Olá...
Sinceramente, faz muito tempo kkkkkkk. Eu nem sei o que dizer, mas sinto que tenho a obrigação de dizer a quem está lendo que meu 2025 foi uma merda. Foi um ano que sugou tudo de mim, física e emocionalmente. Foi o ano em que perdi alguém que eu amava muito em um acidente e, honestamente, é vulnerável e até vergonhoso falar sobre isso, mas preciso que vocês saibam que isso acabou comigo. Eu nunca achei que um dia voltaria a escrever fanfics, mas aqui estou eu, melhorando, progredindo.
Obrigada a todos que acompanham e que ainda esperam por DC. Meu compromisso é com essa fic, e eu vou honrá-lo até o fim. Por isso, venho anunciar que temos uma atualização DUPLA hoje! O próximo capítulo sairá pela madrugada e, enfim, aproveitem a leitura.
Muito obrigada pelo carinho de todos.
Caso sintam vontade de falar comigo em alguma rede social, meu Twitter é ditadurabad!
Boa leitura!
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Chaeyoung está me encarando fixamente.
Provavelmente, está tentando extrair alguma informação que eu possa compartilhar sem explodir.
Bem, eu sequer sei o que acabei de fazer. Talvez ainda esteja sob o efeito do feitiço que Jungkook me lançou ao me olhar daquela forma segundos atrás.
Antes que eu possa processar completamente minha decisão impulsiva, Jessie agradece calorosamente, dizendo que entrará em contato para passar os detalhes. Desligo o telefone, ainda com um sorriso nervoso nos lábios, e me viro para Chaeyoung.
— O que era? Por que você parece tão... exasperada?
— Era a Jessie.
— A namorada do Taehyung? — pergunta. Balanço a cabeça, afirmando. — O que ela queria?
Suspiro, pensando agora nas possibilidades. É ótimo ganhar dinheiro, mas eu gostaria de fazer isso parada, sem ter minha dignidade arrancada da minha alma por promover e ajudar a endossar algo que sempre critiquei. E lá se vai mais uma porção da minha reputação. Não sobrou muita coisa. Sei que sou hipócrita, mas acho que existem alguns níveis de hipocrisia, e eu ultrapassei todos. Não tivesse eu gritado aos quatro ventos para quem quisesse — e até quem não quisesse ouvir — o quão superestimado Jungkook e sua banda furreca eram, eu não estaria nessa situação agora.
É por isso que, agora que já me encontro neste barco — e não, este barco não é a arca de Noé, está mais para uma canoa furada —, é importante que, mesmo sabendo que eu sou uma Jungkook-Planista, eu tenha consciência da minha condição e me solidarize com os outros. Eu não deveria estar ajudando a espalhar a palavra do mal, mas protestando contra ela. Enfim, a hipocrisia me persegue onde quer que eu vá.
— Bem, ela quer que eu ajude na organização de outro show. Só que esse é em outra cidade. Ela está muito ocupada, pelo visto.
— Ah, em Sokcho, não é? Pensei em pegar um ônibus para ir. Eu nunca fui ao Festival de Seorak. — De repente, Chaeyoung abre um sorriso malicioso. — Hm, você vai trabalhar com o Jungkook de novo? Sabe o que dizem, né?
— O quê?
— Que amor e negócios não se misturam.
— Besta. — Estapeio seu braço. Disfarçadamente, dou uma olhada para Jungkook. Felizmente, ele parou de tentar me enfeitiçar e está conversando normalmente com os outros garotos. — Para começar, não é amor.
— Sei.
Ela me encara com aquela expressão de quem diz "Aham, tá bom, eu sei", o que quer dizer que ela não acredita em nada que digo. De repente, sinto a necessidade de me justificar até convencê-la do contrário.
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Dano Colateral - JJK
FanfictionTinha um defeito enorme sobre mim: eu era péssima em seguir as metas que traçava pra minha vida. E não foi só o último acontecimento que me levou a essa indesejada, mas verdadeira conclusão. As minhas falhas em seguir meus princípios começaram bem a...
