Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
— Um dia! Um maldito dia! Esse inferno. - Você praguejava enquanto socava com força uma árvore qualquer no parque, Yuzuha observava tudo enquanto comia batata frita. - Aquele filho da puta não me deixa em paz!
— Calma amiga, logo ele desiste. - A Shiba tentou lhe acalmar, pois já tinha duas horas que você estava surtando ali descontando a raiva em xingamentos e socos. - Vou tentar falar com o Taiju para cancelar tudo.
— Faça! Ou eu mato ele, porra minha casa tá lotada de cerveja, cê viu o tanto que ele enviou merda?! - Ela riu assentindo. - Eu gosto de beber e tudo mais, porém ele vai acabar cobrando depois!
— Não se preocupe, eu pago. - Yuzuha disse, e você a encarou soltando um suspiro em seguida. - Se acalma, oque acha de saímos para esquecer?
— Hoje não... tenho que trabalhar, esqueceu? - Ela suspirou se deitando no banco. Sua atenção foi tomada por um homem loiro que se aproximava de vocês duas. - Yuzu.
— Hm? Que foi? - Perguntou-lhe erguendo a cabeça para lhe encarar, você apontou para o loiro e ela se levantou andando até você. - Quem é tu?
— Sou Seishu Inupi, Kokonoi mandou buscar a Senhora Shiba. - Ele disse em um tom calmo, apontado para você que revirou os olhos.
— Manda ele tomar no cu e me esquecer. - Você disse e se virou para sair.
— Eu tenho ordens diretas para lhe levar até ele, peço que obedeça e depois se resolva com ele. - Inupi insistiu. Yuzuha lhe encarou.
— Vai amiga, aproveita e resolve logo isso. - Ela disse repousando a mão em seu ombro.
— Eu vou poder falar a verdade? - Você questionou, e ela desviou o olhar. - Não né, então primeiro temos que resolver com aquele crente maconheiro.
— Eu sei, mas vá enquanto isso. - Pediu-lhe é você suspirou se dando por vencida. - Quando você chegar iremos falar com ele.
— Se você estiver mentindo, vai ficar uma semana sem me ver! - A Shiba arregalou os olhos assentindo, você sorriu satisfeita se virando pro loiro. - Tá bem, eu vou contigo.
O loiro nada disse, somente acenou com a cabeça e ergeu a mão em sua direção, e mesmo desconfiada você segurou a mão do mesmo que lhe guiou até um Aston Martin DB 11, seus olhos brilharam ao ver o carro.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
— Caralho, vocês tem bom gosto para carros, tenho que admitir. - Você disse surpesa, o loiro lhe encarou. - Aston Martin DB 11, um dos melhores carros, e mais caros.
— Nossa, você conhece esse carro? - Inupi lhe olhou surpeso, você o olhou quase dizendo " Óbvio".
— Porra cara, é o meu sonho ter um desse, ou um Tuatara! - Você exclamou e ele sorriu abrindo a porta do carro para você que entrou olhando o carro admirada.
— Impressionante, sonha em correr pelas ruas ilegalmente? Que belo sonho o seu. - Você riu e ele entrou do carro logo fechando e dando partida. - Você vai conseguir, vejo a determinação em seus olhos.
Você riu decidindo permanecer na conversa, o assunto além de ser do seu interesse vinha de uma pessoa que também lhe interessava, afinal é difícil achar um homem igual a Inupi, que não fale sobre si em geral, é sim em sua paixão por algo que não seja um mimo, a maioria dos caras que já lhe chamaram a atenção sempre eram mimados, os quais você mandou para casa do caralho após o primeiro encontro.
O tempo passou rápido, e quando você reparou já estava em frente a una imensa mansão, as cores eram neutras, cor creme, marrom forte com uns detalhes em dourado, tinha uma área com piscina, e local para churrasco, de longe você sentiu o cheiro de gente mimada.
— Inupi, se eu pedir para trocar, você aceita? Tipo, eu me casar contigo, não com aquele cara de cu. - Você sugeriu descendo do carro, o loiro riu e negou fechando a porta.
— Sinto muito Senhorita Shiba, mas não será possível. - Ele disse e você fez bico suspirando. - Vamos, ele já está lhe esperando.
Vocês adentraram a grande mansão, você foi olhando tudo fez ou outra fazia cara de nojo, por pura pirraça, e quando finalmente pode descansar as pernas Inupi abriu uma porta, revelando um grande escritório, você arregalou os olhos ao ver tanto luxo. Com muito ódio, você adentrou o grande cômodo.
— Puta que pariu. Mal cheguei e já quero ir embora. - Você disse ao ver Kokonoi ali, encarou o mesmo com desdém.
— Olá Senhorita Shiba, recebeu meu presentinho? - Você revirou os olhos ao ouvir a voz do moreno. - Pode sair Inupi.
— Certo. Até mais Senhorita! - Você acenou para o loiro sorrindo, logo ele saiu fechando a porta.
— Oque você quer? - Você perguntou seria e encarou o homem a sua frente.
— Bem, eu conversei com seu irmão e ele aceitou que você se cassase comigo. - Ele disse sorridente é passou a língua pelos lábios. - Você irá morar comigo.
— Não. Nem a pau. - Você disse e bateu a mão contra a própria testa resmungando. - Eu não quero me casar com você, aceita.
O mesmo não lhe respondeu, e começou a se aproximar de ti que recuou sem nem perceber, a cada passo dado sentia seu coração acelerado, quase saindo por sua boca, você arregalou os olhos ao sentir suas costas se chocarem contra a parede fria lhe dando arrepios.
Kokonoi colocou os dois braços em volta de seu corpo não lhe dando chances de sair enquanto olhava no fundo se seus olhos com um sorriso sacana presente nos lábios. E em um movimento rápido, ele selou seus lábios nos seus, em um beijo longo.
Você queria negar com todas as forças, porém você sabia, só não tinha coragem de admitir, ela era bonito, seu tipo, tinha vontade de o ter, porém não podia, tinha que ajudar Yuzuha.
Com muito ódio você levou as mãos até o peitoral do moreno agarrando ali na intenção de o empurrar, porém fez o contrário, o puxou mais contra si encaixando sua boca na do mesmo que sorriu em meio ao beijo. Vez ou outra mordiscava seu lábio, chupava sua língua enquanto levava a mão direita para sua cintura e apertando com força, você gemeu em meio ao beijo gostando do aperto.
Seus corpos já estavam colados, a mão do moreno estava uma em sua coxa a erguendo colando-a em sua cintura enquanto a outra estava em sua bunda apertando com força, suas mãos uma estava no peitoral do mesmo enquanto a outra na nuca do mesmo agarrando ali o puxando mais contra si.
Ele pediu passagem para língua e você cedeu na hora sentindo a língua do mesmo adentrar sua boca e se embolar na sua, sua mente gritava para separar, mas seu corpo implorava por mais clamava, tudo dizia não, mas você fazia de qualquer forma.
Quando o ar faltou vocês quebraram o contato de seus lábios começando a se encarar fixamente.
— Eu te odeio... e me odeio mais ainda por ter gostado disso! - Você disse e ele riu entrelaçando os dedos em seu pescoço apertando de leve tirando seu ar.