Capítulo. 15

1.5K 120 27
                                        

Não achei uma boa imagem por capítulo. :(
Boa Leitura!

- Ele é tão confuso, me deixa confusa e meu Deus, por que ele tinha de agir como um homem dá caverna?! Tudo bem, ele de fato fica sexy daquele jeito todo bravo e ciumento, mas a merda da desconfiança não me agrada nenhum pouco, afinal, relacionamentos tem como base a confiança, não é? Uma relação saudável tem de ter confiança e não só em palavras! E ele parece não entender isso, isso me deixa tão nervosa, eu tenho vontade de bater naquele dois metros dele mas ao mesmo tempo, a única coisa que eu quero é correr pros braços dele, o que tá acontecendo, Amber?!
Catt estava deitada em sua cama num diálogo sem fim com a mais nova amiga, passará-de dois dias desde a briga que tiveram e ela evitara qualquer contato com o gigante com todas as forças, fora o mais seca possível toda vez que se encontravam, e só se encontraram duas vezes em períodos curtos de tempo naqueles dois dias, era instintivo, se algo não ia do seu gosto ela fugia.
- O que está acontecendo, Catt? Simples, você tá apaixonada!
Ela sentou rapidamente no colchão, fazendo as molas rangerem baixo.
- O que?! Não, Amber, não posso estar apaixonada! Impossível!
- Catt, você já se apaixonou?
- Não!
- Bem, eu já e o jeito que você fala do seu detetive cabelo de cenoura me diz muita coisa, na verdade, me diz uma coisa específica, você tá apaixonada.
Respirou bem fundo, os olhos arregalados enquanto deixava o corpo cair lentamente de volta ao colchão, encarou o teto branco e liso, isso não era possível era? Se apaixonar por alguém em apenas 3 meses, não podia ser possível!
- Amber, você está errada! - ouviu a amiga bufar e rir baixo antes de se pronunciar
- Tudo bem, cabeça-dura Catt, vejamos se você está com sintomas de uma paixão fervente e avassaladora!
- Você tem de parar de ler esses romances de banca, Amb, não estão te fazendo bem.
- Meus romances, ninguém sai! - riu alto e Catt acompanhou o riso da garota, definitivamente a melhor coisa em Amber era sua personalidade - vamos lá, eu vou te dizer o sintomas e você confirma, okay?
- Okay!
- Quando vocês estão juntos você sente aquele friozinho na barriga e ao mesmo tempo uma calmaria pacífica? Como se tudo estivesse no seu devido lugar?
- Ahn..É... - respirou fundo pensando nas sensações que Ed lhe proporcionava, ela se sentia dessa forma, o aconchego e a sensação de ter um lugar para si toda vez que estava em volta aos braços longos do detetive, mas além disso, ela se sentia queima, de dentro para fora, algo que a consumia...podia isso se encaixar no que Amber falou? - acho que sim.
- Ok. Você se pega pensando nele mais do que devia?
- Sim, merda, definitivamente sim!
- Sente ciúme?
- Não sei como responder essa Amber, nunca tive motivo algum para ciumes.
- Tudo bem, vamos fazer um experimento agora, está bem? - a voz da garota saiu um tanto divertida do outro lado da linha e Catt sentiu que algo bom não sairia da experiência - você está saindo da faculdade, Ed foi te buscar e está estacionado na frente da faculdade, ele está fora do carro e você se sente feliz por ver ele, principalmente com o terno que a profissão dele exige, ele fica sexy assim, você abre um sorriso para ele, mas só então você à enxerga! Uma garota tocando nele, o puxando pelo queixo para obter sua atenção, encostando o corpo ao dele e ele gosta, ele sorri pra ela, se aproxima, o rosto rente aos lábios dela e então...
- CHEGA AMBER! - a mão da garota estava fechada em punho, uma raiva borbulhante se espalhava pelo seu corpo, ela queria socar algo, meu deus, queria socar Ed, aquele idiota!
