As linhas Shizen

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Incompleto
Para não perder













I should have known from the start
You play reckless with my heart
And now you wanna say goodbye
So I'am gonna let you go
You still gonna pay for though
For every night
You let me here on my own
For every reason I believed in, every lie that you told
For every fight, you let my out in the cold
For every reason
Heya heya
I bring the karma
You better run
I bring the karma to your game

I should have known from the startYou play reckless with my heartAnd now you wanna say goodbyeSo I'am gonna let you goYou still gonna pay for thoughFor every nightYou let me here on my ownFor every reason I believed in, every lie that you toldFor ...

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Nome: Eirwen Nocturne

Espécie: Humano Nocturne

Idade: 20

Personalidade: Desconectada, vingativa e sem misericórdia

Dragão: Kol

História: Eirwen é uma das irmãs mais novas de Júlia Nocturne e a mais velha das trigemeas.
Durante a breve aliança e o casamento da irmã do atual cabeça de Nocturne, Eirwen era uma das damas que acompanhavam a princesa, ela e suas duas irmãs. Contudo com o início da guerra armada numa tentativa de fuga suas irmãs e ela foram pegas por dragões selvagens, embora dos dois que as acharam, um foi pego por soldados Nocturne que ali estavam na época,  o outro não exitou em atacar. Elas eram só jovens inocentes, donzelas que ainda nem marido tinham achado, numa terra desconhecida e que só procuravam sobreviver.
No meio das chamas e choque Eirwen teve a parte superior do seu corpo carbonizada, o choque foi tão grande que o seu cabelo antes esbelto e vermelho, perdeu cor e tornou-se branco como a neve da sua casa. Estranhamente e ironicamente do mundo, ela acordou no meio de "neve", cinzas e sombras do que era as suas irmãs.
Eirwen nem pode chorar, teve de fugir e uma coisa tinha ficado vivida gravada na sua mente, o dragão que a atacou e destruiu sua família. E bem procurae soldados não era opção, não sabia se algum dos lados a ajudaria, a vida já estava pessada e por isso acabar com ela com algo significativo foi sua escolha.





















Eirwen virou montadora, bem como presa de guerra dos Shizen, embora possua um certo nível de liberdade.


















Eirwen virou montadora, bem como presa de guerra dos Shizen, embora possua um certo nível de liberdade

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Nome: Kol

Aproximaçãode altura: 35 metros

Personalidade: A sua personalidade é bastante complexa, ele é inteligente e possessivo, leal, embora não seja violento e vingativo desnecessáriamente, também é algo que faz parte dele.

Montador: Eirwen

História: Kol sempre foi um dragão selvagem, contudo era cuidado por Shizen, simplesmente nunca teve um montador que julgasse digno e que lhe fosse necessário. Kol simplesmente habitava a floresta Shizen como sua, participando em alguns ataques de Shizen, isto é, contra dragões e pessoas de outras casas, embora sem ordens diretas e sem ser pessoas claramente autorizadas.

Ouve um dia, um dia quando já era mais velho e as coisas começavam a mostrar sinais de turbulência, uma guerra começou.
Kol matou muitos fugitivos e inimigos por iniciativa própria, principalmente aqueles que o atacavam primeiro desnecessáriamente. Afinal o seu fim era claro, com ou sem esforço. Morte.

Mas Kol errou, deixou uma pessoa para trás, alguém que por um erro de cálculo e mora não acabou e nem sabia.
Bessa noite foi visitado por uma humana, com determinação nos olhos, uma vingança brilhante como a dele e um silêncio tão avassalador, que só sentiu a presença daquela pequena humana quando ela estava frente a frente com ele. Sentia-se orgulhoso do dano no corpo dela, a sua marca, a marca dele na pele de outro ser, embora fosse de lamentar que ela estivesse viva e não morta, reconhecia todos os que matava, afinal eram vidas que lhe pertenciam. Ela era igual, mas procurava por algo, ele sabia que ela ia atacar, mas antes mesmo de ter tempo, Kol usou suas garras e puxou aquela vida sua, evidentemente exausta para debaixo de si, pondo algum peso contra ela. Tinha reconhecido aquela ingénua como sua, talvez por já ser evidente que pertencia a ele, ou talvez por ser estúpida o suficiente para se vingar, ou talvez aqueles olhos que gritavam por destruição, ou o facto de a sua presença o ter apanhado desprevenido depois de um mar de matança.

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