Diane vecchi
Sei que estou entre os seios de madison porque reconheço o cheiro dela e também estou sentindo suas mãos abaixo de minha bunda.
Acho que estamos no carro, sinto uma movimentação diferente, uma música baixa tocando, não era lá muito calma, chamava uns 500 palavrões diferentes em 5 frases.
- Não adianta fingir que está dormindo, reconheço quando você está acordada diane - Madison da um tapinha em minhas costas - Se quisesse ficar babando em meus seios era só falar - Os seios dela estavam realmente melado com minha baba
- Está quente aqui, e o carro tá frio, então vou apenas usá-la como uma forma de me aquecer - sou sinica e ela dá um tapinha em minha bunda mais uma vez.
- Então tá, já passei no hotel e busquei nossas coisas, já tá tudo no banco de trás - Suas mãos entram em meu cabelo - lembra de alguma coisa de ontem?
- Hm...não - tento por minha mente pra funcionar por um momento e continio com a cabeça deitada em seus seios, meu rosto fica vermelho - Tá falando do beijo?
- Pelo menos isso você lembrou - Ela diz com um sorriso sarcástico - que bom que você lembrou, me sinto um pouco menos filha da puta
- Eu estava bêbada, foi puro impulso - Tento disfarçar um pouco e vejo a cara neutra de Madison, eu nunca vou saber o que ela estava sentindo
- Não precisa ficar se explicando - Ela diz e para o carro me colocando no banco do passageiro, acabou o quente de seus seios - Preciso me concentrar na estrada agora...e aí? Tá ansiosa? Só faltam 5 dias afinal.
- Eu estou um pouco, não é lá grande coisa fazer dezoito...Já bebo e prisão não me assusta, e meio difícil uma garota rica ser presa - Madison concorda com a cabeça a cada palavra.
- Comprei seu café da manhã, tá no banco de trás, não sei o que você queria então peguei um Subway e um suco - Ela muda ligeiramente o assunto, e pelo visto a rota também, o mar bem pertinho.
- Me matar na praia? - Digo rindo e ela revira os olhos
- Não vou estragar a areia com seu sangue bonequinha - Madison desce do carro e tira aquele vestido vermelho, ela o joga no banco de trás sem se importar com mais nada, franzo o cenho e faço o mesmo.
Madison corre para o mar com aquela lingerie linda branca, ela parecia uma maluca correndo na praia só de sutiã, a praia estava vazia até porque são 4 da manhã e o dia ainda está amanhecendo
Eu ando até o mar e vejo ela se afundar por lá, madison nada tão bem que já estava lá no meio, vou indo devagar sentindo água mais funda, paro quando chega no meu limite, mal sei nadar.
- Não vai vir? - Ela grita de longe
- Eu não sei nada igual você! - Grito de volta e sou derrubada por uma onda forte, quando volto não vejo ela - Madison? Não tem graça, cadê você? - Olho ao redor e não a vejo
Sinto algo abrindo meu sutiã e dou um grito, ela se levanta com meu sutiã na mão e rindo
- Você é assustada demais - Ela diz rindo ainda com meu sutiã na mão
- Madison, devolve esse caralho - Digo já estressada e tento pegar, ela põe o sutiã na boca e entra embaixo da água nadando para longe, tento ir atrás dela mas acabo me afundando mais no mar, eu não era tão alta assim, tento subir um pouco mas eu já estava com falta de ar, madison me puxa para cima me pegando no colo
- Você é tão rica e nem aula de natação teve ? - Ela debocha ainda me segurando, os olhos indo para meus peitos expostos. Madison lubrifica os lábios antes de por um deles inteiro na boca, gemo inclinando eles mais para fundo, meus seios são o que mais me dão prazer.
Ela morde meu seio me fazendo da um gemido ainda mais alto, uma dor misturada com um puta prazer, seus lábios saem de meu seio assim como sua baba, ela segura meu rosto e o trás para ela, sua língua invade minha boca e ela segura minha bunda firme a apertando enquanto me beija.
Se separamos após um tempo e meu rosto estava vermelho, nunca imaginei que isso aconteceria aqui no mar
- Já tá tímida? Você não viu nada bonequinha, daqui a cinco dias você nunca vai ser tão fudida em sua vida - Ela murmura em meu ouvido - Inclusive, perdi seu sutiã - Uma risada rouca dela.
- Ah otimo, agora vou segurando meus seios - Olhos os mamilos saltados mais uma vez, amo vê-los tão vermelhinhos.
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Slyred
Fanfiction𝑫𝒊𝒂𝒏𝒆 𝑽𝒆𝒄𝒄𝒉𝒊 Desde pequena cresceu cheia de regras, tinha tudo que queria, menos o amor de sua família, obviamente. Diane cresceu com a perspectiva de que ela não seria amada por sua família, o que não era bem mentira. Desde sempre foi...
