Capitulo 3: Dança na Favela...

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Se passaram três semanas após o ocorrido, Grego, não conseguia esquecer o semblante daquele garoto, o faziam desesperadamente querer falar com Gael, aqueles olhos a maneira de agir tudo nele fazia Grego ficar extasiado, pensando em Theo, ele tentava ignorar aquele sentimento de familiaridade e pertencimento, queria negar os fatos, negar como se sentia perto do garoto.

Morgana havia falado  com ele sobre um projeto para ajudar as crianças da favela a se divertiremm um pouco, Grego aceitou de imediato, mas se perguntou quem viria, então Morgana lhe disse que era seu irmão. Chegou o dia da tal dança, Gael, Aisha, Sophia e Tomas estavam ali  eles iam ensinar a garotada a ter um pouco de alegria.

— Olá, crianças! — disse Gael, estava com os cabelos levemente bagunçados, cropped preto , calça baggy jeans cinza, gargantilha de renda e tênis ALL star preto. Ele olhava as crianças com um sorriso, o que mostrava suas covinhas e dava destaque para suas sardas. — Eu sou o Gael, esses são meus amigos, Sophia, Aisha e Tomas. — se apresentou, fazendo as crianças o olharem com admiração. Sophia é ruiva e tem cabelos raspados, olhos marcantes preto, pele branca e corpo esguio 1,68. Aisha é de pele com vitiligo, tem heterocromia tendo um olho azul com uma mistura em marrom, e o outro verde também misturado em marrom o que dava o contraste, ela tinha bunda e seios fartos, é mais gordinha e tinha 1,59 de altura, o cabelo afro estava bem definido, usava um delineado  gatinho e um lip combo com contorno e gloss. Tomas tem 1,83 de altura, tem um corpo um pouco musculoso, olhos castanhos, cabelos loiros e pele branca. Ele era novato na faculdade havia chegado a pouco mais de 3 meses e meio que ele e o Gael tinham um lance, algo nada definido. Aisha e Sophia era as melhores amigas de Gael o conheciam desde pequeno. As crianças ficaram impressionadas com a beleza do grupo.

— Você é muito bonito Gael! — uma garotinha de 7 anos falou e Gael sorriu. — E suas roupas também.

— Obrigada!— Gael ficou na frente da pequena garota e se abaixou, se apoiando em um dos joelhos.  — Você também é muito bonita. — ele falou de forma gentil e carinhosa.

— Minha mãe ae vive me chamando de aberração e que eu não deveria ter nascido. — a garotinha estava cabisbaixa  e  o olhar triste.

— Ei! Você é incrível garotinha, não deixe ninguém fazer você duvidar disso. — Gael começou, fazendo a menina o olhar. — Posso abraçar você? — ele pergunta fazendo a menina ascensão que sim e limpar a lágrima dos olhos. — Nunca duvide de si mesma, não é uma aberração e nunca vai ser. — ele abraça a garota que retribui o abraço de forma apertada, dando um beijo na bochecha de Gael.

— Essas pintinhas são tão lindinhas. — a garotinha disse, tocando o rosto do Gael, fazendo o mesmo sorrir ainda mais. — Obrigada, Gael! — ele se a levanta e olha as crianças que o admiravam surpresas.

— Não sente nojo da gente? — um garoto de praticamente uns 11 a 12 anos falou. Encarando Gael, com uma certa intimidação.

— Por que teríamos? — ele pergunta de volta ao menino, que o encara confuso.

— Não sei, talvez por sermos daqui, e voce lá de onde tem prédios altos. — a criança abaixa a cabeça sem encarar Gael.

— Não tem por que eu ter nojo de nenhum de vocês, são seres humanos, são crianças, e são pessoas como as outras, não tem porque tratar vocês diferente. — Gael sorri para todos ali, esses que ficam tímidos no começo mas sorriem de volta, mas como alívio.

— Então vamos começar. — o mesmo garoto diz animado, pulando pra cima.

— Vamos! — Gael fala pulando também, Aisha e Sophia achavam impressionante como Gael tinha facilidade com crianças e sorriam.

Amor BandidoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora