── .✦ 𝐎𝐍𝐃𝐄 𝓛acy Fraser achava que sabia o que era amor. Ou, pelo menos, pensava que não precisaria se preocupar com isso. Não quando suas maiores aventuras aconteciam ao redor de uma mesa de Dungeons & Dragons com seus melhores amigos de infânc...
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Estávamos escondidos atrás da parede, esperando Billy entrar na sauna para que o plano desse certo.
Mike prendeu um dos walkie-talkies na barriga do boneco, para que Hargrove se enganasse, achando que era alguma criança que ficou após o clube ser fechado.
Prendo a respiração quando escuto os passos pesados do mais velho se aproximando.
Olho para Mike, esperando um sinal, e logo o garoto indica com a mão que devemos sair.
Andamos em passos leves porém rápidos, paramos bem atrás da sauna, mas o homem nem percebeu nossa presença.
— Oi. — Onze cumprimentou irônica, e logo o corpo do mais velho se virou rapidamente, arremessando a isca no chão.
— Agora! — Mike exclama, dando o sinal para que Onze fechasse a porta com sua telecinese.
Wheeler coloca o ferro entre a maçaneta da porta e a pilastra, trancando o homem lá dentro.
Lucas chega com a corrente, colocando em volta do ferro, logo finalizando com o cadeado.
Eles voltam para o nosso lado ofegantes, pela agilidade que usaram.
Observamos Billy bater na porta na tentativa falha de sair.
— Max... — ele murmurou, parecendo ter percebido a presença da irmã apenas agora.
— Pode ligar. — a ruiva afirmou após um longo suspiro.
Will rapidamente se deslocou até o botão de aumentar a temperatura da sauna.
— Max! — o loiro bateu na porta. — Me tira daqui agora!
Meu corpo da espasmo de susto pelas batidas na superfície. Ele parecia estar consumido pela raiva.
— Vocês acham isso engraçado, é? — ele indagou ofegante. — Acham que isso é uma brincadeira, não é? Vocês, merdinhas, acham isso engraçado?
O homem continuava batendo na porta enquanto quase implorava para abrirmos.
Olho para Maxine, que obtinha uma expressão de tensão e me olhou de volta assim que percebeu meu olhar sobre ela.
— Já está em cem graus. — Will informou antes de voltar para o nosso lado.
— Não é minha culpa. — ele resmungou com uma voz chorosa. — Não é minha culpa. Não é minha culpa.
Mayfield se aproximou da porta em passos pequenos e lentos.
— Max, eu juro que não é minha culpa.
— O que não é sua culpa, Billy? — indagou ela.
— Eu fiz umas coisas muito ruins. — revelou. — Bem ruins. Eu não queria fazer.
Também nos aproximamos um pouco para escutar melhor, indo para perto da porta azul.
— Foi ele que me obrigou. — ele disse, com a voz abalada.