O loiro soprou cada palavra com um ar sério, com olhos azuis faiscando, o ruivo ficar sem reação era bom demais, era tentador ser dominado assim, sentiu uma fisgada no estômago era estranho, não sabia dizer se era bom ou ruim. - Escutar aqui, eu só...
Aviso importante: atos sexuais aqui. Por isso, estamos classificando este capítulo como 18. Isso é irrelevante.
Aviso: por favor, leiam com atenção temas delicados, como divórcio, abordados com o maior carinho possível.
Eu não acredito que esta história chegou tão longe. Uma história que era para ser um capítulo único, agora estamos só na metade.
Boa leitura a todos!
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Crowley acordou naquela manhã de sábado determinado a ser um novo homem. “Por onde eu devo começar?” Ele saiu da cama com uma dose a mais de determinação a cada passo que dava em direção à porta.
– Ei, apressadinho! Eu sei que você está desesperado para ver seu anjo. Mas você não acha melhor lavar o rosto antes de vê-lo? – a voz era de Alan, ainda enrolado em Vald debaixo da coberta, mas Crowley não tinha tempo nem cabeça para debochar do amigo, muito menos para zoar seu apego.
– Porra! – ele disse, voltando rapidamente para o banheiro. Enquanto isso, Alan mal esperou ele virar a esquina e começou a provocar o pobre Valdee.
Valdee, dominado pela inconsciência do sono, puxou Alan para mais perto de si, roçando seu pau meio duro em sua bunda, fazendo Alan ficar excitado e soltar um gemido alto, tão alto que Valdee acordou assustado.
– Está tudo bem aí? – a voz de Crowley saiu um pouco abafada por baixo da porta do banheiro, parando para admirar os cabelos bagunçados e o pijama colado nos quadris. Tentação é a primeira palavra que veio à mente, e seu anjo não é louco para resistir a um convite tão direto: olhe, é tudo seu.
– Estou bem, foi só o Val que me empurrou, eu quase caí da cama – ele empina a bunda enquanto diz isso. Valdee segura sua cintura para fazer com que ele pare de se esfregar contra seu pau dolorido, querendo, precisando se afundar naquele calor enlouquecedor até o punho.
– Pare, – Valdee sussurrou em seu ouvido com a voz baixa e rouca, o pau pesado roçando entre as bochechas de sua bunda empinada a cada rebolado, fazendo seu pau ansiar por calor.
– Vamos nos divertir um pouco, Val? – Ele disse, se empurrando para o moreno, sentindo seu pau cutucando suas bochechas, farejando aquele lugar seguro para reivindicar entre suas bochechas macias e redondas.
– Alan, por favor, só pare… Por Deus, porra. – Sua voz saiu áspera e grossa de desejo. Ele segurou e apertou sua cintura em desespero, – fique parado, porra, quieto.