Ouviu a risada alta da amiga e se sentiu um tanto envergonhada.
- Já era, Catt, assuma para si mesma amiga, você está de quatro pelo cabelo de cenoura!
- As vezes Amber, eu odeio você.
- Odeia nada Catt, eu sou sua única amiga, venhamos e convenhamos, eu sou especial.
Riu baixo da voz pomposa da garota, ainda sentia raiva mas não pode deixar de se sentir feliz de ter mais alguém com quem contar.
- Tudo bem, senhorita especial, nos falamos depois, preciso tomar um banho.
- Vai lá, tigresa, vai ficar cheirosa pro seu macho! - antes que pudesse retrucar a linha ja estava muda.
Definitivamente não podia encontrar alguém mais doida que Amber para se ter uma amizade.
Levantou da cama e se dirigiu ao banheiro, fitou a porcelana pálida da banheira e decidiu que merecia um relaxante banho de banheira, ela não pode relaxar desde a briga dois dias atrás e a tensão a matava lentamente, o segredo que encontrara o pai pesava sob os ombros, não sabia se devia contar mas sentia que era uma traição se se mantivesse calada, deixou a banheira encher e despejou alguns sais coloridos na água, um cheiro floral invadiu o lugar e um vapor perfumado se expandiu por todo lado, se despiu lentamente, e se deitou na banheira com a cabeça apoiada na borda fria, a agua quente imediatamente fez seu trabalho e ela sentiu os músculos relaxarem pouco a pouco, tudo sempre tão complicado, a briga com Ed e o segredo que ela ainda guardava e não tinha certeza se o certo seria contar, algo dentro dela à alertava que Ed deveria saber da aproximação de González, ele podia estar correndo perigo, sabia muito bem que o pai não tinha escrúpulos para obter o que queria e se fosse assim, seria mais seguro Ed estar em alerta, mas sabia, que se dissesse tudo à Ed, sua liberdade recém conquistada seria praticamente anulada e provavelmente, a caça à González aumentaria em potencial, o que escolher? O homem que à ajudara e acolherá e que por quem descobrirá sentir algo inexplicável e arrebatador ou seu pai? Um dos seus, seu herói desde que a única coisa que fazia era babulciar algumas palavras desconexas. Se afundou na agua quente, permitindo que os cabelos se enxarcassem, tinha de parar de pensar, pensar em outra coisa, voltou a superfície e apoiou a cabeça novamente na porcelana enquanto observava os dedos se enrugarem, brincado com a pequenas rugas se lembrou da conversa de Amber, a maldita conversa! As cenas que ela descreverá estavam vividas em sua mente, respirou fundo tentando se conter, a água parecia não fazer mais efeito, só um ódio fervente borbulhava em seu interior, levantou-se xingando baixo e se enrolou na primeira toalha que viu, bem, Ed era um homem livre, não? Podia fazer o que bem entendesse! Caminhou a passos fortes até o quarto, ouviu a porta da frente sendo aberta, fazer o que bem quisesse uma merda! Abriu a porta do quarto e caminhou até a sala, o encontrando virado para a porta à trancando.
- Ed?
Ouvir a voz da menina foi um susto, achou que ela o evitaria a vida inteira e como ainda não tinha idéia de como se desculpar deixou que o tempo acalma-se a possível raiva que a garota sentia, trancou a porta.
- Catt, precisamos conv...- as palavras travaram na garganta junto de um engasgo, os olhos se arregalaram e a boca se abriu levemente, ela estava de toalha, uma maldita toalha branca cobrindo o corpo, apenas uma toalha branca.
- Onde estava? - cruzou os braços tentando controlar a raiva
- Eu? Na delegacia, eu... - engoliu em seco - eu acabei de chegar.
Ela caminhou lentamente em sua direção, a cabeça ainda lotada das imagens que ela mesma inventara, se aproximou a uma distância que Ed nunca chamaria de segura.
