“É preciso ter o caos dentro de si para gerar uma estrela dançante.”
(Friedrich Nietzsche)
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Raccoon City
2007
— Leon, como você está? — Sua mãe se aproxima lhe dando um sorriso. Era o primeiro sorriso que ela lhe deu desde que chegou nessa dimensão.
— Eu estou bem, mãe. Principalmente, por você estar aqui. — Ele também lhe dá um sorriso genuíno que faz o coração de sua mãe se aquecer, afinal, o seu filho raramente sorria.
— Bem, eu tenho uma hora ainda antes de retornar para a Universidade... — Annie tomou uma decisão importante. — Então, vim convidá-lo para almoçar comigo.
— É. Leon não perca tempo. No seu lugar, eu iria aproveitar cada minuto ao lado dela. — Ada decide incentivá-lo a não desperdiçar o seu tempo e aproveitar cada momento que pudesse ao lado de sua mãe.
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Annie resolveu trazê-lo para o GRILL 13 o restaurante mais popular de Raccoon City. Era um lugar que gostava de frequentar bastante e onde fazia o seu prato preferido.
— Isso não está gostoso? — Ela estava sorridente e isso deixou ele feliz, momentaneamente.
— Sim. Me fez lembrar do meu passado. — Havia uma melancolia tão grande em sua voz enquanto mastigava um pedaço da costela de porco. No fundo, o gosto já não era tão bom quando as lembranças o tornava amargo.
— Esse lugar ainda existe no seu mundo?
— Não... Quer dizer, sim... mas o dono mudou e eu nunca mais fui lá... — Seus azuis são tristes quando enfrenta a sua mãe. — Porque já não fazia mais sentido vir aqui... sem você.
— Você é tão obstinado quanto ele e, ao mesmo tempo, é tão diferente... — Annie o avalia atentamente, sentindo uma nova emoção.
— Claro, eu sou uma versão do seu filho vindo do futuro.
— Não. Eu não estava me referindo ao meu filho.
— Então, do meu tio?
— Você não só se parece com ele... É como se eu tivesse olhando para o meu irmão caçula. — Ela sentiu os olhos querendo lacrimejar. — Mas, eu também não estava falando do meu irmão.
— Então, sobre quem? — Ele sentiu uma curiosidade tão grande agora.
— Seu pai. — E, de repente, Leon sentiu um sentimento forte de saber quem era seu pai.
— Ele era alguém como você? Um cientista?
— Sim. Ele era um... cara bom e muito inteligente.
— Se ele era um cara bom... por que ele te deixou?
— É complicado. Nós não éramos um casal. E... — Ela sente um nó na garganta. — Talvez, um dia Ada possa te contar a verdade.
— Ada?! Por que a Ada e não você? — Um sentimento ruim começou a crescer em seu peito.
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Efeito Borboleta
FanfictionPara voltar ao passado e mudar o seu Destino, eles vão descobrir que cada pequena decisão, pode mudar, inesperadamente, o Futuro. Em 2050, seis cientistas criam uma tecnologia que poderia mudar o mundo, ou destruí-lo. Eles constroem um Buraco de Min...
