A sauna. | 017

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Estávamos escondidos atrás da parede, esperando Billy entrar na sauna para que o plano desse certo

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Estávamos escondidos atrás da parede, esperando Billy entrar na sauna para que o plano desse certo.

Mike prendeu um dos walkie-talkies na barriga do boneco, para que Hargrove se enganasse, achando que era alguma criança que ficou após o clube ser fechado.

Prendo a respiração quando escuto os passos pesados do mais velho se aproximando.

Olho para Mike, esperando um sinal, e logo o garoto indica com a mão que devemos sair.

Andamos em passos leves porém rápidos, paramos bem atrás da sauna, mas o homem nem percebeu nossa presença.

— Oi. — Onze cumprimentou irônica, e logo o corpo do mais velho se virou rapidamente, arremessando a isca no chão.

— Agora! — Mike exclama, dando o sinal para que Onze fechasse a porta com sua telecinese.

Wheeler coloca o ferro entre a maçaneta da porta e a pilastra, trancando o homem lá dentro.

Lucas chega com a corrente, colocando em volta do ferro, logo finalizando com o cadeado.

Eles voltam para o nosso lado ofegantes, pela agilidade que usaram.

Observamos Billy bater na porta na tentativa falha de sair.

— Max... — ele murmurou, parecendo ter percebido a presença da irmã apenas agora.

— Pode ligar. — a ruiva afirmou após um longo suspiro.

Will rapidamente se deslocou até o botão de aumentar a temperatura da sauna.

— Max! — o loiro bateu na porta. — Me tira daqui agora!

Meu corpo da espasmo de susto pelas batidas na superfície. Ele parecia estar consumido pela raiva.

— Vocês acham isso engraçado, é? — ele indagou ofegante. — Acham que isso é uma brincadeira, não é? Vocês, merdinhas, acham isso engraçado?

O homem continuava batendo na porta enquanto quase implorava para abrirmos.

Olho para Maxine, que obtinha uma expressão de tensão e me olhou de volta assim que percebeu meu olhar sobre ela.

— Já está em cem graus. — Will informou antes de voltar para o nosso lado.

— Não é minha culpa. — ele resmungou com uma voz chorosa. — Não é minha culpa. Não é minha culpa.

Mayfield se aproximou da porta em passos pequenos e lentos.

— Max, eu juro que não é minha culpa.

— O que não é sua culpa, Billy? — indagou ela.

— Eu fiz umas coisas muito ruins. — revelou. — Bem ruins. Eu não queria fazer.

Também nos aproximamos um pouco para escutar melhor, indo para perto da porta azul.

— Foi ele que me obrigou. — ele disse, com a voz abalada.

𝙁𝙄𝙍𝙎𝙏 𝙏𝙍𝙐𝙀 𝙇𝙊𝙑𝙀, 𝐌𝐚𝐱 𝐌𝐚𝐲𝐟𝐢𝐞𝐥𝐝.Onde histórias criam vida. Descubra agora