- Tem certeza, Jackson? - esticou as mãos fazendo deslizar pelas lapelas do terno e se enroscarem em seu pescoço.
- Sim, Catt - se aproximou um tanto quanto surpreso pelo comportamento da garota
- Não mentiria pra mim, não é? - se pôs na ponta dos pés de modo que cada palavra sairá grudada nos lábios do maior.
Negou com a cabeça sem prestar verdadeira atenção nas palavras e antes que pudesse abrir a boca, sentiu os lábios macios nos seus, contornou a cintura com os braços e apertou as curvas contra si, ela abriu a boca permitindo que o seu paladar explodisse no céu da boca da garota, as mãos pequenas se infiltraram em seus cabelos os puxando com força e ele arfou sem controle ao sentir os dentes puxarem seu lábio inferior sem dó, virou Catt contra a porta atrás de si espremendo seu corpo contra o dela, o beijo tinha um ritmo feroz que ele nunca queria que acabasse, deslizou uma das mãos no tecido felpudo e sentiu o fim do material quando as pontas dos dedos encontraram a pele quente da garota, uma toalha, ele tinha certeza que não havia nada por baixo, uma toalha o separava do seu paraíso, subiu a mão infiltrando por baixo do pano até chegar as nádegas, sentiu a carne macia entre os dedos e apertou mais forte contra si, Deus, não tinha nada separando sua palma daquele corpo quente, sentiu quando Catt largou seus lábios mas não teve coragem de abrir os olhos, a garota logo pos-se a sugar e beijar o pescoço, sentia a barba raspar na boca e aquilo só a deixava mais excitada, o interior das pernas deslizava e sabia que estava irremediavelmente molhada, ainda na ponta dos pés sugou o lóbulo da orelha do ruivo.
- Sou só eu não sou? - sussurou num gemido que o fez tremer - só eu que te deixo assim, só eu que te faço ofegar e me prensar contra a parede, não é? - soltou uma das mãos dos cabelos de Ed e deslizou devagar pelo corpo grande até chegar à parte da anatomia de Ed que mais implorava por atenção. Duro. Como pedra. A parte da frente levemente molhada. E só por ela. Tirou a outra mão dos cabelos do gigante e tratou de tirar o cinto das calças devagar, quando abriu o botão e o ziper estava sendo abaixado, os olhos azuis se abriram e se fixaram nela, por trás de todo aquele mar havia lava, uma lava ardente e que ela sabia que a consumiria por inteiro.
- Então minha garotinha quer brincar?  - afastou as duas mãos da garota antes de à agarrar pelos cabelos da nuca forte, ela ofegou sentindo um prazer que nunca imaginaria que teria naquela parte - nós vamos brincar amor, eu vou provar que eu sou seu e melhor, vou te mostrar que acima de qualquer coisa, você é minha!
A agarrou pela cintura a fazendo cruzar as pernas em seu quadril surpresa, nada mais cobria sua boceta e ela se sentiu enxarcar o tecido da calça do detetive, caminhou com ela até o sofá, os olhos grudados em sua expressão, o rosto sério mas com traços fortes de malícia, a fez se sentar em seu colo.
