Athena routledge, olhos verdes e cabelos castanhos morando dês dos seus quinze anos com seu melhor amigo Barry, expulsa de casa após uma crise de raiva cansada de todo o trauma que o "castelo" poderia causar
A princesa pogue que a anos não era mais...
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- Athena - sua voz me é como um alerta.
- Não chega perto de mim - meu corpo reage quase que de imediato em dar um passo para trás, me afastando, querendo o máximo de distância possível entre ele e eu.
- Estou feliz que ainda permanecessem unidos, mesmo que eu tenha ajudado a estragar isso no passado - Jhon B me olha com certa culpa, como quem sabia que não estávamos de fato unidos em tudo que passamos, e tenho vontade de vomitar apenas com a forma que nosso pai falava, como se isso o desse orgulho.
Ele era manipulador, eu sabia disso perfeitamente, muitos poderiam julgar o meu jeito de ser mas sempre dizem que o fruto, não vai vim diferente da árvore.
Eu ainda estava em completo choque ao encarar o seus olhos, os mesmos que me atormentaram durante toda a vida, continuavam os mesmo, ainda que seu cabelo e todo o seu corpo estivesse ainda pior que antes.
Um barulho me tira do meu transe, algum carro militar se aproximava e meu pai puxa Jhon B para o proteger e meu irmão faz o mesmo comigo, arrastando meu corpo.
Eu não estava preocupada em pegarem qualquer um de nós, e sim com Rafe que esperava lá fora e provavelmente seria uma algo fácil se os homens de Singh resolvessem vim até aqui.
Claro por que foi uma ótima ideia tocar um sino durante horas em uma sequência completamente diferente do habitual, em algum momento perceberiam que algo estava errado.
Mesmo que não soubessem o significado, não era a coisa mais normal do mundo.
— precisamos sair daqui, eu tô com um barco na costa, vamos! — o mais velho fala, com a respiração acelerada pelo movimento rápido que estava fazendo e paraliso.
Fazendo com que eles parassem também.
- não, eu não vou com vocês - digo como se fosse óbvio, e meu pai para no meio do caminho, me olhando como se eu tivesse falado um absurdo
- o que? Filha, como assim não vai com a gente? - a palavra que saia dos seus lábios me enojava, ele não tinha direito nenhum de me chamar de filha, e sabia disso.
- eu não vou entrar no mesmo barco que você - respondo novamente, deixando claro a minha insatisfação só em pensar nessa possibilidade.
- e o que pretende fazer? Ficar aqui? - abro os lábios para responder, mas meu irmão encontra meus olhos e entende tudo, entende por que o barco onde eles iriam era o que a sua amiga havia roubado de nós.
- ela não tá sozinha - Jhon b diz, respirando fundo, sabendo que não tinha como me impedir do que ele já sabia - reencontrou Rafe não é?
Apenas concordo, não precisando de palavras para que ele saiba, Rafe estava me esperando e era com ele que eu iria embora, não com nosso pai, nunca.