── .✦ 𝐎𝐍𝐃𝐄 𝓛acy Fraser achava que sabia o que era amor. Ou, pelo menos, pensava que não precisaria se preocupar com isso. Não quando suas maiores aventuras aconteciam ao redor de uma mesa de Dungeons & Dragons com seus melhores amigos de infânc...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
— Eu consigo — garantiu Onze antes de se aproximar do carro.
O mesmo que foi jogado pela telecinese a provavelmente uma hora atrás.
Enquanto a menina erguia o braço, se esforçando para conseguir que o carro saísse do lugar, seu corpo murchava lentamente ao perceber que seu esforço estava sendo falho.
O carro se moveu, mas não o suficiente.
— Tudo bem, On — assegurei ao me aproximar. A garota soltou um suspiro antes de nos afastarmos, dando espaço para todos que tentaram retirar o veículo do lugar.
— Eu já volto — avisou antes de uma das pilastras tamparem seu corpo, me impedindo de enxergar o que ela fazia.
Olho para frente, enxergando todos fazerem esforço em cima do balcão de uma das lanchonetes. Meu corpo dá um passo para trás quando o veículo cai em pé perfeitamente.
Olho para onde Onze estava novamente. Começo a caminhar até a garota, sentindo os passos atrás de mim.
— On? — Mike a chamou quando nós três paramos em uma distância razoável da garota. — Você tá bem?
— Eu... — murmurou ao nos olhar. — Acho que perdi meus poderes.
— O quê...? — Franzi o cenho. — Isso é possível?
— On, talvez você só precise descansar um pouco — presumiu Maxine.
Antes que Max terminasse sua frase, escutei um barulho acima de nós. Movi a cabeça lentamente para cima, tendo certeza de onde o barulho vinha.
— Gente... — chamei, apreensiva.
O teto estranhamente se mexia de acordo com o barulho, revelando a possibilidade do monstro estar ali, acima de nós.
— Nancy! — Mike gritou a irmã para que olhasse.
Senti a ruiva puxar minha mão após Mike gritar para corrermos.
Escuto a voz de Alice me chamar em um grito de desespero, mas quando olho para trás, já não a enxergava.
— Tá doendo muito... — reclamei ao gemer, olhando para minha perna e percebendo que o gases já não era suficiente para estancar o sangue. Eu estava deixando rastros por toda parte.
— Aguenta só mais um pouco, amor — pediu Max.
— Aqui! — Wheeler apontou para um balcão de madeira.
Nos sentamos atrás do lugar, desejando que o grande Devorador de mentes não nos encontrasse.
Minha respiração pesava enquanto escutava os grunhidos que me causavam arrepios. Eles se aproximavam cada vez mais.
Mike levantou de forma sigilosa, apenas o suficiente para que pudesse ver onde o bicho estava.
— Ele tá virado. Se a gente subir agora, a gente chega — avisou ao se sentar novamente.