- Agora vamos brincar. - num só puxão Cattalina estava completamente nua sob suas pernas, se sentiu acanhar - não fique com vergonha, Catt, você é linda - seus olhos largaram seu rosto enquanto percorriam o corpo nu e delicioso da mulher em seu colo, uma merda se não era um puto de sorte! Aqueles seios! Levou uma das mãos até a auréola amarronzada e apertou o seio com força moderada - Gostosa, você é uma delicia, já passou da hora de te provar - a puxou pela nuca sugando o lábio inferior antes de se afastar novamente, mas para em seguida apenas se curvar e aprisionar um dos mamilos entre os lábios,  foi impossível não gemer, ao primeiro toque da língua quente contra sua pele um gemido longo e alto escapou de seus lábios, e quando ele sugou o seio e fechou os olhos como se para saborear seu sabor, ela rebolou no pau duro por cima da calça, mais uma sugada e o outro seio foi tomado por entre os dedos e rodado, ela se sentia amolecer devagar, precisava de mais, queria mais, ela precisava... Jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos, a boca era mordida com força o suficiente para rasgar, Deus! Abriu os olhos e voltou à observar quando sentiu a mão abandonar o seio para escorrer à sua intimidade pulsante, dedos macios tateara-na inteira pra cima e pra baixo, os olhos do gigante se abriram e ele se afastou levemente do seio, o dedo médio se concentrou no clitóris, ele sorriu antes de morder mais uma vez o bico amarronzado e girar o botãozinho sensível, Deus, ela iria morrer, sem opção infiltrou as mãos no cabelo do gigante os puxando sem dó enquanto era masturbada impiedosamente, tão gostoso...
Sentia o sorriso de Ed no seio e continuou o sentindo quando os lábios subiram pelo pescoço com beijos molhados e os dentes rasparam na sua orelha.
- Tá gostoso, é? - a voz sacana só a fazia ter vontade de implorar por algo que ela nem sabia querer - é lógico que tá, olha só você gemendo feito uma putinha, minha, a minha putinha - ela jurou que iria gozar depois dessas palavras - deve tá uma delícia, mas pode ficar melhor. - abandonou o trabalho que realizava em Catt e ela se sentiu desesperar
- Ed...Ed por favor...!
- Shh, minha linda, confia em mim, você vai gostar disso - abaixou a própria calça ja aberta e ela entendendo o que ele queria se levantou levemente para que a calça e a cueca saissem do corpo do homem, olhou pra baixo vendo o membro duro, Deus, ele era grande e uns pelos raros e aparados se mostravam ruivos até naquela região, engoliu em seco sem saber o que fazer, não sabia que se estava pronta, ainda mais depois de ver o tamanho de seu homem.
- Ed...eu
- Tá tudo bem, carinho - sorriu como o Ed de sempre - não vai acontecer nada hoje, eu só vou te mostrar algo mais gostoso do que eu estava fazendo antes, tudo bem? - ela assentiu e ele a apertou pela cintura a trazendo para mais perto, beijou seu nariz brincalhão antes de segurar seu membro pela base e o encaixar em cima do carocinho inchado e pedinte da mulher.
- Vai ser gostoso, Catt, e quando você gozar, eu quero sentir esse teu suquinho envolvendo meu pau - então a segurou pelo quadril e se empurrou contra a carne da garota, Puta que pariu! Aquilo era...era, Incrível, grudou a boca na de Ed, afundando as unhas na camisa branca, mais uma mexida de quadril e ela ja podia sentir aquele pressão maravilhoso em todo seu ventre, ele assumirá um ritmo médio, movendo o quadril e pressionando seu clitóris sem dó, ela só conseguia gemer em sua boca e apertar os olhos, sentia que a qualquer momento aquele nó que apertava seu ventre iria se desmanchar e sabia que não teria forças para mais nada, abriu os olhos e encontrou um Ed de testa franzida e olhos fixos em sua expressão, ele parecia sentir tanto prazer quanto ela, as mãos apertavam seu quadril com mais força a cada estocada e gemidos baixos saiam dos lábios finos, se encararam enquanto os quadris trabalhavam juntos prum gozo maravilhoso, soltou um lado do quadril de Catt só para segurar o membro e bater contra a carne inchada da bocetinha uma vez.
- Dios! - a palavra em espanhol o excitou mais e ele repetiu o feito, uma, duas, três vezes e sorriu amplo ao ver a garota choramingar e soluçar, guiou seu pau até a entrada de Catt enquanto com a outra mão se apossava do clitóris o rodando calmamente entre os dedos, colou a testa na da mulher e ainda com os olhos fixos forçou um pouco mais a entrada apertada, ela sentiu uma dor ardida que se tornou gostosa no mesmo ritmo que Ed brincava com os dedos em seu corpo.
