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Quando chegamos no estacionamento do condomínio, eu já sai do carro pegando minha coisas e indo pro elevador, eu apertei pra subir e fiquei lá esperando, quando veio o Kevin parando do meu lado, mas não falou nada, eu fiquei da mesma forma.
O elevador chegou e eu entrei na frente, depois ele veio atrás e se encostou ali, as portas de metal se fecharam e eu me virei olhando pro espelho, e meu olhar se encontrou com o dele, ele só me olhou de volta todo sorridente, com aquele sorriso ladino, eu desviei, antes que eu me perdesse nesse olhar malicioso dele
Assim que chegou no meu andar, eu já saí logo e caminhando até o meu apartamento, deixei as coisas no chão e fui procurar a chave na bolsa, quando achei, destranquei a porta e entrei pegando as coisas e entrando, deixei tudo no sofá e fui pro quarto indo atrás de trocar essa roupa, quando o Kevin chegou se encostando na porta e cruzando os braços
— vai ficar assim mesmo?
— assim como?— falei sem olhar pra ele enquanto tirava minha blusa e sentia o olhar dele sobre mim—
— deixa de coisa vida, eu tô brincando, tu acha mermo que eu vou me arrumar todo pra outras mulher'? eu só fico assim pra você minha loira— aí eu me desmanchei toda, não aguentei, o sorriso veio automático e ele percebeu isso quando fechou a porta e veio até a mim, tirou a blusa da minha mão e me virou pegando na minha cintura—
— sai, eu tô brava com você— tentei me soltar dele que me prendeu mais—
— tá brava nada, e se tiver, eu faço questão de tirar essa raiva toda— ele me puxou mais preenchendo todo o espaço entre a gente e me deu um selinho, e de automático já coloquei meus braços envolta do seu pescoço—
— e como cê vai fazer minha raiva passar?
— não atiça em dona, você merma' disse pra eu me controlar
— às vezes a gente precisa de um descontrole— eu realmente não conseguir aguentar, eu tava precisando mais que tudo, e ele percebeu, eu sabia ainda mais que ele também tava querendo, e não tinha como mais negar né?—
— é, realmente a gente precisa ficar descontrolado— ele disse baixo rente aos meus lábios, e antes de qualquer coisa, eu puxei ele pra um beijo, não tinha calma, era completamente intenso, eu simplesmente estava sentindo saudades daquilo—
Enquanto ele me beijava, suas mãos passeavam pelo meu corpo apertando, não tinha carinho em nada ali, a vontade e a saudade era bem maior do que qualquer coisa
Eu desci minha mão até a barra da camisa dele e ele me ajudou a tirar, logo voltando a me beijar, sentir ele desabotoando minha calça e eu fiz o mesmo com a bermuda dele. Os dois só estavam com peças íntimas, e ali a falta de ar já estava se fazendo presente, então nos separamos
— caralho vida, o tanto que eu tava sentindo falta disso, tu não tem noção— ele falava já começando a fazer o trabalho dele de beijar e marcar meu pescoço inteiro, eu já vi que pra trabalhar amanhã eu tenho que passar corretivo ali— gostosa da porra, puta que pariu Deolane, você é sem igual— e foi nessa que ele começou a tirar meu sutiã jogando em algum lugar e me deixando apenas de calcinha, o mesmo foi me guiando até a cama me deitando e subindo com cuidado em cima de mim, eu puxei o rosto dele pra mais perto do meu, fazendo quase a gente encostar nossos lábios—
— sabe o que eu quero agora vida?— falava baixinho, eu intercalava o meu olhar, entre os seus olhos e sua boca—
— o que vida? me diz— ele sussurrou me dando leves selinhos—
— você, por completo— ele sorriu daquele jeito cafajeste que com toda certeza, eu me molhei inteira sem nem ter feito nada—
— com todo prazer, minha loira— o mesmo mordeu meu lábio e me beijou, e aquele beijo, parecia que ele queria demonstrar tudo que tava sentindo e eu tava amando tudo aquilo—
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ᴅʀᴏɢᴀ ᴅᴇ ᴀᴍᴏʀ||ᴋᴇᴠɪɴ ᴇ ᴅᴇᴏʟᴀɴᴇ||
RomansaDeolane Bezerra é uma mulher de 33 anos, uma advogada criminalista, mãe solteira de três filhos, tendo suas duas irmãs seguindo a mesma profissão. Tendo uma vida profissional e pessoal boa, mas sua vida amorosa tá por água abaixo, após sair de dois...
