Nos afastamos, então olho em seus olhos, aqueles olhos amendoados que só bastavam olhar para mim e meu corpo queimava.
Padre jeon- acho melhor entrarmos, Já está tarde.
Eu apenas assenti com a cabeça e me levantei. Segui para dentro de casa, mas antes de entrar olhei para trás, ele ainda estava lá sentado.
Sn- não vá entrar agora?
Padre Jeon- daqui a pouco.
Não questionei, apenas segui para meu quarto.
Deitada na minha cama sentindo milhões de borboletas em meu estômago, sem acreditar no que aconteceu.
Passava meus dedos em meus lábios, ainda podia sentir o seu toque, o gosto do seu beijo, aqueles lábios finos e macios.
Acordo pela manhã vou pra o banheiro faço minhas necessidades, me olho no espelho, minha boca já estava doendo de tanto que eu não para de sorrir. Não conseguia esquecer o beijo.
Visto minha roupa e sigo para a cozinha preparar o café.
Preparo o que ele gosta de comer no café da manhã, arrumo a mesa.
Quando estava pegando as xícaras pra colocar sobre a mesa ele aparece na cozinha.
Padre Jeon- Bom dia Senhorita.
Sn- bom dia Padre jeon.
Me sento na cadeira a sua frente , ele agia como se nada tivesse acontecido, o sorriso no rosto como sempre manteve.
Falávamos sobre uma campanha para arrecadação de dinheiro pra ajudar o orfanato aqui de perto.
Sempre que ia tocar no assunto ele desviava da conversa. Ele não queria falar sobre o que havia acontecido.
Padre jeon- chamaremos algumas irmãs do convento pra ajudar.
Se você quiser ir e levar algum conhecido será muita bem vinda.
Faremos uma feirinha e venderemos algumas comidas.
Sn- claro. Será por uma boa causa. Chamarei o Jimin para ir comigo.
Ele me olhou ao ouvir falar o nome do jimin.
Mas logo disfarçou.
Padre jeon- ótimo, quanto mais pessoas ajudarem melhor. Virão algumas crianças da catequese pra cá.
Sn- o senhor gosta mesmo de ser Padre não é... sempre quis ser Padre?
Padre jeon- pra ser sincero não. Sempre quis ser um policial.
Mas minha mãe sempre quis que eu fosse Padre, então aprendi a gostar do que sou.
Sn- onde está sua mãe agora?
Padre jeon- ela mora em Buzan com meu pai. Todas as vezes que falo com ela, me faz questão de lembrar o quanto sente orgulho do seu filho por ser um Padre.___sorri anasalado ___
Sn- você não precisa ser mais aquilo que ela que, você não é mais uma criança.
Padre jeon- é isso que eu sou Sn. É oque eu me tornei.
Eu não estava mais afim de ouvir essa conversa, me levanto e coloco a xícara sobre a pia.
Se ele queria assim, então era o que eu iria fazer, agir como se nada tivesse acontecido.
Talvez fosse o certo a se fazer.
A tarde depois que as crianças chegaram, preparei um pequeno lanche e levei até a igreja, não era minha obrigação, mas fiz com muito carinho.
Me sento em um dos bancos da Igreja e observo Jeon conversar com aquelas crianças.
Algumas horas se passaram e resolvi sair um pouco. Precisava esvaziar a cabeça.
Vejo uma pequena pracinha onde tinham algumas crianças brincando. Fico observando o movimento das pessoas.
Já estava escurecendo um pouco.
Olho pro céu e me lembro do nosso beijo.
Solto um sorriso anasalado.
Sinto algumas gotas de chuva caírem sobre meu rosto.
Apresso os passos na volta para casa,
Ainda no meio do caminho a chuva ficou mais forte. Vi uma lojinha onde tinha uma pequena lona na frente, então corri para me abrigar e esperar a chuva passar um pouco.
Eu estava com frio, minha roupa estava totalmente encharcada. Ao ver que a chuva diminuiu um pouco sigo para casa
Ao entrar vou direto para meu quarto.
Pego a toalha e vou para o banheiro , troco de roupa e deixo a molhada sobre a pia.
Já com a roupa seca e quentinha , pego meu celular que fico em cima da mesinha.
Haviam 13 chamadas perdidas do Padre Jeon, e 8 chamadas perdidas do Jimin.
Ligação on...
Jimin- até que enfim você apareceu, eu te liguei várias vezes, onde estava?
Sn- desculpa, eu fui caminha um pouco na praça aqui perto e deixei meu celular em casa.
Aconteceu alguma coisa?
Jimin- não, só liguei pra falar com você, queria te chamar pra sair um pouco.
Sn- hoje não vai dar, estou exausta, sem contar na chuva que peguei quando voltava pra casa. Não quero abusar da sorte.
Ouço batidas na porta.
Sn- preciso desligar agora, depois falo com você.
Jimin- tudo bem. Se cuida.
Sn- pode deixar, se cuide também.
Desligo o celular e peço que a pessoa entre.
Sn- pode entrar.
Padre jeon- Não vai jantar? Estava esperando a senhorita . Liguei mas esqueceu seu celular em casa.
Sn- desculpa, mas não estou com fome. Eu só quero ficar quietinha e dormir.
Minha cabeça dou um pouco. Acho que preciso descansar.
Padre jeon- claro... se precisar de alguma coisa, estarei no meu quarto .
Sn- Obrigado Padre.
Ele fecha a porta e jogo meu corpo sobre a cama. Eu Precisava descansar .
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𝙈𝙀𝙐 𝙋𝙀𝘾𝘼𝘿𝙊- 𝙅𝙀𝙊𝙉 𝙅𝙐𝙉𝙂𝙆𝙊𝙊𝙆
RomanceJEON JUNGKOOK, UM JOVEM DE 28 ANOS, SE TORNOU PADRE MUITO CEDO PELA PRESSÃO DA SUA MÃE , MAS SERÁ QUE POR ALGUEM ELE NÃO VAI MUDAR DE IDÉIA? _________________________________ SN, UMA LINDA MULHER DE 25 ANOS, ESTAVA A PROCURA DE UM EMPREGO ATÉ...
