*Meu celular de bug então tive de faze no Pc, espero que não fique horrivel, mas se ficar desde já me perdoem.
** LEIAM A NOTA FINAL.
Boa leitura :)
A normalidade voltou a casa de Jackson.
Por mais que Catt quisesse se manter irritada não conseguira após um dia depois daquele amasso memorável, não quando ao chegar em casa encontrará um Ed especialmente tímido terminando de arrumar a mesa do jantar.
Um dos seus pratos favoritos posto a mesa e uma musica leve no ar, Ed lhe estendera a mão selando seus lábios suavemente e em seguida lhe puxando a cadeira, como um bom cavaleiro. E foi isso, eram mais uma vez Ed e Catt, o casal mais improvável que ela já conhecera, mas que de alguma maneira dava tudo certo se eles estivessem juntos, era uma fraca, teve ciência disso quando se sentiu amolecer com o pedido de desculpas sincero do gigante, seria possível que ela, alguém tão cautelosa havia caído feito um patinho nas teias do detetive? A resposta previsível era sim e como se para provar o fato, aquela noite passaram juntos, dividindo a mesma cama entre abraços e afagos trocados, conversando sobre tudo e nada e enfim se acertando.
- Meu Deus, seu olhar tá tão apaixonada que está provocando sensações esquisitas no meu estomago. Náuseas, o nome. – a voz de Amber a despertou das lembranças que a deixavam perdida, a professora enchera a lousa de números e mais números e ela se sentiu imediatamente culpada por não ter dado a ínfima atenção ao que acontecia a sua frente – não se preocupe pombinha, enquanto você sonhava com o seu Guerreiro Irlandês eu copiava toda a matéria, te explico depois – piscou pra amiga voltando o corpo magro pra frente, Catt tinha que admitir que ter uma amiga era uma sensação incrível, é lógico que a confiança era algo limitado entre elas, quer dizer, ao menos de sua parte já que Amber fizera questão de contar sobre sua vida intera, Catt sabia desde como ela não suportava o primo mais velho e que já havia colocado sua aranha de estimação, Sra. Mercy, em cima da cama do garoto para assusta-lo, até em como o ultimo namorado dela era um completo idiota que se importava mais em manter o 'Shape' do que com a própria namorada, curiosamente e gratamente Amber não expressara curiosidade sobre a vida de Catt e se tinha, nunca demostrará a fazendo se sentir o mais confortável possível em sua companhia.
O sinal bateu anunciando o fim do período e as duas garotas se apressaram a sair da sala abafada.
- Então quer dizer que foi uma boa reconciliação? – sorriu maliciosamente para Catt que sentiu o rosto esquentar
- Nós...nós conversamos, acho que está tudo bem.
- Só conversaram, Catt? – moveu as duas sobrancelhas grossas para cima e para baixo fazendo a mais baixa rir, os olhso verdes se encheram de humor rindo junto com Catt - aaah, qual é Catt! Me passa os detalhes, vai!
- Amber! – andou mais depressa pelo corredor querendo fugir da curiosidade da colega
- Tudo bem Catt, não precisa invocar o papa- léguas que há dentro de você – riu baixo acompanhando agora o ritmo já mais calmo da garota – vou aceitar que você é tímida e te deixar em paz.
- Agradecida – Catt olhou no relógio vendo a manhã se acabar – vai pegar o ônibus também?
- Hoje não, preciso falar com o idiota do Mallone, ele tá dificultando a entrega daquele meu trabalho atrasado, aquele velho nojento!
- Amber, mais grossa do que nunca – riu negando com a cabeça
- Vai dizer que é mentira? Já viu como ele olha pras alunas? Sem falar naquelas piadinhas nojentas sobre qualquer pessoa que não esteja no padrão idiota dele, aquela múmia bem que podia voltar pro sarcófago, seria um favor que ele faria pra humanidade. – beijou a bochecha de Catt, antes de se virar e correr de volta a uma das salas.
Enquanto Catt saia da faculdade ria baixo das expressões nada tímidas de Amber, não sabia ao certo porque, mas sentia como se fosse amiga da garota por uma vida toda, era uma boa sensação afinal.
