Never ending story | 022

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— Eu consigo — garantiu Onze antes de se aproximar do carro

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— Eu consigo — garantiu Onze antes de se aproximar do carro.

O mesmo que foi jogado pela telecinese a provavelmente uma hora atrás.

Enquanto a menina erguia o braço, se esforçando para conseguir que o carro saísse do lugar, seu corpo murchava lentamente ao perceber que seu esforço estava sendo falho.

O carro se moveu, mas não o suficiente.

— Tudo bem, On — assegurei ao me aproximar. A garota soltou um suspiro antes de nos afastarmos, dando espaço para todos que tentaram retirar o veículo do lugar.

— Eu já volto — avisou antes de uma das pilastras tamparem seu corpo, me impedindo de enxergar o que ela fazia.

Olho para frente, enxergando todos fazerem esforço em cima do balcão de uma das lanchonetes. Meu corpo dá um passo para trás quando o veículo cai em pé perfeitamente.

Olho para onde Onze estava novamente. Começo a caminhar até a garota, sentindo os passos atrás de mim.

— On? — Mike a chamou quando nós três paramos em uma distância razoável da garota. — Você tá bem?

— Eu... — murmurou ao nos olhar. — Acho que perdi meus poderes.

— O quê...? — Franzi o cenho. — Isso é possível?

— On, talvez você só precise descansar um pouco — presumiu Maxine.

Antes que Max terminasse sua frase, escutei um barulho acima de nós. Movi a cabeça lentamente para cima, tendo certeza de onde o barulho vinha.

— Gente... — chamei, apreensiva.

O teto estranhamente se mexia de acordo com o barulho, revelando a possibilidade do monstro estar ali, acima de nós.

— Nancy! — Mike gritou a irmã para que olhasse.

Senti a ruiva puxar minha mão após Mike gritar para corrermos.

Escuto a voz de Alice me chamar em um grito de desespero, mas quando olho para trás, já não a enxergava.

— Tá doendo muito... — reclamei ao gemer, olhando para minha perna e percebendo que o gases já não era suficiente para estancar o sangue. Eu estava deixando rastros por toda parte.

— Aguenta só mais um pouco, amor — pediu Max.

— Aqui! — Wheeler apontou para um balcão de madeira.

Nos sentamos atrás do lugar, desejando que o grande Devorador de mentes não nos encontrasse.

Minha respiração pesava enquanto escutava os grunhidos que me causavam arrepios. Eles se aproximavam cada vez mais.

Mike levantou de forma sigilosa, apenas o suficiente para que pudesse ver onde o bicho estava.

— Ele tá virado. Se a gente subir agora, a gente chega — avisou ao se sentar novamente.

𝙁𝙄𝙍𝙎𝙏 𝙏𝙍𝙐𝙀 𝙇𝙊𝙑𝙀, 𝐌𝐚𝐱 𝐌𝐚𝐲𝐟𝐢𝐞𝐥𝐝.Onde histórias criam vida. Descubra agora