Emma Swan vai para a capital em busca de um sonho: se formar. Sempre focada em seu caminho já praticamente traçado pelos pais, passa por uma reviravolta em seu interior quando seus olhos capturam a imagem da nova professora em sua frente.
Cabelos p...
Oi meus amores! Antes de tudo eu queria dar um olá especial para as novas leitoras e agradecer pela chance que estão dando para as meninas. (por favor, leiam as notas iniciais e finais) Atenção para uma coisa agora: Esse capítulo é TW, ou seja, estou dando um aviso de gatilho. Infelizmente chegamos na parte onde Mary descobre tudo e o discurso não é o melhor -spoiler -, portanto quero deixar avisado aqui, caso alguém tenha algum tipo de chateação com isso e enfim. Mas, dando outro spoiler, quero que fiquem tranquilas (os), porque como elas mesmas dizem "tudo vai dar certo". Aproveitem a leitura e me digam no final o que acharam. Ia dividir o capítulo de novo, mas diante desse atraso acho que merecem um maior rs Estava com saudade de vocês! s2 ps: imaginem a foto com uma roupa de almoço no momento em que estão conversando na sala rs
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Os raios de sol atravessavam as frestas da cortina mal fechada e alcançavam os corpos nus embolados na cama. Nem uma delas ousava se mexer. O rosto de Emma estava no vão do pescoço de Regina enquanto seu braço descansava na cintura marcada. A morena tinha entrelaçado seus dedos nos da loira em um gesto automático e tão certo. Se alguém pudesse ver por fora diria que elas finalmente tinham achado a peça que faltava para um quebra-cabeças da vida. Era o encaixe perfeito, sob medida, desenhado seja lá por quem.
Emma ressonava baixinho ao mesmo tempo em que Regina lutava internamente com sua própria vontade de abrir os olhos e se virar para observá-la de frente, para tocar intimamente o corpo quente ou simplesmente para relembrar ainda mais cada detalhe do que ela já tinha decorado. Desde a primeira vez que dormiram juntas sabia que seria difícil não sentir um vazio nas noites que não passassem assim.
Lá embaixo, Henry tomava seu café tranquilamente enquanto lia o jornal sem atenção nenhuma. Não tinha planos importantes para o dia, mas outra coisa havia tirado seu sono. Falar do ex melhor amigo na noite passada, lembrar das histórias engraçadas e contar uma delas para Regina – mesmo sem citá-lo – o fez pensar no tempo e nas peças que ele costuma pregar. Quase 34 anos haviam se passado desde que haviam se afastado e Henry decidiu que isso já era tempo demais.
- Dona Victoria! – Gritou a sua funcionária que apareceu prontamente. – A senhora sabe onde está aquela minha agenda de telefones mais antiga? Preciso fazer um telefonema.
- Acredito que sim. Lembro-me de ter visto no seu escritório em uma das últimas faxinas. Eu vou procurar. Mary Margareth disse que ia acordar a filha e já vem te servir.
- O que?! – Ele respondeu quase num grito e levantou-se prontamente. – Chame a Mary. Não deixe-a acordar a Emma. Peça ajuda para encontrar minha agenda, porque é muito importante. Ela trabalha aqui há muitos anos, vai saber onde está.
- Mas senhor Henry, ela só está passando o café e já ia subir, eu não... – Foi interrompida.
- Por favor, dona Victoria. Eu queria fazer uma surpresa para Emma, então quero acorda-la. Estava esperando só não ser tão cedo assim. Jovens gostam de dormir mais – Tentou enrolar.