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Você acordou no meio da noite ouvindo alguns murmúrios sem eixo de seu querido noivo, abriu lentamente os olhos e o viu suando em sua frente, as pálpebras estavam pressionadas fortemente, suas sobrancelhas franzidas e lábios pressionados.
— Hajime! Ei, Hajime acorde! - Você o chamou ao perceber que o mesmo estava tendo um pesadelo, o chacoalhou de um lado pro outro levemente, porém, nada do moreno acordar. - Koko acorda!
Ele não acordava de forma alguma, e em meio ao desespero você segurou a face do mesmo que estava meio pálido e então selou seus lábios pálidos, ele se debateu um pouco no começo, mas logo foi se entregando ao beijo e acordando aos poucos.
O moreno abriu os olhos e você se afastou dele meio atordoada, ele estava ofegante seu peito subia e descia rapidamente, ele demorou um pouco a acordar por completo e lhe olhar, mas assim que fez envolveu seu corpo em um abraço firme e não soltou por nada.
— [Nome]... - Chamou baixo com a voz trêmula, você sentiu um aperto no peito.- Merda.
— Cale a boca e tenta regular sua respiração. - Você disse sem rodeios passando os dedos pelos fios negros do moreno que riu levemente enfiando o rosto em sua barriga. - Não quero saber oque houve em seu sonho ou pesadelo, quero que você se acalme, são duas da madrugada tenho sono.
— Até em uma situação dessas você pensa mais em si mesma, impressionante. - Resmungou se endireitando em seu colo, você riu e apertou a ponta do nariz dele.
— Na verdade no momento não estou pensando em mim, estou pensando em minha cerveja gelada me esperando na geladeira. - Disse sorridente é umideceu os lábios.
— Você não me ama mesmo né. - Ele chogamingou fazendo bico.
— Brincadeira. Estou preocupada contigo, mas no estado que você estava eu achei melhor que se acalmasse um pouco.
O moreno sorriu é beijou sua barriga envolvendo sua cintura fortemente e se aconehegando ali pronto para dormir. E você ficou com ele até que o mesmo adormecesse, ficou extremamente preocupada, porém, demonstrar algum sentimento assim não estava nos planos.
Quando ele adormeceu você se levantou e saiu do quarto indo até a cozinha e diretamente parando em frente a seu freezer, tirou de lá uma latinha de monster verde e logo fechou se virando, assim ficando de frente ao balcão.
— [Nome]. - Uma voz familiar para ti ecoou por seus tímpanos, isso foi o suficiente para você perder a paciência.- Precisamos conversar.
— Eu não creio, estou vendo, porém, não estou crendo! - Você esbravejou se controlando para não arremessar a lata de monster na cabeça da pessoa. - Porra cara, e a hora da minha bebida das duas!
— E sobre o Kokonoi [Nome], e sério! Para de birra e me ouve. - Disse sério e você parou na hora. - Ele não está bem.
— Jura? Se você não falasse eu não iria perceber cara! - Ironizou abrindo a lata e dando um gole. - Ele não quer me contar, e eu também não vou forçar ele a falar..
— Você viu, e sabe que ele não está bem, porra ele tá se assombrando de noite mulher!
— Foda-se! Não vou obrigar ele a me contar porra nenhuma, se não me contou e por que não quer ou não é a hora inferno, não venha encher a porra da minha paciência com um assunto que eu já sei desgraça! - Você esbravejou em um tom baixo para que Kokonoi não acordasse.
— Vai deixar ele naquele estado por puro orgulho?! - Aumentou o tom de voz, e em resposta você tirou a chinela jogando na boca acertando em cheio.
— Fala baixo que ele tá dormindo! - Você reclamou dando outro longo gole no monster. - Já disse e não vou repetir, Inupi. Se isso tudo é por que sua querida irmãzinha não consegue ver ele meio mal e quer se meter na onde não é chamada, pode ir parando enquanto dá tempo, não vou me conter em bater em você ou naquela piranha falsificada.
— Você tem que ajudar ele, sei lá. - O loiro já estava ficando irritado, mal sabe ele que você já está no estado de ódio.
— E você quer que eu faça oque? Amarre ele na porra de una cadeira e o obrigue a contar tudo para mim com uma faca apontada para o pau dele?!
°°°
— Eu disse para você fazer isso com ele não comigo! - Inupi disse tentando se soltar da cadeira e você riu girando a faca entre seus dedos encarando o loiro.
— Você me atrapalhou na melhor hora velho, eu tava no meu horário de lanche porra!
— Que merda é que tá acontecendo aqui? - Kokonoi perguntou descendo as escadas com uma cara de sono, logo ele ascendeu a luz e viu Inupi amarrado a uma cadeira e você segurando uma faca com uma mão e uma garrafa de Vodka na outra. - Oque foi que você fez Inui?
— Interrompeu meu horário de bebida. - Você choramingou andando até o moreno que passou o braço por sua cintura. - Eu ia cortar o pau dele e vender para o mercado negro.
— Eu já disse para não vender meus amigos para o mercado negro! Nem que seja só uma parte. - Kokonoi disse e você fez bico. - Solta ele e vamos dormir, são três horas da manhã.
Você resmungou um pouco, mas logo soltou Inupi que agradeceu a Kokonoi algumas vezes e em seguida foi para o próprio quarto.
— Vamos Koko...amanhã temos que ir comprar seu terno. - Você disse animada dando alguns pulinhos e o moreno riu assentindo, e logo vocês seguiram para o quarto.
— Oque você estava conversando com o Inui?
— Nada demais, ele só tava me enchendo a paciência. - Você disse e deu de ombros se jogando na cama.
— Entendi. - Disse calmo fechando a porta do quarto e se deitando também. Logo apagou a luz e envolveu seu corpo se deitando por cima de ti. - Amanhã também temos que conversar sobre um assunto sério [Nome].
— Quem morreu? - Ele riu.
— Por que toda vez que falo que temos um assunto sério a tratar você pergunta se alguém morreu?
— Por que a vida de pobre é desgraçada, e sempre vem algo de ruim para acabar com a nossa felicidade então só espero coisa ruim.- Falou simples e ele riu novamente.
— Comigo ao seu lado você nunca será pobre meu amor.
— Então não dá para eu te vender pro mercado negro..