Enquanto me prende e me arrasta
Rio
Da água quente ao morno morto,
Frio.
Fluido e passageiro que deságua
No raso cheio,
De mágoa.
Rio das águas claras,
Turvas com devaneios
De karmas.
Do lago de amores que me embriago
Vago.
Nascente em direção ao mar
Que em curvas e curas me afoga
E me deixa sem ar.
