[ CONCLUÍDA ]
Predestinados pela lua, uma história de amor que se reencontra e se reescreve pela décima terceira vez.
O destino não falhou e os colocou no mesmo caminho outra vez, para se reencontrar e cumprir a mesma promessa doze vezes lançada.
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ENRIQUE 🌕✨
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ONCE AÑOS ATRÁS
— Enrique Hernández? — Ouvi alguém me chamar e então parei.
Estava voltando para casa, já era tarde, eu não esperava que ninguém me chamasse no meio da rua.
— Quem é você? — Perguntei olhando o homem bem vestido acompanhado de um segurança.
— Podemos ir a algum lugar para conversarmos? Tenho coisas importantes para falar com você. — O homem falou em coreano.
— O que te faz acreditar que eu irei em algum lugar com o senhor? Eu não te conheço. — Respondi também em coreano.
Mesmo que meu coreano não seja tão bom, preciso praticar mais.
O segurança que estava acompanhando o homem bem apessoado me encarando falou em espanhol:
— Nos acompanhe, garanto que irá querer ouvir o que o senhor Park tem a dizer.
— Certo, certo. Digamos que eu aceite ir com vocês, para onde vamos?
— Vamos ao hotel onde senhor Park está hospedado, não vai demorar e você poderá sair do mesmo jeito que entrou. — O segurança afirmou.
— Vamos? — Senhor Park falou, ainda em coreano.
Olhei a rua vazia, o carro estacionado a poucos metros de nós e pensei: o que pode dar errado?
— Vamos.
Entramos no carro e o segurança nos levou ao hotel, o caminho foi sinistramente silencioso, e o silêncio permaneceu até que tivéssemos chegado ao quarto que senhor Park estava hospedado.
— Podemos conversar em coreano, ou é difícil para você? — O homem perguntou tirando seu casaco.
— Podemos, o que eu não entender, lhe direi. — Respondi em coreano.