Se Ana enaltecia
E analisava A nave de suas criações
Ana nascia de novo,
e de novo anamava
Ana crescia e anamorava
Ana fazia da vida anasquecível
Com palavras, Anacreditava
Com olhares, Anamenizava
Fazia-me anacreditar em tudo que anavia com seu olhos de navio
Com seus beijos de ciclone
E eu pedia "analegre-se"
Anasorria
"Não me anabandone"
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Salada de Balanços
PoetryPoesias, minipoesias e crônicas para todos os momentos. Obras originais. Capítulos novos Toda quarta e sábado.
