As gravações de "melhor sozinha" trouxeram a tona tudo que Luisa e Marilia sentiam uma pela outra: Tesao, fogo e a paixão latente entre tanto ambas eram dominadoras natas em todos os aspectos de suas vidas principalmente entre quatro paredes. Elas s...
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Marília Mendonça
Maraisa voltou a ficar de joelhos ainda nua...é isso me excitava cada vez mais.
A toalha pendia frouxa ao lado dela, e eu pude observar o corpo dela... aquele corpo pequeno, firme, curvado de um jeito quase inocente... parecia feito pra se dobrar....para ser nosso.
Não de fraqueza. Mas de escolha.
Ela olhava pra mim como quem espera permissão pra respirar. E eu gostei disso mais do que deveria.
Luísa estava ao meu lado, em pé. A presença dela era sempre um aviso silencioso de que as coisas estavam prestes a sair do controle — e eu adorava quando isso acontecia.
Mas agora, a rédea estava comigo. Luísa se divertiu...eu me diverti e Maraisa nos serviu como a boa submissa que era...como a putinha mais doce do mundo.
— Abre mais os joelhos, Baby.
A voz saiu baixa, firme, sem espaço pra negociação.
Ela obedeceu. Sem hesitar. Eu podia ver que ela ainda estava molhada...ela sempre parecia pronta para mais e eu amava cada parte disso, tinha requisitos do gozo dela.
E isso... me incendiou por dentro.
Me aproximei devagar. Quis saborear cada segundo da rendição dela.
Maraisa era feita de contradição — tão forte nas palavras, mas tão facilmente desfeita pelo toque certo.
— Olha pra mim — pedi, agachando à frente dela.
Os olhos dela encontraram os meus. Tinha algo de medo lá... mas era o tipo de medo que grita: "continua."
— Você tem noção do que tá fazendo com a gente?
Ela mordeu o lábio. Baixou o olhar por um segundo. Depois sussurrou:
— Tô tentando entender. Mas... eu gosto.
— Do quê?
— De obedecer.
As palavras saíram rasgadas, envergonhadas. Mas ela disse. E quando disse... ela se entregou.
Luísa se aproximou e deslizou os dedos pelo ombro nu da Maraisa. Os olhos da minha mulher estavam famintos.
— Ela tá linda assim, né? — Luísa murmurou pra mim, como se Maraisa não estivesse ali, nua, entre nós. — Tão quietinha, tão à disposição...uma putinha perfeita.
Eu assenti. Mas precisava mais. Queria mais. Queria ouvir a alma dela tremer.