Em 1998, um grupo de estudantes estava coletando o DNA de uma pessoa morta, para um trabalho de faculdade. O trabalho se consistia em analisar as células e a formação do DNA humano. Enquanto eles extraíam o sangue, repararam que o corpo do homem possuía vários agrupamentos de pequenas manchas negras, ao início ignoraram, pois acreditavam que não iria conter modificações em seu DNA.
Cada um dos amigos levou uma pequena porção de sangue consigo, para analisarem. Ao observar bem de perto, o sangue do morto se comportava de uma forma bem única : havia diversas manchas espalhadas pelo sangue. Os garotos, então resolveram levar o sangue ao laboratório mais próximo.
Enquanto o cientista tirava suas conclusões, o sangue começou a se alastrar pelo o pote, e alguns minutos depois o sangue desapareceu e acabou restante um pote repleto de manchas negras e fumaça.
Alguns dias depois, os estudantes foram analisar o corpo, mas ele não estava mais lá, porém, a área onde o corpo ocupava, estava repleta de manchas escuras.
Os garotos concluíram que aquilo não era um humano, e resolveram aceitar aquilo apenas como uma ilusão realista.
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NÃO DURMA... (CONCLUÍDO)
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