[ CONCLUÍDA ]
Predestinados pela lua, uma história de amor que se reencontra e se reescreve pela décima terceira vez.
O destino não falhou e os colocou no mesmo caminho outra vez, para se reencontrar e cumprir a mesma promessa doze vezes lançada.
"...
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— Di... — escutei a voz de Jimin longe. — Mi amor, acorda! — a voz dele estava mais próxima agora.
Finalmente acordei quando senti beijos por todo o meu rosto.
— Oh! Acordou... — Jimin sorriu. — Eu adoraria deixar você dormir pelo resto da tarde, mas recebi uma mensagem do Oscar dizendo que já estão todos lá embaixo para a reunião que você convocou.
— Certo! — franzi o cenho e suspirei. — Vou jogar uma água no rosto e escovar os dentes. Me espere aqui. — Dei um beijo em seu pescoço.
Fui ao banheiro e, sem muita demora, logo voltei ao quarto.
— Vamos descer. Quero você lá comigo. Você é um de nós também.
— Eu sou? — Jimin sorriu, levantando-se da cama em minha direção.
— Não! — neguei com a cabeça, mas sorri também. — Você não é apenas um de nós. Você é o futuro chefe de todos nós. Está em nível superior.
Jimin riu e se apoiou em meu peito para me beijar.
— E você vai me obedecer direitinho?
— Claro. — beijei-o mais uma vez. — Agora vamos.
Jimin concordou e logo saímos pelo corredor que nos levaria às escadas e, em seguida, à sala.
Estavam todos sentados à minha espera, com exceção daquele que não é mais bem-vindo aqui.
— Muito bem, senhores e senhoras. Obrigado por estarem todos aqui. — Iniciei. — Mi cariño, sente-se também, por favor. — Indiquei o lugar vazio ao lado de Maria.
Eles se olharam por cerca de dois segundos e voltaram a se ignorar. Jimin, porém, se sentou sem reclamar, e Maria também não o fez.
— Qual o propósito dessa reunião? — Namjoon perguntou.
— Direi agora. Vamos começar pelo começo e eu vou desenrolar rapidamente para vocês. — Andando ao redor do sofá devagar, afirmei:
— Por que Mingyu não está aqui? — Minji perguntou.
— Eu já vou chegar aí. Agora me deixem ir direto à introdução e depois à conclusão. Quando eu ainda morava em Havana, tinha um melhor amigo. A morte dele me fez entrar para a Gajok, um assunto pessoal de vingança e etc. — Continuei, enquanto todos ouviam em silêncio. — O problema é que ele não morreu. Forjou a própria morte. Aquelas cartas que alguns de vocês receberam por mim eram dele. Inclusive, aquele saque estranho em Havana foi feito por ele.
— ¡Qué hijo de puta! (Que filho da puta!)— Carlos exclamou com indignação.
— Acontece que Enrique nunca trabalhou sozinho. Ele tinha um ajudante, alguém em quem confiamos por anos... — Hoseok começou a fitar o chão, o tom amargo. — Alguém com quem compartilho o mesmo sangue...