- Um dia Cattalina, eu vou me enfiar aqui - a voz era baixa, o tom rouco se transformando num gemido - me enfiar inteiro até te fazer gritar e você vai Catt, vai gritar - mordeu o lábio inferior da menina enquanto brincava ainda em ritmo lento em sua intimidade - vai pedir pra eu não parar Catt,  vai gozar no meu pau e eu vou adorar me sentir envolto por essa bocetinha quente, mas enquanto isso, Catt, eu vou te mostrar que posso te fazer gozar do jeito... - girou mais forte o polegar contra o botão inchado - que eu... - esfregou mais forte e ela se sentiu tremer - quiser.
Abandonando toda a calma ele mordeu o pescoço feminino e começou um ritmo apressado e forte contra seu clitóris, a cabecinha imersa no calor da garota o fazendo ofegar, enquanto ela se sentia desmaiar com a pressão dupla trabalhando em seu corpo, sentiu o aperto no ventre aumentar o nó estava aumentando, cada vez mais, cravou as unhas na nuca de Ed e gemeu alto, gemeu forte quando o nó se desmanchou e uma correnteza de prazer a dominou, se sentiu amolecer, sentiu Ed se retirar de si e abriu os olhos se afastando um pouco, ele pumhetava furiosamente, os dentes aprisionando o lábio enquanto observava a intimidade molhada e brilhante de sua Catt, subiu seus olhos para a garota que estava mole segurando em seus ombros, a expressão relaxada o fez aumentar o ritmo e quando sentiu o gozo começar à vir, viu Catt se ajoelhar à sua frente, abrindo sua pernas e colocando-o de uma vez só metade de si na boca e ele se sentiu explodir, se sentiu explodir no interior quente da boca de Cattalina Diaz, gemeu alto enquanto segurava forte com uma mão os cabelos negros, sentiu-se esvair à última gota de gozo e viu quando Cattalina se afastou, lambendo dos lábios os resquícios de sua porra, puta que pariu, ela havia engolido!
- Você,  o que? O que você fez?
Ela sorriu envergonhanda antes de sentar em seu colo novamente
- O que eu fiz? - tomou seu rosto entre as mãos e deixou que seus lábios se raspassem - eu engoli você. - sorriu inocente antes de plantar um selinho leve em seus lábios e se levantar e caminhar até a saída da sala, se virou quando alcançou o corredor e fixou os olhos num Ed ainda pasmo largado no sofá apenas de camisa social, ela não fazia idéia de quando o terno havia ido embora - Ha! E mais uma coisa, ainda estou furiosa com você, então conserte as coisas antes de presumir que está tudo bem, só queria provar um ponto.
- Um ponto? Qual? Conseguiu?- a observou sorrir totalmente nua
- Consegui. Você é meu, e só meu - riu baixo ao observar um sorriso timido se esconder por entre os fios ruivos da barba do detetive e pode jurar que seu rosto assumiu um tom mais rosado, virou-se novamente em direção ao quarto e ao fechar a porta do cômodo se encostou contra a madeira e sorriu. A lambisgóia de sua imaginação agora a olhava raivosa quando Ed a empurrava e caminhava em direção à Cattalina, ela só pôde sorrir. Ele era dela.
------------------------------------------------------

A sala era fechada e o ar gelado do aparelho ligado no canto superior da sala expulsava o calor, a fumaça de charutos era forte e formava uma nuvem cinza sob a cabeça dos sete homens presente,  a meça de madeira envernizada estava repleta de papéis e mapas, localizações de pontos mais concorridos de Nova York, pontos que voltariam à pertencer ao seu povo.
- Meus caros, como sabem está na hora de reassumirmos o poder.
- E como pretende fazer isso? Sua popularidade entre a comunidade não é mais a mesma González, e aqueles malditos porto-riquenhos estão dominando todo perímetro - o senhor com um bigode espesso se apressou em perguntar, estava preocupado com a situação era verdade, mas não sabia como retomar todo o poder em mãos.
