thirty-second

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Storyteller POV

Eventualmente Theodore caiu no sono nos braços de seu amor e Peter lhe protegeu pela noite toda, com o rosto escondido em seu cabelo cheiroso, as mãos em seu corpinho quente e as pernas entrelaçadas, algo que tornou a manhã dos dois confortável mas bagunçada, visto que a camisa de Theodore já não cobria mais do que seu peitoral e ombros, enquanto a mão do mais novo descansava em sua bundinha macia, ao mesmo tempo sua bochecha rechonchuda estava acomodada no peito quente e nu do outro.

- Pete... - chamou baixinho, esfregando o rosto contra ele, ainda raciocinando a realidade ao seu entorno, estava tudo quentinho e confortável pela coberta também amaciada, não queria se mover, ambos estavam livres de trabalho naquele dia então não iriam sair dali a não ser para comer.

O tatuador murmurou baixo, movendo os braços ao deslizar as mãos pelo corpo menor, assim o abraçou com força de novo por sua cintura, descansando as palmas no alto de suas costas e na lombar, apertando o homem em si enquanto abria os olhos e logo encaixava o nariz por seu cabelinho, fungando o cheiro bom de sempre.

- Bom dia, meu amorzinho... - sua voz escapou rouca e sonolenta, o que aqueceu o interior alheio todinho, sentia arrepios e não sabia bem o porquê - Está bem? Hm? Denguinho... - falante, o mais novo revirou os corpos, ficando por cima do outro para então descer suavemente o próprio e poder fungar seu pescoço quentinho também, tendo um Theodore derretido sob seu controle.

- Peter Han~! - resmungou bravinho por ele ser tão rápido para lhe atacar de cheirinhos e beijos, mas como sempre estava muito feliz de estar nos braços do namorado, abraçando ele melhor de volta ao acariciar as costas fortes e nuas dele, deslizando as unhas curtas ali, voltando a fechar os olhinhos para aproveitar.

- Minha bonequinha mais cheirosa das manhãs... - Peter gostava de esmagar seu gatinho desde que passou a ter essa intimidade com ele, dividir a cama durante as noites o deixava ainda mais liberto para fazer essas investidas bobas, sempre buscando encontrar o limite do mais velho sem ultrapassá-lo, brincando com os lábios e o nariz por sua pele, tirando proveito total.

- A-amor... Vamos tomar café... - Theodore tinha uma vergonha boba só de pensar em chamá-lo assim na situação em que estavam, seminus para sua mente tão inocente, também sonolentos, íntimos de fato, então se esforçava para que os pensamentos escapassem por sua boquinha ao invés de lhe entregar curtos murmúrios.

- Me deixa tomar café na cama, docinho lindo... - o Han provocou, subindo em selares por seu pescoço até encontrar sua mandíbula deliciosa, mordiscando ela com cuidado, deixando explícito o quão sentia vontade de poder tê-lo para si, mesmo que aquilo não fosse no sentido sexual - Bom dia de verdade, anjo. Meu anjo dos olhinhos brilhantes e boca rosinha... Que pecado. - resmungou aos ares, selando aqueles lábios que muito admirou, logo afastando o rosto para admirar seus dentinhos de coelho aparecendo outra vez.

- Por que pecado? Eu fiz algo errado, Pete...? - perdido na brincadeira do outro, acabou por levar a sério suas palavras, logo vendo ele rir de si e chacoalhar a cabeça como se dissesse "não", beijando-o mais vezes enquanto as mãos atenciosas encontravam sua cintura de ambos os lados - Me deixa tímido me olhando assim! Não sou sua presa, amor grandão...

Com sua feição manhosa, o mais novo não se conteve ao abrir um grande sorriso, selando sua testa gostosa em seguida e descendo por seu narizinho nos selares, até beijar seus lábios de novo. Dessa vez aprofundou o beijo, pouco se importando com o hálito matinal, sentia muito amor pelo namorado e ele também parecia se importar mais com a própria vergonha do que com isso, nem mesmo notando quando foi abrindo melhor as perninhas para acomodar a pélvis alheia na sua.

O Han perdeu a noção quando resolveu esfregar um pouco do quadril contra ele, também não era novidade que desejava o moreno e se aguentava por muito respeito e amor por seu anjinho, portanto a decisão foi impensada mas aliviante para seu corpo, parando logo por não desejar passar dos limites.

scars - minsungOnde histórias criam vida. Descubra agora