── .✦ 𝐎𝐍𝐃𝐄 𝓛acy Fraser achava que sabia o que era amor. Ou, pelo menos, pensava que não precisaria se preocupar com isso. Não quando suas maiores aventuras aconteciam ao redor de uma mesa de Dungeons & Dragons com seus melhores amigos de infânc...
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GARANTEE
Eu encarava suas costas fixamente, esperando por qualquer ação que revelasse o que ela fazia por toda a noite.
Estávamos todos no porão da casa dos Wheeler's. Combinamos de revezar e ficarmos acordados para verificar Max, mas, eu não consegui dormir nem quando deveria.
Quando fechava os olhos, eu sentia meu coração doer de acordo com que as imagens horríveis alcançavam minha mente. Imagens de Max quebrando seus ossos enquanto seus olhos eram sugados. Exatamente como Eddie descreveu que viu acontecendo com Chrissy.
Os meninos discutiam sobre Victor Creel ter sido amaldiçoado enquanto liam os jornais antigos que relatavam a notícia.
Alice, Robin e Nancy não haviam conseguido falar diretamente com o homem, mas descobriram aonde ele poderia estar.
Embora todos davam suas opiniões, achismos e argumentos, as vozes apenas se misturavam em meus ouvidos como uma bolha barulhenta de informações, pois eu não conseguia prestar atenção no que diziam.
Grace tentou se comunicar comigo algumas vezes, verificando que eu estava ali, mas era correspondida com respostas curtas.
Estava muito ocupada com os olhos vidrados nas costas de Maxine.
— Ela dormiu? — Nancy indagou, chamando minha atenção.
— Não... — respondi sem desviar o olhar da ruiva.
— Você dormiu? — perguntou Alice ao se sentar no braço do sofá, enfatizando a palavra "você".
A respondi balançando a cabeça negativamente, exalando um suspiro.
— Precisamos resolver isso logo — sugeriu Alice.
— Se é que tem como, não é? — resmungou Grace, ajeitando sua postura ao meu lado.
— Ligamos pro manicômio Pennhusrst, pedimos pra visitar o Victor Creel — começou a Wheeler. — Eles negaram, mas temos uma reunião às três horas com o diretor.
— E agora a gente vai lá puxar saco e pedir pra ele pra falar com o Victor — completou Robin.
— Talvez dê pra livrar a Max da maldição — Nancy murmurou ao olhar para a ruiva, depois seu olhar esperançoso foi até a mim, que a olhou com um sorriso esforçado.
— Vai dar — garantiu Alice ao apertar meu ombro, logo após se levantando.
Respirei fundo, encarando minhas mãos que não conseguiam ficar quietas pela ansiedade.
— Você quer que eu fique? Posso enviar Steve no meu lugar — indagou Alice após se agachar na minha frente, olhando em meus olhos cabisbaixos.
— Não, tudo bem — assegurei com um sorriso leve. — O Steve é um ótimo babá. E, elas vão precisar de você lá. Esse diretor não vai ser manipulado tão facilmente.