- Ora, Fabian, simples, o povo crê em imagens, a imagem da boa freira que ajudava crianças órfãs e mulheres, mas que na verdade foi uma ladra farsante de mão cheia, a imagem de um político que sorri e acena mas que lhe tira as tripas na primeira piscada e na imagem de homens como nós meu amigo, homens da comunidade, nós vamos ajudar os nossos, cada mãe e criança, cada homem desempregado, cada pessoa que precisar estaremos à postos, seremos necessários meu caro, enquanto é lógico, derrubamos o inimigo - sorriu para os homens que pareciam acompanhar o raciocínio - o povo tem um poder que desconhece, faremos uso disso meus irmãos, o povo estará do nosso lado, com o povo, com vitória.
A velha política de bandido bonzinho nunca falhava, estúpidos era os atuais líderes que se comportavam como superiores, eram os mais burros e não mereciam o mérito de coordenar, se você ajuda o povo, o povo te ajuda, se você protege o povo, o povo te protege e quando você faz que o povo se veja em você, você consegue o que qualquer homem quer: Vitória.
- Nosso material chegará amanhã, o descarregamento deverá ser feito as duas horas da tarde, cada um de vocês tem uma equipe a coordenar, um lugar dessa cidade para retomar, fiquem atentos e façam o que for preciso.
- Sim, senhor - os homens assentiram em uníssono.
- Carter?
- Senhor? - um homem de consideráveis 40 anos e cabelos negros brilhante o observava atentamente, era um dos novos e mais bem recomendados da sala, estava na hora de testar sua lealdade.
- Você fará um favor para mim. - se direcionou a todos os outros - vocês podem ir, tem trabalho a fazer.
Observou os companheiros levantarem e se despedirem com um aceno de cabeça, fez um gesto pedindo que Carter se aproximasse, quando ele se sentou a cadeira ao seu lado ele fixou os olhos castanhos no rapaz.
- Você vigiara um detetive, precisará ter cuidado para não ser pego, eu quero informações desse detetive, fotos, vídeos, gravações, qualquer coisa que o possa incriminar.
- O que precisa mais especificamente, senhor?
- Qualquer coisa que o faça parecer menos do que um seguidor honrado da lei, evidências de que ele esteja com alguma mulher que não seja uma morena, baixa e rechonchuda, serão de grande utilidade.
- Tudo bem, senhor, farei isso - se levantou quando viu que fora dispensando com apenas um gesto, ao alcançar a maçaneta se virou levemente - se não for atrevimento, qual o motivo para isso, senhor?
- Somos todos irmãos, meu caro, atrevimento algum - sorriu apoiando os cotovelos na mesa de madeira escura enquanto entrelaçava os dedos e apoiava o queixo neles - eu preciso da minha filha ao meu lado, Carter, além de ser uma de nós, seria de grande ajuda sua imagem para nosso povo e preciso que esse rapaz em particular saia da vida dela, tentarei um caminho mais fácil em consideração ao cuidado que teve com Catt por esses meses, mas se isso não der certo e for necessário... - riu sem achar graça alguma - se for necessário eu mesmo matarei Ed Jackson.

____________________________________
Hola Pernonas!
Notinha rápida pois parei de estudar pra finalizar o capítulo!
Tô ficando bem feliz que os caps tão maiores, me desculpem pela demora, estou tentando conciliar tudo e não deixar vocês sem conteúdo, espero que gostem da cena mais quente entre o nosso casal lindo e comentem o que acharam! Repetindo, comentários mostrando qie vocês estão acompanhando é que me faz continuar sempre, Okay? :)
Críticas construtivas, sugestões, comentários, estrelinhas e sinais de vida são sempre bem vindos!
Espero que gostem, aproveitem!
Até o próximo! 
See Yah ;)

Destinos CruzadosHistórias para pegar e não largar. Descubra agora