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𔘓 Bianca
Estávamos em um almoço com a galera da Loud na casa do PH, era semana de algumas mudanças então esses encontros aconteciam pra conversamos.
Na mesa estavam todos os gamers de todos os jogos. Eu não jogo mas sou filha do dono então participo já que é a na minha casa, vantagens e mais vantagens não é?
Eu estava no meio entre thur na minha esquerda e bak na minha direita com meu pai na nossa frente.
Eu estava conversando e brincando um pouco com o thurzin já que acabamos de comer juntos e senti olhares queimarem na gente.
– Vamo pra piscina? eu chamo um churrasqueiro e a gente fica de boa aqui. – meu pai se pronuncia bebendo seu último gole de coca.
Todos olham pra ele, e concordam inclusive eu e Arthur. Subi com as meninas pro meu quarto e vestimos o biquíni. Antes do meu pai chamar o pessoal eu já havia chamado elas então obviamente eles trouxeram também.
– Bia, você tá bem próxima do thur né? – Babi fala do banheiro.
– Acho que sim. – sento ma cadeira de penteadeira e começo a fazer duas tranças no cabelo.
Antes de continuarmos a conversa alguém bate na minha porta.
Olho pra trás e vejo as meninas já todas com o biquíni e a saída e permito quem bateu entrar.
A porta de abre e meu pai me chama pra conversar do lado de fora, eu o sigo.
– Eu tinha esquecido que algumas das suas primas vão vir, elas me avisaram ontem a noite.
– Mas tá tudo bem elas ficarem aqui com o pessoal?
– Tá sim, Vai ser só a Lívia e a Bruna. Só lembra de dar um pouco de atenção a elas tabom? pra elas não se sentirem desconfortáveis com o pessoal.
– Deixa comigo!
Ele sai e quando eu ia entrar no quarto as meninas já começaram a sair.
– Bora? tô morrendo de calor. – Carol começa a andar na frente.
Eu e as outras soltamos uma risada e seguimos ela até a área da piscina.
Alguns dos meninos já estavam dentro e outros conversando enquanto bebiam. Vi o thur na piscina falando com o gabe e entrei junto com a Carol e fomos em direção à eles.
Eles param de conversar e vejo o Arthur focar toda sua atenção pra mim. Gabe que é muito amigo do thur já deve imaginar o que é e dá uma gargalhada batendo de leve em seu braço.
Me aproximo e fico do lado do Arthur.
– Você sabe que é linda não é? – Ele sussurra no meu ouvido.
– Sei disso. – abro um sorriso.
Ele fica mais próximo e passa o braço discretamente pela minha cintura apertando de leve, coloco minha mão na sua e faço carinho nela.