24. INTERRUPÇÕES

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Pov: Janaína
O trabalho tá bem difícil, tudo mundo tá focado em descobrir quem matou o Boi lambeu, sinceramente, tem coisas mais importantes para se preocupar, mas sou obrigada a fazer né, infelizmente
Estão querendo investigar a gnomia, mas eu acho q isso não vai pra frente, querem q a investigação seja bem invasiva, e querem q ainda por cima prendem ela, eles estão loucos isso sim, só pq a ídolo deles foi morto, acho pouco ainda.

Dps de mais algumas horas de eu percebi uma movimentação estranha no ambiente, até q eu vi o coronel do BOPE, já percebi q tinha dado alguma merda

Pov: narrador
O coronel da BOPE transmitia diferente do coronel da PM, medo, o coronel da PM transmitia respeito pq o cargo dele exigia respeito diante a hierarquia, mas o coronel transmitia medo, por isso era respeitado, pq ele era temido.

Era um homem de meia idade, era musculoso, carregava uma pistola na perna, tinha alguns soldados dele ao redor dele, ele parecia estar furioso com alguma coisa, mas não dava pra saber ao certo

-vim com um mandato de apreensão e investigação, querem q o BOPE investigue a gnomia, quem não estiver de acordo com isso, foda-se, vou fazer do mesmo jeito
Todos tiveram a atenção tomada quando o coronel gritou
- quem é q manda aq?
- eu
Janaína ficou na frente do tenente Bololo como se tivesse uma patente maior q a dele, mas não tinha
- vc?
Ele deu um olhar menosprezando a Janaína
- algum problema, senhor coronel?
- não, tenente
Ele estendeu a mão para Janaína aperta-lá, mas ela se recusou, ele fechou a cara, viu oq a Janaína fez como um desafio, mas tentou não se importar
- vc vai comigo prender a Gnomia
- como assim prender a Gnomia?
Janaína ficou extremamente confusa, isso não era possível
- sim, vamos prender ela temporariamente pra investigar ela e a morte do Boi lambeu
Jaqueline ficou paralisada tentando assimilar oq estava acontecendo.
- vamos logo, não temos tempo a perder
O coronel falou com um sorriso no rosto

Pov: Gnomia
O tutu me convidou pra jantar hj a noite, tô muito ansiosa pro encontro, e hj ainda é meu dia de folga, hj tá sendo um dia perfeito.

Tomei um banho maravilhoso de banheira, quando eu saí do oclin tava na sala jogando videogame
- hj vc tá radiante hein, oq aconteceu??
Ela me perguntou toda desconfiada
- um homem q eu conheci na cafeteria aq do lado me chamou pra sair
Falei bem empolgada
- sério??? Como ele é?
- um nerdola, mas continua lindo, maravilhoso
- mísera, tu tem um gosto meio estranho né gnomia
- não é pra tanto
Ficamos um bom tempo conversando

Pov: narrador
Gnomia e do oclin estavam jogando e conversando, quando elas menos esperavam ouvem a porta sendo arrombada com muita violência e uma voz masculina gritando
- TODO MUNDO DEITA NO CHÃO COM A MÃO NA CABEÇA
Elas ficaram extremamente assustadas mas seguiram as ordens dadas pelo coronel

Ele entrou na casa com um fuzil na mão, quando viu a gnomia no chão tirou a algema do bolso, se agachou e colocou o joelho dele nas costas da gnomia pressionando contra o chão com muita força, algemou ela e perguntou
- onde estão as armas da casa?
- eu não tenho armas em casa
Ele pegou nos cabelos dela e bateu com o rosto dela no chão
- onde estão as armas?
- eu não tenho
Ele bateu de novo
- não vou repetir mais outra vez, onde tá?
- eu... Não tenho
Ele bateu de novo, só q com mais força, fazendo o nariz dela quebrar

Janaína se meteu no meio
- não tá escutando q a mulher falou q não tem arma, porra, para de bater nela, caralho
- vc sabe muito bem com quem tá falando, melhor vc entrar nos eixos se não quiser ficar com o nariz q nem o dela

Ele se levantou furioso com a Janaína, pegou a Gnomia pela as algemas q ele colocou nela
- quem é vc?
Ele perguntou olhando pra do oclin
- eu sou a do oclin, só divido casa com ela
Elas estava suando frio, meio trêmula, o coronel apenas chegou mais perto dela e falou baixo somente para ela escutar
- se vc estiver mentindo, fica pior pro seu lado

Pov: Shirley
Eu já tinha buscado a Gisele na casa dela, o dia estava indo perfeito, nada para reclamar. A gente estava em um restaurante pra almoçar, um restaurante super romântico pq romantismo é a minha especialidade.

Comemos, conversamos bastante, foi incrível, ela estava linda hj, eu paguei a conta e fomos até o meu carro, abri a porta pra ela e dps fui até o banco do motorista, sentei no carro e comecei
- vc quer ir pra onde agr?
- sabe, acho q já deu de encontros românticos, queria outra coisa, sla, me leva pra sua casa

Eu congelei, não dava pra levar ela pra minha casa, tinha muitas provas sobre oq eu faço... Só no meu escritório, então era só trancar falando q minha irmã tava lá, oq pode dar de errado, né
- tá bom, vamos

Nós fomos para minha casa, ela era perto do restaurante, não demorou muito tempo, não sabia oq aconteceria, mas estava bem ansiosa
- chegamos

Pov: narrador
Amarelinha estava surpreendida com o quanto tinha sido fácil conquistar a confiança da Shirley, Shirley por outro lado estava encantada com a moça

Elas entraram na casa, Shirley ofereceu um café pra amarelinha e ela aceitou, enquanto Shirley foi fazer o café, amarelinha começou a vasculhar a sala toda procurando alguma pista, mas nada

Shirley chegou com o café
- obrigada
Elas ficaram alguns minutos conversando, até a amarelinha fazer uma sugestão
- vamos fazer outra coisa?
- quer jogar? Assistir alguma coisa?
- não é isso q eu quero...

Pov: Shirley
Ela fez uma cara estranha pra mim e colocou a mão dela na minha coxa, se inclinou pra ficar mais perto de mim e sussurrou no meu ouvido de forma provocante
- me leva pro seu quarto

Enquanto a gente ia pro quarto, rolava carícias, uma mão mais safada, um mão na bunda, outro no peito, beijos molhados, chupões no pescoço e ela arranha meu pescoço a cada chupão q eu dava nela, até chegarmos no quarto

Tranquei a porta e Amarelinha já foi tirando a minha camisa, jogou ela pra longe, tirei a dela tbm e empurrei ela pra cama, comecei a beija-lá, desci os beijos até sua barriga, tirei a calça dela com cuidado pra não acabar machucando ela, voltei pra cima, fiquei de cara com ela
- posso?

Perguntei pra ela olhando pra calcinha dela
- claro q pode, não devia nem ter perguntado
Desci novamente, mas quando eu iria tirar a calcinha dela, eu recebo uma ligação

Continua...

SHIRLEY, A DONA DO MORROOnde histórias criam vida. Descubra agora