Ora, outrora
Se jogava bola
Depois da escola
Se usava gola
Alta hora, bora
Dormir sem demora
Hoje se diz "estoura"
Pra o que era "da hora"
E "não me amola"
Pra o que era "simbora"
"Pois essa tela, bela,
É o que eu quero agora(?)"
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De Um que Acredita
PoetryPalavras de (des?)esperança, dedicadas aos que não mais(?) acreditam. O conflito entre o que se vê e o que se acredita, entre o que se tem e o que se espera: quem somos depende do que fazemos com essa eterna tensão. Esse livro gira em torno da...
