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Os camps cada vez mais tão roubando toda minha noite de sono, quando não é partida é reunião e quando não é reunião é treino com o time.
Minha namorada deve ter sido a mais atingida disso tudo, nós costumamos assistir séries juntos até amanhecer e dormie agarradinhos mas com os compromissos esses momentos nossos teve que ser adiado.
– Amor? – Chamo um pouco auto.
A resposta não veio o que é estranho já que ela sempre me responde.
Levanto da cadeira e pego meu celular olhando as horas. Cinco da tarde.
Caminho até meu quarto e vejo ela deitada de bruços.
– Vida, você não ouviu eu te chamar? – falo chegando mais perto dela.
Quando me abaixo pra ver o rosto dela vejo seus olhos fechados e a respiração tranquila, ela tá dormindo.
Desço as escadas e encontro minha mãe procurando alguma coisa no armário.
– Tá atrás de que? – sento na mesa e pego meu celular.
– Remédio.
Ela continua procurando e eu olho pra ela.
– Tá com dor a onde?
– Não sou eu, é a bia. – Ela vai a geladeira e tira a água de lá.
– O que ela tem? – Falo mais rápido que o normal pela preocupação.
– Ela tá com cólica e esqueceu o remédio em casa, mandei ela deitar que eu procuro algum aqui. – Ela sai falando com uma mãe segurando o remédio e a outra um copo de água.
– Ela tá dormindo agora. – Levanto e vou até o espelho do micro-ondas ver meu cabelo e saio até a sala.
Quando avisei que minha namorada tá dormindo ela colocou as coisas na mesa e foi sentar no sofá.
– Você viu a chave do meu carro?
– Tá em cima do balcão Arthur!
– Valeu! Já volto. – Pego a chave e corro até a porta abrindo e fechando com pressa.
Quando entro no meu carro saio do condomínio e vou direto pra farmácia comprar algumas coisas pra Bianca.
Ela não é o tipo de pessoa que fala quando tá doente então se eu levar alguma coisa pra ela, talvez ela fique mais animada.
Entrei na farmácia mais perto de casa e uma atendente veio praticamente correndo na minha direção.
– Bem vindo! — ela fala arrumando o cabelo. – Posso ajudar?
Olho pra trás dela e vejo as outras sussurrando e olhando pra nós dois.
Quase que reviro os olhos.
– Pode, qual o teu nome?
– Mariana! – ela diz animada e abrindo um sorriso enorme, coitada.
– Então Mariana, tô procurando um remédio tá ligado?
– Tô ligada! – ela se aproxima ainda mais e eu me afasto um pouco.
– Minha namorada tá sentindo cólica e eu quero algum remédio que faça efeito na hora. – Falo um pouco alto pras amigas dele também escutarem.
O sorriso dela murcha na hora e ela vira as costas indo até o balcão. Segurei minha risada e segui ela.
– Esses dois são ótimos, comigo funciona muito bem. – Ela coloca dois diferentes em cima do balcão e eu pego os dois.
– Vou levar.
– Qual?
– Eles dois! – Vou até o caixa e entrego pra ela os remédios.
Tiro meu cartão da carteira e quando olho pro lado vejo várias opções de chocolate.
Pego um de cada.
– Quanto deu?
– Oitenta e nove reais.
Mostro meu cartão pra ela.
– Crédito ou débito?
– Débito.
Pego a sacola com a mão da aliança e vou até a porta sem dar tchau.
Quando chego em casa vou atr meu quarto jogo a chave em qualquer lugar da mesinha e vejo ela acordada mexendo no celular.
– Onde você foi? – Ela fala sem olhar pra mim.
– Comprar algumas coisas. – coloco a sacola na minha cadeira pra ela ainda não ver e sento do lado dela dando beijos no ombro.
– Tá tudo bem? – Ela guarda o celular e me dá um selinho.
– Comigo tá, com você não dá pra dizer o mesmo né?
– Sua mãe já te falou? – ela cruza os braços e faz um biquinho fofo.
– Já mano, não me esconde quando você sentir dor Bianca, tô aqui pra você.
– Eu sei, mas você tava ocupado e eu não queria atrapalhar.
– Você não atrapalha. Nunca.
Beijo ela e depois levanto da cama indo até as compras.
– Eu trouxe pra você.
Ela levanta e vem até mim com um sorriso lindo.
– Não precisava!
Ela vai direto no chocolate.
conversamos algumas coisas enquanto comíamos o chocolate e ela para pra ver a hora.
– Amor! já tá muito tarde. – ela levanta pegando o lixo. – Tenho que ir pra casa.
– Pensei que você ia dormir aqui. – continuo deitado olhando os movimentos dela da cama.
– Eu queria, mas não sabia se você iria querer então falei pra minha mãe que ia de uber.
– Você sabe que não gosto quando sai tarde aqui de casa sozinha ainda mais em uber.
Ela não disse nada e continuou arrumando suas coisas na bolsa então eu continuei falando.
– Se você quiser mesmo ir eu te levo, mas não tem problema dormir aqui. E você tá com dor.
– Vou ficar então, tô morta de preguiça de ter que sair mesmo.
Ela se joga do meu lado na cama e eu abraço ela e começo a dar vários beijos.
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OIE!!!!!
quanto tempo ne? sentiram saudade?
demorei pq tô super ocupada então com certeza o próximo talvez demore também mas não tanto quanto esse
esse cap foi pedido pela babi (não consegui marcar) muito obrigada!!!