Saiu cobrindo os olhos por causa do sol forte que á atingira assim que saira do prédio e botará os pés no Campus, seu ônibus chegaria em dez minutos, pensou em comer algo no café mas desistiu ao pensar na ultima lembrança que tiverá do lugar, não sabia se queria encontrar o pai tão cedo, mas seria melhor evitar, pensar no pai a fazia pensar no que ele pedira pra ela, a volta as raízes que ela não queria e consequentemente, a fazia pensar no que escondia de Ed, de repente ela perdera toda a fome, tinha de contar pra ele, tinha de falar o que acontecera, já não aguentava mais e se sentia cada vez mais culpada por manter algo escondido de alguém que depositara confiança nela sem hesitar.
Caminhou até o ponto de ônibus e antes que pudesse se sentar em um dos bancos disponíveis, um homem trajando uma camisa branca e calça sociais com uma protuberância bem acentuada na barriga chegou perto da garota e sorriu assim que viu seu rosto.
- Cattalina Miranda Diaz, como você cresceu! – se viu envolta em braços fofos, a sensação de abraçar aquele homem era como abraçar um fofo e quente travesseiro
- Quem é você?! – se debateu até que o homem á soltasse
- Sou eu, Little Catt! Não se lembra de mim? – o homem colocou as duas mãos em forma de concha em cima da cabeça, imitando um gato – Mi pequeño gato queres um pez de colores? – mexeu as mãos enquanto franzia o nariz e Catt imediatamente abriu um sorriso gigante se atirando nos braços acolhedores
- Tio Thomaz!
- Isso mesmo pequeña!
Se afastou rapidamente olhando rosto do mais velho, ele tinha mais rugas do que ela lembrava, as entradas eram maiores e os cabelos estavam ralos e grisalhos, mas o sorriso era o mesmo, aquele era Thomaz Diaz, irmão mais velho de Gonzáles e era o tio preferido da pequena Little Catt.
- Mas como? Você estava preso!
- Sim querida, estava, mas você sabe como as coisas funcionam, família, Catt. Família. – sentiu o ar pesar em volta de si, é claro! Seu pai não deixaria o irmão preso, todo o conceito de família era valido dentro da máfia, ainda mais quando o irmão em questão era um talentoso ladrão de bancos.
- Por que esta aqui, tio? – antes de Thomaz tentar responder a garota já emendou – deixe-me adivinhar, papai te mandou, certo?
- Você sempre foi uma garota muito esperta, Catt – segurou o queixo da garota lhe dando um toque suave na ponta do nariz – seu pai acha que você deve ser lembrada de que ainda é uma de nós e que por mais que sua vida tome outros rumos e você renegue sua origem, nosso sangue correm em suas veias, querida. Nada melhor pra te lembrar isso do que seu tio preferido, não acha? – piscou maroto enquanto passava um dos braços sobre os ombros da mais nova a guiando para um carro estacionado logo á frente.
- Eu não sei, tio, não sei posso fazer isso, não é minha vid-
- Ora, Catt! Se acalme, não vamos roubar um banco, querida – riu divertido e ela o acompanhou relaxando – só queremos sua companhia Catt, fiz seu pai prometer que hoje deixaríamos os negócios de lado e focaríamos no que somos, família.
Se deixou guiar entrando logo m seguida no carro, assim que se acomodou no estofado macio , pescou o celular de dentro da mochila e mandou uma mensagem de texto avisando que estaria na casa de Amber terminando um trabalho da faculdade, mais uma vez a culpa pesou em seus ombros, odiava fazer isso com ele mas sentia que no atual momento era a melhor atitude á se tomar.
- Pronta pequeña? – a voz do tio á tirou do redemoinho de culpa em que se afundava, ela assentiu levemente devolvendo o sorriso, aparentemente, aquele era o dia do que sobrou da família Diaz se reunir.
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Destinos Cruzados
RomansaATENÇÃO! ESTA ESTÓRIA CONTÉM CONTEÚDO ADULTO! Ed Jackson tinha uma vida sossegada e sem grandes emoções além do trabalho como detetive da Homicídios da cidade de Nova York, aos 38 anos leva uma vida solitária e isenta de paixões, já cansado de decep...
