tipo de conteúdo, pule o capítulo, não leia.

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Falcão _

Desço da moto e aceno com a cabeça para os vapor que tavam na porta e para os que tava na lage, guardo as chaves no bolso enquanto ando em direção a entrada e vejo o Neguin parado na porta com seu fuzil apontando pra baixo com os olhos atentos que agora estavam fixos em mim.

Me aproximo dele e estendo a mão em comprimento e ele logo retribui apertando meu pulso, peguei essa mania dele e agora já acho estranho quem não comprimenta assim.

Eu: Minha encomenda tá aí? _ perguntei enquanto apalpava os bolsos da minha bermuda procurando um cigarro e vejo que estou sem _ tem um bolado aí? _ pergunto.

Ele me estende um e eu pego acendendo. Guardo o esqueiro no bolso e olho pra ele sentindo as fisgadas de dor na minha cabeça .

Neguin: Tão as três aí, do jeitinho que tu mandou o moleque fazer, ele fez _ assinto com a cabeça e solto a fumaça do cigarro.

Eu: Beleza, vou entrar e só quero ser interrompido se for caso de vida ou morte ou se for alguma coisa relacionada a morena _ digo apagando a ponto do cigarro que sobrou é guardando no bolso.

Neguin: já é chefe _ ele respondeu com um aceno de cabeça.

Gosto dele por que já tem muitos anos que tá comigo na caminhada, sabe como eu gosto das minhas coisas e tem minha confiança, é um moleque bom.

Sigo entrando na boca e vou seguindo o corredor indo em direção a escada que dá pro lugar que minhas hóspedes estão. Aqui é uma casa com a entrada em um beco, e onde elas estão é o porão da casa, onde chamamos carinhosamente de micro_ ondas. Coisas muito legais acontecem lá, não é qualquer um que tem estômago mas eu em especial, gosto de fazer quem merece pagar pelas merdas que faz.

Poderiam tá lá fora agora, curtindo a vida, dando a buceta, mas não, foram burras o suficiente pra mexer com o que é meu, e eu gosto de seguir um ditado conhecido " toda ação, tem sua reação ". E eu vou fazer questão de cobrar a conta delas.

Faço toque com o vapor que estava de segurança na porta e abro a mesma entrando no lugar. Fecho a porta atrás de mim e vejo o formiga me olhar sorrindo de lado enquanto está sentado em um banquinho no canto da sala brincando com a arma na mão, provavelmente estava pondo medo nelas antes de eu chegar.

Eu: Olha só o que temos aqui, visitas VIP _ digo sério olhando para as três sentadas no chão com os braços e pernas amarrados chorando desesperadas uma do lado da outra.

Me aproximo da mesa de ferramentas de tortura do lado esquerdo do formiga e pego uma faca enferrujada porém muito afiada.

Eu: Vamos começar _ digo passando a ponta da faca pelo meu dedo sem colocar pressão, sentindo o quanto ela está afiada _ Por quem você acha que eu começo formiga? _ pergunto sem desviar o olhar das três na minha frente que intensificam o choro cada vez mais, fazendo minha dor de cabeça piorar.

Formiga: Um deixa eu pensar _ põe a mão no queicho _ Que tal começar por quem manda chefe? Acho que a paloma ia gostar de ser a primeira _ fala com um sorriso de lado.

Paloma: NÃO NÃO, PELO AMOR DE DEUS FALCÃO NÃO FAZ NADA COMIGO, EU TE AMO _ grita chorando.

Eu: Você me ama? _ pergunto me aproximando com a voz calma e ela sorri entre as lágrimas afirmando com a cabeça _ Eu não sabia que puta sabia amar, descoberta científica _ dou risada olhando seu sorriso murchando aos poucos _ vocês poderiam tá de boa agora mas foram mexer logo com a única pessoa proibida aqui nessa favela _ falo passando a faca pelo seu braço deixando rastro de sangue ouvindo os gritos estéricos dela.

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